BMW X7 2023 chega com mais potência e um novo visual

A BMW apresenta a nova linha 2023 do X7, o maior SUV da marca, que recebe um novo design, mudanças no interior e trens de força revisados ​​​​com mais potência e assistência híbrida. Essas atualizações buscam melhorar ainda mais seu posicionamento no segmento de SUVs de luxo. 

Inicialmente serão apresentadas em três versões: xDrive40i, xDrive40d e M60i xDrive, todos equipados com sistema híbrido leve de 48V. A BMW diz que a versão Alpina XB7 se juntará à linha logo depois no início do próximo ano.

O modelo xDrive40 padrão é alimentado por um motor TwinPower Turbo de 3.0 de 6 cilindros em linha, que ganhou 40 cv e agora conta com 380 cv de potência e 52,9 kgfm de torque e atinge de 0 a 100 km/h em 5,6 segundos. A versão X7 M60i, conta com motor 4.4 V8 biturbo, com potência de 530 cv e 76,4 kgfm de torque, que faz de 0 a 100 km/h em 4,5 segundos. Esse modelo também recebe molas pneumáticas padrão e a direção do eixo traseiro.

A BMW diz que o próximo Alpina XB7 contará com motor M TwinTurbo V8 de 4,4 litros, com 630 cv de potência e 81,5 kgfm de torque e aceleração de 0 a 96 km/h em apenas 4 segundos.

Todas as versões ganharam auxílio elétrico em sistema de 48 volts, que fornece a cada motor 12 cv de potência adicionais. Os motores combinam com um câmbio automático de oito velocidades que agora possui uma função Sprint que muda a transmissão para a marcha mais baixa disponível e coloca todos os modos de condução nas configurações mais esportivas.

Quanto ao visual, uma das maiores mudanças está na nova frente do BMW X7, que muda o design do para-choque, agora com vincos mais recortados, mas mantém a enorme grade dianteira de duplo rim, iluminada no modelo M60i e opcional nas demais versões.

Dividiu a iluminação em duas partes, com filas horizontais na parte superior para circulação diurna de LED e os faróis principais um pouco mais baixos. 

A traseira permanece praticamente a mesma, com as lanternas traseiras divididas pela tampa do porta-malas, mas agora elas têm elementos 3D triangulares. Na versão de topo o para-choque tem quatro saídas de escape, enquanto nas demais versões só tem duas saídas. 

Serão disponibilizadas 40 opções individuais de cores que incluem acabamentos não metálicos e foscos. O pacote opcional M Sport adiciona acabamento em preto brilhante, rodas de 21″ com raios duplos e bicolores e ponteiras de escape trapezoidais. 

O modelo M60i tem um logotipo M na grade, espelhos retrovisores mais aerodinâmicos e rodas de 22″. Além disso, pela primeira vez rodas de até 23″ poderão ser escolhidas como padrão. 

No interior, a mudança mais importante foi tecnológica, com a presença do Live Cockpit Plus com BMW Curved Display que utiliza o sistema iDrive 8, onde uma nova tela curva é a peça central da parte interna.

O painel de instrumentos e a central multimídia estão agrupadas na tela horizontal única de 12,3″ e de 14,9″, respectivamente, a partir das quais praticamente todas as funções são controladas. A manopla de câmbio foi substituída por um seletor de marchas giratório e uma nova peça de iluminação ambiente abrange o painel redesenhado.

O BMW X7 também tem diversas funções, assistência à condução, conectividade e conforto, equipando praticamente tudo em cada um desses segmentos. Com sistema de frenagem automática, suspensão pneumática com amortecedores adaptativos e sistema de estacionamento automático, que armazena memória dos últimos 200 metros percorridos, um benefício na hora de realizar manobras. 

A produção do BMW X7 ocorrerá na fábrica de Spartanburg, Carolina do Sul, EUA. O modelo estará disponível para vendas a partir de agosto nos Estados Unidos e Europa com preços entre US$ 78.845 a US$ 104.0 95, algo entre R$ 370 mil e R$ 488 mil, na cotação atual

 

 

 

 

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Jeep Compass 4xe 2023 híbrido estreia no Brasil no valor de R$ 349.990

 

A Jeep fez hoje (04) o lançamento do Compass 4xe no mercado brasileiro. Esse é primeiro modelo híbrido da marca no Brasil e chegou para dar início à estratégia de eletrificação no país. 

O novo Compass 4xe vem na versão topo de linha Série S e não será produzido na fábrica de Goiana (PE), sendo importado de Melfi na Itália. Tudo isso somado ao motor híbrido plug-in e aos novos recursos oferecidos, justificam o valor de R$ 349.990.

A principal diferença e novidade do SUV híbrido está no conjunto mecânico. Seu motor a combustão é o 1.3 turbo T270, com 180 cv de potência e 27,5 kgfm de torque, instalado na dianteira e movido apenas a gasolina. O câmbio é automático de seis marchas, com tração nas quatro rodas independente: 4WD Low, 4WD Lock e HDC.

O outro motor é elétrico com 60 cv de potência e 25,49 kgfm de torque e está no eixo traseiro. A potência combinada é de 240 cv e a aceleração vai de 0 a 100 km em 6,8 segundos e a velocidade máxima é de 206 km/h. O motor elétrico é alimentado por uma bateria de 11,4 KW, com autonomia de 44 km no modo elétrico e de impressionantes 927 km no sistema híbrido. A média de consumo é de 25,4 km/litro na cidade e 24,2 km/litro na estrada. O tanque tem 36,5 litros e o porta-malas manteve a capacidade de 420 litros. 

O 4xe tem ainda os seletores de terreno já conhecidos: Auto, Snow (Neve), Sand/Mud (Areia/Lama) e o Sport. Este último mantém a direção mais firme e com melhor a oferta do torque. Há também o seletor do modo híbrido, com três opções de modos de condução: Hybrid, Electric e e-Save. O modo e-Save destaca-se por desligar o motor elétrico e otimizar o térmico, permitindo recarregar a bateria enquanto o carro anda com motor a gasolina.

O tempo de recarga da bateria varia de acordo com a fonte de alimentação. O carregador Wallbox de 7,4 kW, é o modo mais eficiente e rápido, com carregamento em até 100 minutos, aumentando o tempo de carregamento para até 4 horas e 20 minutos quando realizado em uma tomada convencional. A Jeep vai presentear os 40 primeiros compradores com um carregador Wallbox (1 por ponto de venda), além de disponibilizar para venda aos demais clientes.

 

Visualmente não há muitas diferenças entre a versão híbrida e a versão com motor a combustão. As mudanças principais são os logotipos pretos com contornos azuis e o nome da versão 4xe, onde a letra “e” aparece em destaque na cor azul. Os faróis também são Full-led mas com elementos internos diferentes por vir da Europa e as rodas são de liga-leve de 19″ com pneus 235/45, agora são pretas e não cinzas, como na versão produzida nacionalmente. Além disso virá disponível em quatro opções de cores exclusivas para a carroceria: Azul Shade, Prata Glacier, Branco Alpine e Black.

A parte interna é igual as demais versões, mas o quadro de instrumentos digital de 10,25″ e a central multimídia de 10,1″ vem com novas funções específicas para o sistema híbrido plug-in, conectado ao sistema Adventure Intelligence, onde é possível ter informações da carga da bateria, pesquisar pontos de recarga e ver o histórico de direção, entre outros.

Tem também conexão sem fio Android Auto e Apple CarPlay, GPS nativo, carregador de celular wireless e sistema Uconnect, que torna possível ligar o ar-condicionado e ajustar a temperatura a bordo antes de embarcar. A lista de equipamentos traz outros recursos exclusivos, como o sistema de câmera com visão 360º e sistema de som Alpine com oito alto-falantes e subwoofer.

Também vem com ar-condicionado de duas zonas, teto solar panorâmico, bancos de couro com ajustes elétricos, chave presencial, retrovisores com rebatimento automático e porta-malas com sensor de presença. O pacote de segurança conta com sete airbags, piloto automático adaptativo com frenagem automática, assistente de permanência em faixa, monitor de manutenção em faixa e ponto cego, detector de fadiga do motorista e reconhecimento de placas de trânsito.

O Jeep Compass 4xe tem tudo para fazer tanto ou até mais sucesso do que a versão tradicional do SUV mais vendido do país, sendo uma boa opção para quem busca conforto e esportividade num veículo eletrificado. 

Terá garantia de 3 anos para o veículo e de 5 anos para a bateria. As revisões vão custar cerca de R$ 652 para a primeira com 15 mil km, R$ 1.056 para a segunda com 30 mil km, R$ 652 para a terceira com 45 mil km, R$ 1.982 para a quarta com 60 mil km e R$ 890 para a quinta com75 mil km.

 

 

 

 

 

 

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Mitsubishi Eclipse Cross 2023 muda o visual com preços a partir de R$ 186.990

O Mitsubishi Eclipse Cross linha 2023 chegará às loja no final do mês de visual renovado e estará disponível em quatro versões: GLS, HPE, HPE-S e HPE-S S-AWC, partindo de R$ 186.990.

O SUV, que tem como principal destaque o novo design, apresenta visual menos ousado e com mais mudanças na traseira, perdendo o vidro traseiro duplo, que sempre gerou polêmica.

Com o conceito visual “Dynamic Shield Evolution”, apresenta uma dianteira totalmente nova, com faróis mais estreitos, com conjunto ótico em LED, onde as luzes principais ficam mais abaixo junto com os faróis de neblina. A grade da entrada de ar frontal vem com pintura em black piano e o para-choque também foi alterado.

A traseira teve a maior renovação, as lanternas com faróis em LED seguem em posição elevada, porém não são mais interligadas. O skidplate pode vir na cor da corroceria ou preto, dependendo da versão.

O vidro extra foi tampado com metal e o vidro traseiro ficou mais inclinado, com isso o carro cresceu 14 cm no comprimento, sendo 10,5 cm na traseira e 3,5 cm na dianteira, tendo 4,545 m de comprimento total. Segundo a marca, todas essas mudanças resultaram no aumento em 14% do espaço do porta-malas, em relação ao modelo anterior.

As laterais vem com molduras abaixo das portas pintadas na cor do veículo, as rodas são de 18″ em liga leve e virá com sete opções de cores: Cinza Londrino, Prata Lítio, Prata Cool, Azul Baikal, Vermelho Lucid, Branco Fuji (perolizado) e Preto Onix Pearl.

Todas as versões do Eclipse recebem motor 1.5 turbo a gasolina com 165 cv de potência e 25,5 kgfm de torque, com transmissão automática de 8 marchas, atingindo de 0 a 100 km/h em 11,1 segundos e na versão top a aceleração é de 11,4 segundos e é a única com sistema de tração integral.

A versão HPE-S S-AWC possui um item exclusivo que é o sistema de controle dinâmico, chamado Super All-Wheel Control (S-AWC). Esse sistema controla automaticamente a distribuição de torque entre os eixos dianteiro e traseiro.

O Eclipse Cross vem equipado com diversos itens de série como sete airbags, controles de tração e estabilidade, sistema de monitoramento de emergência de freio e acelerador, assistente de partida em rampa e isofix. Possuem central multimídia de 7″ com Android Auto e Apple CarPlay, na versão de topo a central é da JBL e tem leitor de vídeos em MP4. 

As versões mais completas trazem ainda ar-condicionado de duas zonas, chave presencial, partida por botão, bancos dianteiros elétricos, freio de estacionamento eletrônico, teto solar panorâmico duplo, sistema de frenagem autônoma, aviso de saída de faixa.

Além de uma série de sistemas de segurança como controle de velocidade de cruzeiro adaptativo (ACC), frenagem autônoma de emergência, alerta de pontos cegos e de tráfego cruzado, aviso de saída de faixa de rolamento, controle ativo de estabilidade, entre outros.

 

Preços Mitsubishi Eclipse Cross 2023:

  • GLS: R$ 186.990
  • HPE: R$ 201.990
  • HPE-S: R$ 221.990
  • HPE-S S-AWC: R$ 232.990

 

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Renault Austral é o novo SUV que chegou para substituir o Kadjar na Europa

O Renault Austral é o novo SUV híbrido que foi lançado para substituir o Kadjar na Europa e concorrer diretamente com o Peugeot 3008, Hyundai Tucson e Jeep Compass. A marca aposta na tecnologia e eletrificação para emplacar o novo modelo, que começará a ser vendido no último trimestre de 2022, com preço ainda não divulgado.

Quanto à motorização terá três opções disponíveis, todas com a tecnologia híbrida-leve. A primeira delas é a Mild Hybrid com motor 1.2 turbo de três cilindros com um elétrico de 48V, que juntos entregam 130 cv, rendendo 18,8 km/l, com emissão de 123 g/km de CO2. Possui câmbio manual de 6 marchas e tração dianteira.

A versão Mild Hybrid Advanced tem 1.3 turbo de quatro cilindros e sistema de 12V. Pode utilizar um câmbio manual de 6 marchas com potência de 140 cv ou um CVT com potência de 160 cv, com 27,5 kgfm de torque e consumo de 16,1 km/l da mais potente. 

Já a versão topo de linha é a E-Tech Hybrid que associa o motor 1.2 turbo a um propulsor elétrico, com potência que pode variar entre 160 cv e 200 cv. Tem autonomia de 21,7 km/l e emite apenas 105 g/km de CO2, sendo considerado um dos híbridos mais eficientes e ecológicos do segmento. A tração pode ser dianteira ou integral, com suspensão traseira do tipo multilink.

O Austral é maior do que seu antecessor, medindo 4,51 metros de comprimento, 1,83 m de largura e 1,62 m de altura. O porta-malas tem capacidade entre 500 litros e 575 litros de acordo com o uso dos bancos fixos ou deslizantes e também da mecânica, visto que, a adição das baterias ocupa mais espaço.

Quanto ao visual assemelha-se ao Mégane E-Tech, com conjunto de faróis de LED em formato de “C”, fundidos ao novo logotipo da Renault por uma barra horizontal, a frente tem grade dianteira que conta com elementos quadriculados, para-choque com entradas de ar centrais e laterais e apliques pretos nas caixas de roda. As versões mais básicas tem rodas de 17″ ou 19″ e a mais cara tem rodas de 20″. Terá sete opções de cores com pintura em dois tons de série nas versões topo de linha. 

Na versão top, traz o pacote Esprit Alpine, linha mais equipada e com estética mais esportiva, com rodas em detalhes pretos e pintura exclusiva no tom cinza Satin Shale, pedais de alumínio com o logo da Alpine, revestimentos em tecido Alcantara, bancos com logotipo da marca, volante em couro Nappa com costuras azuis.

Por dentro chamam atenção o painel de instrumentos digital de 12,3″ e um head-up display de 9,3″, com central multimídia de 12″ na vertical, integrada ao sistema OpenR Link. Além de câmeras 360° em 3D, alerta de tráfego cruzado traseiro, frenagem de emergência automática traseira, assistente de estacionamento automatizado, aviso de ponto cego, entre outros.

A Renault não informou se o modelo estará disponível para outros mercados mas essa possibilidade também não foi descartada, portanto, não há previsão para a chegada do Austral no Brasil.

 

 

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