Fiat reduz até R$10 mil no preço público da linha flex da Toro

A Fiat tem uma importante novidade para os clientes que pretendem adquirir a Fiat Toro.

A marca anuncia a redução de até R$ 10 mil no preço público de toda a linha flex do modelo.

E o melhor: a picape continua com uma extensa lista de itens de série, ou seja, nenhum conteúdo foi alterado com o reposicionamento de preço.

As versões que receberam a atualização no preço são a Endurance, Freedom e Volcano equipadas com motor turbo 270.

A Endurance ficou R$ 6 mil mais barata, enquanto as duas versões topo de linha da gama flex da picape (Freedom e a Volcano), tiveram redução de R$10 mil no preço público.

Vale ressaltar que os novos preços já estão disponíveis nas mais de 500 concessionárias Fiat espalhadas por todo o Brasil.

Reconhecida por sua robustez, versatilidade e design moderno, a Toro é uma das picapes mais desejadas do mercado brasileiro.

Ela possui a liderança do seu segmento praticamente desde que foi lançada e ainda se posiciona como uma das picapes mais vendidas do país, atrás somente da Fiat Strada.

E não é para menos, já que ela se não apenas se destaca como referência entre as picapes, mas também representa a fusão ideal entre a robustez característica desse tipo de veículo e os atributos de conforto, tecnologia e dirigibilidade típicos dos SUVs.

Versões e Preços da Fiat Toro:

Toro Endurance Turbo 270 Flex AT6: de R$152.990 para R$146.990

Toro Freedom Turbo 270 Flex AT6: de R$166.990 para R$156.990

Toro Volcano Turbo 270 Flex AT6: de R$181.990 para R$171.990

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Nova Fiat Titano: picape disponível em três versões com preço a partir de R$ 219.999

A Fiat acaba de lançar no Brasil a Nova Titano, a picape média com o preço mais acessível da categoria.

O modelo, que chega importado do Uruguai, veio para incluir a marca italiana num segmento muito competitivo junto com outras picapes médias como a Toyota Hilux, Ford Ranger, Nissan Frontier e Chevrolet S10. 

A Nova Titano está disponível em três versões e todas possuem cabine dupla: a de entrada Endurance, a partir de R$ 219.999, Volcano que parte de R$ 239.990 e a topo de linha Ranch, por R$ 259.990.

 

 

 

 

 

 

“A Fiat é a marca número um em picapes há duas décadas, um dos segmentos que mais crescem no mercado. Assim, não nos acomodamos e queremos ganhar ainda mais espaço. Dessa forma, a Titano chega com a importante de missão de colocar a Fiat nas D-picapes e elevar ainda mais a participação da marca na categoria em que domina, além de colaborar fortemente para a longevidade da nossa liderança no segmento”, destaca Herlander Zola, vice-presidente sênior de Operações Comerciais da Stellantis no Brasil e de Veículos Comerciais Leves (LCV) para América do Sul.

 

 

 

 

 

O conjunto mecânico das três configurações conta com motor 2.2 turbodiesel com potência de 180 cv e torque de 40,8 kgfm, combinado com transmissão automática de 6 marchas ou 37,7 kgfm de torque no câmbio manual de 6 velocidades.

Todas as versões são 4×4, com reduzida, equipadas com seletor de tração e bloqueio mecânico do diferencial traseiro.

 

 

 

 

 

 

O sistema da suspensão dianteira da picape é independente e da traseira tem  eixo rígido com feixe de molas, já os freios são a disco na dianteira e tambor na traseira, além do conjunto de chassis totalmente desenvolvido para as necessidades do mercado nacional.

Tudo isso para garantir mais conforto, robustez e durabilidade, além de uma melhor performance off-road até nos terrenos mais desafiadores. 

 

 

 

 

 

A picape traz três modos de condução exclusivos, que podem ser utilizados nas mais diversas situações: 2H (2 High Speed), melhor para uso na cidade, 4H (4 High Speed), indicado para uso em terra e vias irregulares e 4H (4 Low Speed), para o off-road extremo.

De acordo com os dados do fabricante, o consumo médio da Titano é de 9,6 km/litro tanto na cidade quanto na estrada usando o câmbio manual, com autonomia total de 768 km.

Com o câmbio automático faz 8,5 km/litro em perímetro urbano e 9,2 km/litro na estrada. A autonomia total é de 736 km e o tanque tem capacidade de 80 litros.

 

 

 

 

 

A Nova Fiat Titano tem um design robusto e imponente parecido com a da Peugeot Landtrek, principalmente em relação aos faróis, para-choques, lanternas e estamparias.

O destaque fica por conta da grande grade dianteira, que traz a nova linguagem de design da marca, com uma barra cromada na parte superior (nas versões mais caras).

No canto direito da peça aparece a tradicional Fiat Flag, com as cores da bandeira da Itália, mas agora com ar mais dinâmico e moderno.

A assinatura dos faróis DRL LED e o skidplate completam o visual frontal do modelo. 

 

 

 

 

 

Na traseira, a palavra “Titano” se destaca em cromado no centro da tampa da caçamba e a versão Ranch conta com lanternas de LED, além de outros detalhes cromados como as maçanetas.

Nas laterais, as rodas de liga-leve podem ser de 17 ou 18 polegadas, conferindo um visual ainda mais robusto à picape, além de serem imprescindíveis durante a utilização off-road e ao carregar cargas mais pesadas.

 

 

 

 

 

A picape tem porte robusto com 5,33 metros de comprimento, 1,96 m de largura, 1,89 m de altura, 3,18 m de entre-eixos.

Possui 23,5 cm de distância livre do solo, 29° de ângulo de entrada e 27° de ângulo de saída. 

Além disso, é a picape com maior volume de caçamba e vão livre da categoria de D-Picapes, são 1.314 litros de capacidade e ainda suporta carga de mais de uma tonelada e 3.500 kg de reboque.

A Nova Titano está disponível nas cores metálicas Vermelho Tramonto, Preto Carbon e Prata Billet e na cor sólida Branco Ambiente.

 

 

 

 

 

 

O interior da Titano é confortável, funcional e tecnológico, combinado com um amplo espaço interno e acabamento premium, com 27 litros de porta-objetos, um dos maiores espaços do segmento.

O volante é multifuncional em couro, traz o Fiat Script e a direção é hidráulica.

Os bancos são de couro de alta qualidade e ajuste elétrico dianteiro, já os traseiros são modulares e quando rebatidos aumentam a capacidade de transporte para até 100kg atrás da segunda fileira de bancos.

Conta ainda com ganchos retráteis nas costas dos bancos dianteiros com capacidade de até 4 kg.

 

 

 

 

 

O painel apresenta um cluster digital com tela digital colorida 4.2” e central multimidia de 10” com navegação embarcada e conexão Apple Carplay e Android Auto e duas entradas USB no console central.

Traz também ar-condicionado digital dual zone e saída de ar traseira, keyless entry’n go (chave presencial com partida por botão), alerta de posição do volante para evitar pequenas colisões ao sair de vagas.

 

 

 

 

 

O maior diferencial da Titano é a câmera 360° off-road, já que a picape é a única do seu segmento a possuir este recurso.

São quatro câmeras distribuídas no exterior do veículo, este recurso é ativado automaticamente quando obstáculos são detectados durante a direção e/ou ao estacionar.

 

 

 

 

 

Quanto aos itens de segurança o modelo conta com seis airbags, sete alças de segurança e recursos para garantir uma direção mais segura, como alerta de saída de faixa, assistente de partida em rampas e assistente para descidas.

Complementam estes recursos o detector de pressão dos pneus, controle de tração, controle de estabilidade e assistência de estabilidade do reboque.

 

 

 

 

 

 

A Nova Titano é o primeiro modelo da Fiat a oferecer cinco anos de garantia de fábrica e cesta de peças com valor 32% menor que a média dos principais concorrentes. 

As revisões devem ser feitas a cada um ano ou 10.000 km.

Os valores são os mesmos para todas as versões: R$ 1.835 para a primeira, R$ 1.802 para a segunda, R$ 1.529 para a terceira, R$ 2.161 para a quarta, R$ 2.075 para a quinta e R$ 1.802 para a sexta.

Para os clientes que preferem um produto mais personalizado, a picape também traz um portfólio de mais de 40 acessórios para customização da Mopar, marca de peças e acessórios originais da Stellantis. 

Equipamentos, Versões e Preços da Nova Fiat Titano:
Fiat Titano Endurance (R$ 219.990):
  • Câmbio manual de 6 marchas;
  • Tração 4×4 com reduzida e bloqueio mecânico do diferencial traseiro;
  • Piloto automático e limitador de velocidade;
  • Assistente de partida em rampas;
  • Assistente de descida;
  • Controle de tração e estabilidade;
  • Assistente de reboque;
  • 6 airbags (frontais, laterais e de cortina);
  • Ar-condicionado;
  • Direção hidráulica;
  • Luzes diurnas halógenas;
  • Coluna de direção com regulagem de altura e profundidade;
  • Som com USB e Bluetooth;
  • Rodas de 17” em aço e pneus 265/65;
  • Assoalho em vinil.
Fiat Titano Volcano (R$ 239.990): Todos os itens da Endurance e mais
  • Câmbio automático de 6 marchas;
  • Central multimídia com tela de 10” e espelhamentos Apple CarPlay e Android Auto;
  • Câmera 180º;
  • Sensor de estacionamento traseiro e câmera de ré;
  • Bancos em couro;
  • Volante em couro;
  • Faróis de neblina;
  • Rodas de 17” diamantadas com pneus 265/65
  • Painel com computador de bordo colorido de 4,2”;
  • Protetor de caçamba;
  • Capota marítima;
  • Assoalho em carpete.
Fiat Titano Ranch (R$ 259.990): Todos os itens da Endurance e mais
  • Ar-condicionado automático de duas zonas;
  • Aviso de saída de faixa;
  • Rebatimento elétrico dos retrovisores externos;
  • Câmera 360º;
  • Bancos em couro com ajustes elétricos;
  • Sensor de chuva;
  • Acendimento automático dos faróis;
  • Monitor de pressão dos pneus;
  • Sensor de estacionamento dianteiro;
  • GPS integrado;
  • Santantonio cromado;
  • Estribo lateral;
  • Rodas de 18” diamantadas com pneus 265/60;
  • Chave presencial com partida por botão;
  • Faróis e lanternas em LEDs;
  • Luzes diurnas em LEDs.

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Nova Fiat Strada atinge a marca de 400 mil unidades produzidas

A Fiat Strada escreve mais um capítulo da sua história de sucesso no mercado brasileiro.

É o veículo mais vendido do Brasil no acumulado de 2023, líder incontestável do seu segmento e referência na sua categoria.

A picape conquistou mais um feito notável: atingiu a impressionante marca de 400 mil unidades produzidas desde o lançamento de sua segunda geração, em 2020.

Se pensarmos em toda a sua história desde que foi lançada há 25 anos, já são cerca de 2,1 milhões de picapes fabricadas.

Desenvolvida e fabricada no Polo Automotivo Stellantis Betim, a Fiat Strada nasceu em 1998 e, praticamente desde então, é líder do seu segmento.

Com tanto sucesso, ela não parou de evoluir.

Tanto é que em 2020, passou por uma mudança radical, em que ficou ainda mais robusta, ganhou novo visual e adquiriu novas funcionalidades.

Inclusive neste mesmo ano, foi eleita Picape do Ano pela Autoesporte, uma das mais notáveis premiações do segmento automotivo.

E não para por aí: no total, a nova geração da Strada levou em torno de 20 troféus apenas em 2020, provando ser um dos grandes lançamentos daquele ano e dos últimos tempos.

Chegar a impressionante marca de 400 mil unidades produzidas não é para qualquer um.

Somente quem não parou no tempo consegue alcançar feitos importantes como esse.

A picape sempre trouxe relevantes novidades ao mercado.

Em 2021, inovou mais uma vez com a inédita transmissão automática CVT, sendo a primeira com este tipo de câmbio na sua categoria no Brasil.

Recentemente, recebeu ainda mais novidades na linha 2024 com mais performance com novo motor turbo flex.

Além de mudanças no design, nova versão Ultra para deixar a gama ainda mais completa e a edição limitada comemorativa Edizione 25.

“A Strada é um verdadeiro case de sucesso na indústria automotiva. É impossível falar do segmento de picapes sem citá-la. Além de trazer inovação e pioneirismo para a categoria, ela é a única picape que chegou ao topo do mercado brasileiro, como o veículo mais vendido do Brasil. Vale ressaltar que o êxito dela não é só por aqui. Exportada para Uruguai, Paraguai e Argentina, é um dos veículos mais vendidos da América Latina. Com as novidades que acabaram de chegar, ela tem tudo para ter resultados ainda melhores”, destaca Herlander Zola, vice-presidente sênior da Fiat na América do Sul.

Quando o assunto é desempenho de mercado, a Strada faz bonito.

É o veículo mais vendido do país desde 2021 com mais de 60 mil unidades emplacadas no Brasil em 2023 (dados até julho).

Aliás, junto com a Toro, elas são responsáveis por colocar a Fiat como líder absoluta em picapes, com 43% do mercado.

As duas picapes da Fiat são os dois veículos mais vendidos do Brasil no segmento de comerciais leves. 

 

 

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Le Mans, 100 anos: Como as 24 Horas se tornaram a corrida mais tradicional do mundo

Criada em 1923, as 24 Horas de Le Mans completam 100 anos em 2023.

Apesar de ser apenas a 91ª edição da famosa prova, realizada em trechos de estradas e de autódromo permanente, no Circuito de la Sarthe, a ocasião é também bastante especial.

Isso devido o grid pela primeira vez em muitos anos estar em grande forma, com a entrada de diversas montadoras como Ferrari, Porsche, Peugeot e Cadillac se juntando à Toyota, que chega como a favorita para a edição deste ano.

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans
(Foto: Paulo Maria DPPI)

Para 2024 há ainda a promessa da chegada à categoria Hypercar de nomes de peso como BMW, Alpine e Lamborghini.

O que para muitos marca o início de uma nova “era de ouro” das corridas de longa duração e em especial das 24 Horas de Le Mans.

O brasileiro André Negrão, piloto do Alpine #35, disputa pela sétima vez a corrida, vencida por ele na categoria LMP2 em 2018 e 2019.

O piloto acredita que esse é um grande momento estar mais uma vez no grid de Le Mans, principalmente por contar com a presença de tantos bons pilotos e bons carros.

“Vamos buscar um bom resultado na LMP2 neste ano. Eu já venci duas vezes a prova por essa categoria. Mas, é claro, é uma prova de 24 horas. Tudo e sempre pode acontecer. E é por isso que você vê muitas equipes comemorando apenas o fato de ter terminado a corrida. Muita gente até chorando. É um grande esforço para todos, mas se você consegue chegar ao fim sempre se sente recompensado”, disse André Negrão. 

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Paulo Maria DPPI)

Organizada pelo ACO (Automobile Club de l’Ouest), a primeira prova ocorreu em 26 e 27 de maio de 1923.

Inicialmente, os organizadores queriam promover uma corrida que testasse a ainda incipiente tecnologia dos automóveis, com muitas pequenas fábricas espalhadas especialmente pela Europa.

O formato era diferente: o carro vencedor seria aquele que conseguisse cobrir a maior distância após três edições das 24 horas.

Mas a ideia foi abandonada em 1928, com os vencedores de cada edição sendo reconhecidos como os ganhadores.

A prova não foi realizada em nove anos entre 1923 e 2023.

Primeiro em 1936, devido a uma greve geral na França, e depois pela Segunda Guerra Mundial, entre 1940 e 1948, quando a pista também precisou ser reconstruída. 

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Joao Filipe DPPI)

Com a retomada da prova em 1949, diversas montadoras passaram a se interessar pela competição.

O ano marcou também a primeira vitória da Ferrari, com um modelo 166MM, carro que inspirou a canção “Red Barchetta”, da banda canadense Rush.

Em 1953, com a formação do Mundial de Protótipos, a prova ganhou um campeonato organizado que orbitava em torno dela, como acontece até hoje, nos últimos anos como Mundial de Endurance.

A edição de 1955 viu acontecer um grande susto: a maior tragédia da história do automobilismo.

O francês Pierre Levegh bateu na reta principal. Seu carro foi parar em uma área de espectadores e matou 84 pessoas.

O que motivou preocupações e melhorias de segurança e também o abandono das corridas por parte da Mercedes Benz e, um pouco mais tarde, a proibição de provas na Suíça.

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Paulo Maria DPPI)

Com o avanço dos carros, nos anos 1960 os modelos chegavam aos 320 km/h na reta Mulsanne, ainda sem chicanes, que foram apenas colocadas em 1990.

Neste período, uma das grandes histórias do automobilismo se criou em Le Mans, quando a Ford derrotou a Ferrari na prova francesa em 1966, episódio retratado no filme “Ford vs. Ferrari” (2019).

Para aumentar o peso dessa saga, a marca de Maranello, que ganhou de 1960 até 1965, não vence as 24 Horas de Le Mans desde então.

Neste período, a popularidade da prova aumentou, com edições chegando a ter mais de 300 mil espectadores.

Nos anos 1970, a famosa largada com os pilotos correndo até os carros foi abandonada em detrimento de mais segurança, primeiramente por uma largada parada (1970) e posteriormente em movimento (1971).

O segundo grande momento das 24 Horas de Le Mans veio nos anos 1980 com a criação do Grupo C, que uniu regulamentos de campeonatos pelo mundo.

Nesta época, diversas montadoras levaram carros que até hoje são relembrados com carinho pelos fãs para a corrida francesa.

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Paulo Maria DPPI)

Entre as marcas estava a Porsche, que conseguiu a façanha de em 1983 fazer nove dos 10 primeiros colocados na prova.

Além de anotar a maior média de velocidade da história em uma volta em 1985, 251,815 km/h.

Outras fábricas que construíram seus nomes na corrida e fizeram modelos hoje considerados lendários são Jaguar, Mazda (primeira japonesa a vencer, em 1991), Toyota e Nissan.

Tem ainda a Mercedes por meio da equipe Sauber, e a Peugeot (dona do recorde de velocidade da reta Mulsanne em 1988, 405 km/h).

Neste período, a FIA decidiu impor aos times do Grupo C, em 1992, que apenas carros com motores 3.5L e com arquitetura em V competissem no Mundial de Protótipos, igualando seu regulamento ao da Fórmula 1.

Os custos subiram excessivamente e, assim, as montadoras tiveram que fazer uma opção e iniciaram uma retirada do campeonato.

E por isso, em 1993 o campeonato foi cancelado devido à falta de participantes. 

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Joao Filipe DPPI)

As 24 Horas de Le Mans ficaram sem um campeonato oficial entre 1993 e 2010.

Em 2011 a prova contou para o Intercontinental Le Mans Cup, porém em 2012 um novo campeonato nasceu para contemplar a prova.

Esse campeonato foi o Mundial de Endurance, ou World Endurance Championship, que permanece até hoje.

Desde sua formação, o WEC possui entre três e quatro classes, englobando também carros de GT, os superesportivos vendidos ao público que se popularizaram na prova após o fim do Grupo C.

Nesta fase, a Audi iniciou dominando (vencendo 13 edições entre 2000 e 2014) antes de sair do campeonato em 2016.

Após isso, a Porsche conquistou as últimas três de suas 19 vitórias em Le Mans, recorde para uma montadora, antes de também sair no fim de 2017.

Já nos últimos cinco anos a Toyota, que amargou uma derrota na última volta em 2016 para a Porsche após uma falha mecânica, conquistou cinco vitórias seguidas.

As duas primeiras com o espanhol Fernando Alonso, bicampeão de Fórmula 1, ao volante.

A marca japonesa chega como grande favorita em 2023, mas agora com nomes de peso a seu lado, como Ferrari, Porsche, Peugeot e Cadillac.

Elas competem na categoria dos Hipercarros, criada em 2021 para substituir a antiga LMP1, a principal do grid. 

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Julien Delfosse DPPI)

Até hoje, 35 pilotos brasileiros já participaram das 24 Horas de Le Mans.

Porém, se por um lado nunca um deles chegou ao lugar mais alto do pódio na categoria geral, vários já estiveram no top 3 e quatro conseguiram vencer a corrida em classes intermediárias.

André Negrão e Daniel Serra, que estarão no grid da prova neste ano, foram os últimos a triunfar, em 2019.

Negrão pela LMP2, segunda categoria mais importante e Serra pela LMGTE-Pro.

As vitórias de ambos foram suas segundas na tradicional corrida francesa.

André ganhou pela primeira vez em 2018 (LMP2), já Serra faturou pela primeira vez as 24 Horas em 2017 (LMGTE-Pro).

André Negrão

Daniel Serra

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Além dos dois, Thomas Erdos, primeiro vencedor brasileiro em Le Mans, ganhou na classe LMP2 em 2005 e 2006, com Jaime Melo na GT2 em 2008 e 2009.

Já em pódios gerais, o Brasil foi representado por seis nomes na história.

O mais bem-sucedido e o único a repetir pódios é Lucas Di Grassi, terceiro em 2013 e 2016 e segundo em 2014.

O primeiro pódio da história foi de José Carlos Pace em 1973, com o campeão do Mundial de Protótipos de 1987, Raul Boesel, sendo segundo em 1991.

Já em 2008, foi a vez de Ricardo Zonta levar a bandeira do Brasil ao terceiro lugar do pódio.

Em 2020, Bruno Senna foi o segundo e André Negrão em 2021 levou pela última vez o Brasil a um pódio geral, em terceiro. 

Thomas Erdos e Bruno Senna

 

 

 

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Stuttgart Porsche e Felipe Nasr: uma parceria entre campeões

A Stuttgart é a mais nova patrocinadora do brasileiro Felipe Nasr, piloto oficial da equipe Porsche Penske Motorsport no campeonato IMSA SportsCar e nas 24 Horas de Le Mans.

O logotipo da maior rede de Porsche Centers do Brasil estará no capacete e no macacão de Nasr já a partir das 24 Horas de Le Mans, nos dias 10 e 11 de junho.

Nasr correrá no Porsche 963 inscrito com o número 75, alusivo à comemoração do 75º aniversário da Porsche.

Porsche 963 com decoração exclusiva para as 24 Horas de Le Mans (Porsche)

Porsche 963 com decoração exclusiva para as 24 Horas de Le Mans (Porsche)

 

 

 

 

 

 

 

“Para mim, é uma honra representar a Stuttgart em uma prova como Le Mans sendo brasileiro e integrando a equipe de fábrica da Porsche. A Stuttgart é uma empresa brasileira que tem história no automobilismo e tem história com a Porsche. É uma oportunidade de construir uma imagem entre Porsche e Brasil, com a Stuttgart tendo uma atuação importante no posicionamento da marca. Vencer a 24 Horas de Le Mans na classificação geral é algo que nenhum brasileiro conseguiu antes, e quero fazer de tudo para trazer essa vitória para a gente”, disse Felipe Nasr, piloto oficial da Porsche Penske Motorsport.

Felipe Nasr e Marcel Visconde celebram a assinatura do contrato na Stuttgart
(Sposito Studio)

O acordo entre a Stuttgart e Nasr prevê que o piloto correrá até o fim da temporada 2023 divulgando o nome da empresa no capacete e nas mangas do macacão.

A assinatura do contrato aconteceu ontem (31 de maio) no Porsche Center São Paulo. 

Será a segunda vez que o nome da Stuttgart estará envolvido com as 24 Horas de Le Mans.

Em 1997, os Porsches 911 GT1 da equipe oficial de fábrica ostentaram a inscrição “Stuttgart Sportcar – Brazil” no spoiler dianteiro e nas abas laterais da asa traseira.

“A Porsche tem uma história em Le Mans, a Stuttgart tem uma história com a Porsche e agora estamos todos juntos com o Felipe no projeto do 963. A Stuttgart teve seu nome nos carros da equipe oficial da Porsche nas 24 Horas de Le Mans de 1997 e, em todos esses anos, criou um vínculo muito forte com as corridas de longa duração. Agora ela está de volta a Le Mans com as presenças no capacete e no macacão do Felipe. É uma união que acontece em um momento histórico muito feliz: 100 anos de Le Mans, 75 de Porsche e 25 de Stuttgart”, afirma Marcel Visconde, presidente da Stuttgart Porsche.

24 Horas de Le Mans, 1997: nome da Stuttgart no Porsche da equipe de fábrica (Miguel Costa Jr/acervo Stuttgart Porsche)

A conexão da Stuttgart com as corridas de longa duração remonta à década de 1990.

Inclui a participação nas 24 Horas de Daytona de 1998 com uma equipe totalmente formada por brasileiros.

No Brasil, a Stuttgart tem vitórias nas principais corridas de Endurance do calendário nacional, como a Mil Milhas Brasil e os 500 Km de São Paulo.

Também foi campeã nacional de Endurance em 2017 na classificação geral.

24 Horas de Le Mans, 1997: nome da Stuttgart no Porsche da equipe de fábrica (Miguel Costa Jr/acervo Stuttgart Porsche)

Além da parceria com a Stuttgart, Felipe Nasr revelou a pintura criada pelo artista plástico Adonis Alcici para o capacete que usará nas 24 Horas de Le Mans.

A decoração usa as mesmas cores que estarão nos três Porsches 963 da equipe de fábrica em Le Mans.

Cada uma delas em homenagem aos carros que correram pela fábrica na prova francesa.

Essas cores foram aplicadas no capacete na forma de um turbilhão.

“Sobre o capacete, eu considerei os 75 anos da Porsche e os 100 das 24 Horas de Le Mans e pensei em fazer algo que fosse realmente marcante, que as pessoas olhassem como uma obra de arte. Para isso eu tive a ajuda do Adonis Alcici. Sou fã do trabalho dele desde que recebi um quadro retratando meu carro durante o Motorsport Talks realizado em março aqui na Stuttgart. Eu queria sair do convencional, das linhas de capacete tradicionais. O resultado é essa obra incrível. A pintura tem cores marcantes, remete à velocidade, dá sensação de movimento e combinou com o logo da Stuttgart Porsche com a bandeira do Brasil”, completou Felipe Nasr.

Alta | Web
Pintura do capacete de Nasr para Le Mans foi criada pelo artista Adonis Alcici
(Sposito Studio)

“A Stuttgart colocou seu nome nos carros da equipe de fábrica da Porsche nas 24 Horas de Le Mans de 1997 e agora está de volta com o patrocínio ao Felipe Nasr. Em 1997, a Stuttgart era uma empresa nova e nosso objetivo era divulgar o nome da Stuttgart tanto em nível nacional quanto internacional. Hoje, ela está consolidada e queremos tornar a corrida mais representativa para nossos clientes. Para nós, é fantástico ter um brasileiro na equipe da fábrica, com chances de vencer a prova na classificação geral”, comentou Regis Schuch, fundador e diretor da Stuttgart Porsche. 

 

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Fiat Strada ainda mais competitiva

Veículo mais vendido do Brasil, líder incontestável do seu segmento e referência quando se trata de picapes, a Fiat Strada traz uma ótima novidade.

A Fiat diminui os valores da picape em todas as versões, com reduções que chegam a R$5 mil.

Além disso, foram feitas adequações de conteúdo para atender a demanda do mercado, trazendo alterações nos pacotes de opcionais. 

Ainda mais competitiva, a picape traz agora a versão Volcano com redução de R$5 mil tanto manual como automática, passando a custar R$110.990 e R$117.990, respectivamente.

Já a Freedom Cabine Dupla (CD) saiu de R$111.990 para 108.990, um desconto de R$3 mil. 

A versão topo de linha, a Ranch passou a custar R$125.990, uma diminuição de R$2 mil.

O mesmo valor reduzido também se aplica a Freedom Cabine Plus, que ficou R$108.990 e a Endurance Cabine Plus, versão de entrada que agora custa R$97.990.

Novos packs de opcionais

Para ter uma gama ainda mais adequada às necessidades dos clientes, a Fiat traz agora novos pacotes de equipamentos para a Strada.

Quem adquirir a Endurance, pode deixar a picape mais completa com vidros e travas elétricos, brake light, comando elétrico na tampa do combustível, fechadura elétrica da caçamba e alarme, inclusos no Pack Comfort por R$1.750.

Outra novidade é o pack Design Tech para a Freedom (tanto a Cabine Plus como a Dupla), que consiste em roda de liga 15” e sensor de estacionamento traseiro por R$2.100.

Já a Volcano passa a contar com o pacote adicional Volcano Plus, que traz duas configurações uma para cada opção de câmbio.

O pack da 1.3 manual traz câmera de ré, banco de couro, ar condicionado digital automático e wireless charger por R$3.500 e a automática também possui câmera de ré, banco de couro, ar condicionado digital automático além de apoio de braço central por R$3.000.

Confira os novos preços públicos sugeridos da linha da Strada:

  • Fiat Strada Endurance 1.4 CS: R$ 97.990,00
  • Fiat Strada Freedom 1.3 CS: R$ 103.990,00
  • Fiat Strada Freedom 1.3 CD: R$ 108.990,00
  • Fiat Strada Volcano 1.3 CD:R$ 110.990,00
  • Fiat Strada Volcano 1.3 AT CD: R$ 117.990,00
  • Fiat Strada Ranch 1.3 AT CD: R$ 125.990,00

 

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