McLaren revela decoração da Tríplice Coroa para o Grande Prêmio de Mônaco

A McLaren Formula 1 Team está levando às ruas de Monte Carlo uma decoração especial que remete à conquista da Tríplice Coroa.

Ela poderá ser vista nos MCL60 durante o Grande Prêmio de Mônaco, no próximo domingo (28 de maio) como parte das comemorações do 60º aniversário da equipe.

“Tendo conquistado o maior feito do automobilismo com a Tríplice Coroa, temos orgulho de celebrar a rica história da McLaren com a decoração especial para o Grande Prêmio de Mônaco de 2023. Em consonância com as comemorações pelo nosso 60º aniversário e honrando o legado de Bruce McLaren, a decoração exclusiva homenageia as três vitórias que formaram a Tríplice Coroa”, disse Zak Brown, o CEO da equipe McLaren.

 

 

 

 

 

 

 

 

A decoração lembra e homenageia a Tríplice Coroa obtida pela McLaren ao vencer as três mais renomadas corridas do automobilismo.

Foram elas: as 500 Milhas de Indianapolis de 1974 com Johnny Rutherford, o Grande Prêmio de Mônaco de 1984 com Alain Prost e as 24 Horas de Le Mans de 1995 com J.J. Lehto, Yannick Dalmas e Masanori Sekiya.

Elementos na cor papaia retirados da vitoriosa estreia do MC16C/D da McLaren na Indy 500 cobrem a traseira do MCL60 de Lando Norris e Oscar Piastri.

Isso antes de encontrarem com o branco-gelo da parte central, lembrando o MP4/2 de Alain Prost que ganhou o Grande Prêmio de Mônaco de 1984.

A dianteira do carro do Grande Prêmio de Mônaco de 2023 foi finalizada em preto para homenagear o F1 GTR.

O  carro que deu a vitória à McLaren logo em sua primeira participação nas 24 Horas de Le Mans.

“É um privilégio estar envolvido nas comemorações do 60º aniversário da McLaren. Combinar as três icônicas decorações vencedoras em uma única para o Grande Prêmio de Mônaco de 2023 será um momento especial para toda a equipe”, acrescentou Lando Norris, piloto da McLaren Formula 1.

No halo do MCL60, as estrelas referentes à Tríplice Coroa (McLaren Racing)

Sob a tomada de ar do MCL60, os anos das vitórias celebradas: 1974, 1984 e 1995 (McLaren Racing)

 

 

 

 

 

 

 

 

Lando e Oscar comemorarão as conquistas e legado da equipe de Bruce McLaren ao levar o MCL60 à pista do Grande Prêmio de Mônaco entre os dias 26 e 28 próximos.

A McLaren tem uma rica história em Monte Carlo com 15 vitórias registradas desde 1984, é a equipe com mais triunfos nesse circuito.

A equipe continuará usando a decoração especial da Tríplice Coroa no Grande Prêmio da Espanha, marcado para o circuito de Barcelona-Catalunha apenas uma semana depois, entre os dias 2 e 4 de junho.

A Arrow McLaren também jogará luzes no legado da equipe fundada por Bruce McLaren ao exibir quatro decorações diferentes em cada um dos carros inscritos nas 500 Milhas de Indianapolis neste domingo.

McLaren com os carros da Tríplice Coroa: MCL60, M16C/D, MP4/2 e F1 GTR (McLaren Racing)

McLarens M16C/D, MP4/2 e F1 GTR (McLaren Racing)

 

 

 

 

 

 

 

 

Como parte das celebrações pela Tríplice Coroa, a McLaren mergulhou no seu notável arquivo para produzir cinco filmes.

Todos eles com quatro personagens sublinhando as primeiras vitórias nestas três corridas tão especiais.

Diálogos exclusivos com alguns dos maiores nomes do esporte, como Johnny Rutherford, Alain Prost, J. J. Lehto, Sir Jackie Stewart e Mario Andretti, destacarão a luminosa história da equipe que Bruce McLaren construiu.

Ainda abrilhantarão a incrível façanha que é a conquista da Tríplice Coroa.

Os fãs poderão se unir à equipe na celebração desta campanha com os limitados artigos de merchandise disponíveis online na McLaren Store.

Essa coleção especial é o resultado da colaboração com marcas populares como Mitchell & Ness, New Era e Castore.

Inclui bonés, malhas e agasalhos com capuz sob medida no estilo Tríplice Coroa.

“A decoração da Tríplice Coroa ficou incrível, e não posso imaginar melhor forma de fazer meu primeiro Grande Prêmio de Mônaco como piloto de Fórmula 1 pela equipe McLaren. Bruce McLaren ganhou em Monte Carlo de 1962 e a McLaren tem uma história riquíssima no Grande Prêmio de Mônaco. Sinto-me muito orgulhoso de alinhar no grid com o MCL60 com as mesmas cores dos carros vencedores da Tríplice Coroa”, concluiu Oscar Piastri, também piloto da McLaren Formula 1.

McLaren M16C/D de Johnny Rutherford nas 500 Milhas de Indianápolis de 1974 (McLaren Racing)

McLaren MP4/2 de Alain Prost vitorioso no GP de Mônaco de F1 de 1984 (McLaren Racing)

 

 

 

 

 

 

 

 

McLaren F1 GTR foi pilotado por Yannick Dalmas, J.J. Lehto e Masanori Sekiya (McLaren Racing)

 

 

 

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McLaren Racing comemora Tríplice Coroa com decorações especiais nas 500 Milhas de Indianápolis

A McLaren Racing produziu decorações especiais para os carros da equipe Arrow McLaren na 107ª edição das 500 Milhas de Indianapolis.

Tudo isso para celebrar a histórica conquista da Tríplice Coroa como parte de seu 60º aniversário.

A equipe tem quatro carros inscritos na corrida, o quarto representará a conquista coletiva e será pilotado pelo brasileiro Tony Kanaan.

O piloto fará sua despedida da Fórmula Indy na corrida que acontecerá no dia 28 de maio.

Os três carros da McLaren com pinturas alusivas à Tríplice Coroa (McLaren Racing)

Tony Kanaan testa o quarto carro da McLaren; brasileiro fará sua última Indy 500 (IndyCar Media/Joe Skibinski)

 

 

 

 

 

 

 

 

A Tríplice Coroa é amplamente reconhecida como a maior façanha do automobilismo.

Consiste em vencer as três mais prestigiosas corridas das pistas internacionais: o GP de Mônaco de Fórmula 1, as 500 Milhas de Indianápolis e as 24 Horas de Le Mans.

No caso da McLaren Racing, essas conquistas aconteceram algumas vezes.

A primeira na Indy 500 de 1974 com Johnny Rutherford, no GP de Mônaco de 1984 com Alain Prost e nas 24 Horas de Le Mans de 1995 com J.J. Lehto, Yannick Dalmas e Masanori Sekiya.

Emblema comemorativo da Tríplice Coroa em um dos carros da McLaren
(IndyCar Media/Joe Skibinski)

O Arrow McLaren nº 5 pilotado por Pato O’Ward terá decoração toda em preto em homenagem ao F1 GTR que ganhou as 24 Horas de Le Mans logo na primeira tentativa da McLaren.

O NTT DATA Arrow McLaren nº 6 pilotado por Felix Rosenqvist levará a representação da icônica pintura do MP4/2 com o qual Alain Prost venceu o GP de Mônaco pela primeira vez pela McLaren.

Carro de Pato O’Ward: preto, como o McLaren F1 GTR vencedor em Le Mans em 1995 (McLaren Racing)

Carro de Felix Rosenqvist: cores da vitória da McLaren no GP de Mônaco de 1984 (McLaren Racing)

 

 

 

 

 

 

 

O VELO Arrow McLaren Chevrolet nº 7 de Alexander Rossi correrá totalmente na cor papaia para lembrar o M16C/D que em 1974 garantiu a Johnny Rutherford a primeira vitória da McLaren nas 500 Milhas de Indianapolis.

Tony Kanaan alinhará o carro nº 66 da SmartStop Arrow McLaren Chevrolet com uma decoração alusiva à tríplice coroa.

No começo do ano, Kanaan anunciou que esta seria sua última participação na Indy 500.

Carro de Alexander Rossi na cor papaia, a mesma do vencedor da Indy 500 em 1974
(Divulgação)

Tony Kanaan durante o Open Test para as 500 Milhas de Indianápolis (Divulgação)

 

 

 

 

 

 

 

Todas essas ações integram a comemoração dos 60 anos da McLaren em 2023.

Honrando seus icônicos momentos na história, celebrando algumas de suas mais notáveis conquistas e o orgulho legado pela equipe do fundador Bruce McLaren.

Os fãs poderão tomar parte das celebrações por meio da edição limitada de merchandise da Tríplice Coroa, com peças selecionadas à venda na McLaren Store e no site do Indianapolis Motor Speedway ao longo da semana da Indy 500.

Uma variedade de peças especiais feitas em colaboração com marcas como Mitchell & Ness, New Era e Castore e artigos como bonés, malhas e blusas com capuz sob medida ao estilo Tríplice Coroa.

Pato O’Ward durante o Open Test para as 500 Milhas de Indianápolis (IndyCar Media/Joe Skibinski)

“Como fabricante, temos orgulho da conquista da prestigiosa Tríplice Coroa. Em nosso 60º aniversário, estamos jogando luz sobre o legado da equipe construída por Bruce McLaren e do papel que isso representa em nossas ambições futuras para o time. Como fã da McLaren desde sempre, lembro muito bem da dramática vitória de Alain Prost em Mônaco em 1984 e o incrível momento em que a equipe ganhou em Le Mans logo na estreia. Ao mesmo tempo, a primeira vitória de Johnny Rutherford nas 500 Milhas na cor papaia é um dos momentos mais importantes da história da McLaren Racing. Estou ansioso para ver nossos quatro carros levando as cores das vitórias na Tríplice Coroa na Indy 500 deste ano”, afirma Zak Brown, CEO da McLaren Racing.

Felix Rosenqvist durante o Open Test para as 500 Milhas de Indianápolis
(IndyCar Media/Joe Skibinski)

“Gosto de encorajar a equipe toda vez que eles vestem a camiseta de corrida na cor papaia dizendo ‘pensem na incrível conquista do time e o que significa fazer parte dessa rica história’. Esse significado será ainda maior em maio, quando levarmos nossos carros para o grid das 500 Milhas de Indianapolis com essa esplêndida decoração honrando o legado da Tríplice Coroa da McLaren Racing”, afirma Gavin Ward, diretor esportivo da Arrow McLaren.

Alexander Rossi durante o Open Test para as 500 Milhas de Indianápolis
(IndyCar Media/Joe Skibinski)

 

 

 

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Lotus Evija Fittipaldi: edição especial é o carro de produção mais potente do mundo

A Lotus está iniciando a fabricação do Evija Fittipaldi, o carro de produção mais potente do mundo. Trata-se de uma edição especial para comemorar o 50º aniversário do título do piloto brasileiro Emerson Fittipaldi e do Team Lotus na F1 em 1972.

O piloto ajudou a estabelecer a Team Lotus como uma lenda do automobilismo, garantindo o quinto dos seis campeonatos de F1 da equipe durante seu período mais dominante nas décadas de 1960 e 1970.

 

 

 

 

 

O icônico carro de corrida Lotus Type 72 utilizado por Fittipaldi influenciou fortemente a estética do Evija Fittipaldi.

Apresentando o mesmo esquema de cores preto e dourado, que também completa 50 anos em 2022, traz o exterior pintado à mão e vários outros recursos de design exclusivos que foram criados para comemorar essa colaboração.

Inclui ainda uma vista plana pintada à mão do Type 72 gravada no teto de fibra de carbono, decalques comemorando as vitórias de corrida do Type 72 na asa traseira ativa e o emblema nº 8 de Fittipaldi no Pilar B, a mesma designação que ele usava quando levou a Lotus para uma vitória em casa no Grande Prêmio em 1972.

As rodas Type 72 pretas e douradas apresentam contornos de trava central anodizados em vermelho no lado direito do carro e verde no lado esquerdo, com mais preto e dourado aplicados nas pinças de freio.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O interior também mantém o esquema de cores em dois tons. O couro preto é acentuado com costuras douradas, os pedais, os contornos das saídas de ar e o botão start-stop são todos dourados.

Além disso, destaques são encontrados no volante e nos encostos dos bancos, onde a costura dourada contrasta com o couro preto e a fibra de carbono visível. 

Um destaques fica por conta de um mostrador giratório central com acabamento dourado, feito de alumínio reciclado do Type 72 original, garantindo que uma peça genuína do icônico piloto de F1 faça parte de cada Evija Fittipaldi.

Outros detalhes incluem a assinatura de Fittipaldi bordada à mão no painel, uma representação esquemática do Type 72 no forro do teto interno e o elevador do seletor de marchas, feito de alumínio reciclado do monoposto.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O supercarro elétrico possui potente conjunto mecânico formado por quatro motores elétricos, que juntos rendem impressionantes 2040 cv de potência e 173,8 kgfm de torque.

Isso permite que o Evija Fittipaldi atinja 100 km/h em menos de três segundos e 300 km/h em apenas nove segundos, além de alcançar velocidade máxima limitada eletronicamente de 350 km/h.

A bateria de 93 kWh oferece até 400 km de autonomia em condução normal, e uma carga de 80% leva apenas 18 minutos usando um carregador rápido de 350 kW DC.

 

 

 

 

 

A apresentação do carro super exclusivo, aconteceu na semana passada na sede da empresa em Hethel, Reino Unido, com Fittipaldi como convidado de honra. 

“Gostei muito de fazer parte deste projeto e foi uma experiência maravilhosa revelar o carro a alguns dos novos proprietários. Ter a oportunidade de pilotar o Evija Fittipaldi e meu carro vencedor do campeonato Type 72 de Fórmula 1 na pista de testes de Hethel foi uma experiência incrível”, disse Emerson Fittipaldi.

O Lotus Evija Fittipaldi terá apenas 8 unidades produzidas e todas já foram vendidas. As primeiras entregas estão programadas para o início de 2023. 

A Lotus não anunciou publicamente um preço, mas provavelmente foi maior do que o preço já impressionante do Evija de mais de US $ 2 milhões, aproximadamente R$ 10.482.400,00.

 

 

 

 

 

 

 

 

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Audi anuncia entrada na Fórmula 1 a partir de 2026

A Audi anunciou oficialmente que entrará na Fórmula 1 como fabricante de unidades de potência a partir de 2026. A confirmação aconteceu na última sexta-feira (26), antes do GP da Bélgica deste fim de semana.

Os fatores determinantes para essa entrada ocorreram após a publicação do novo ciclo de regulamentos técnicos das unidades de potência aprovada pela FIA (Federação Internacional de Automobilismo), do aumento da potência elétrica e do processo para desenvolver combustíveis 100% sustentáveis pela F1 que a Audi deseja apoiar.

“Em vista dos grandes saltos tecnológicos que a competição está dando em direção à sustentabilidade em 2026, podemos falar de uma nova Fórmula 1. A Fórmula 1 está se transformando e a Audi quer ativamente apoiar esta jornada. Uma estreita ligação entre o nosso projeto de Fórmula 1 e o departamento de Desenvolvimento Técnico da Audi AG permitirá diversas sinergias”, afirma Oliver Hoffmann, membro do Conselho de Desenvolvimento Técnico da montadora.

 

A partir de 2026, as unidades de potência de um carro de Fórmula 1 incluirão um motor elétrico, bateria, eletrônica de controle e um motor de combustão (funcionando com combustível sustentável). 

A marca sugere que a unidade de acionamento elétrico pode ser quase tão potente quanto o motor de 1,6 litro de 400 kW encontrado em um carro de F1 hoje.

A fabricação das unidades de potência serão realizadas no Centro de Competência Motorsport de última geração da Audi Sport em Neuburg an der Donau, porém o fabricante com o qual eles se unirão para a tecnologia ainda não foi revelado. Em comunicado de impressa foi informado que a decisão deverá ser anunciada até o final do ano.

“Para o desenvolvimento e fabricação do trem de força da Fórmula 1, vamos nos basear na valiosa experiência de nossos funcionários do automobilismo, continuar investindo em nosso centro de automobilismo e também recrutar profissionais altamente especializados”, disse o diretor administrativo da Audi Sport, Julius Seebach.

 

O carro conceito apresentado pela marca trouxe um visual simular aos carros atuais da F1. As rodas são completamente fechadas, com os aerofólios e carenagens usados para reduzir o atrito do vento nos pneus dianteiros. 

A participação da Audi na Fórmula 1 também trará mudanças relacionadas ao gerenciamento desse projeto, pois a partir de 1º de setembro Julius Seebach, diretor administrativo da Audi Sport GmbH, ingressará na AUDI AG.

Seebach assumirá uma nova área de negócios estratégicos em Desenvolvimento Técnico, reportando-se diretamente ao Conselho Executivo. Sua função atual será assumida por Rolf Michl, atual Chefe de Vendas/Marketing da Audi Sport GmbH.

De acordo com Markus Duesmann, Presidente do Conselho de Administração da AUDI AG, a Audi fará um investimento maior na F1 do que em qualquer outra série de automobilismo porque eles planejam estar na F1 a longo prazo.

Ao que tudo indica, a Porsche, que também faz parte do Grupo Volkswagen, parece pronta para ingressar no campeonato como fornecedora de unidades de potência. Embora um acordo ainda não tenha sido finalizado, está fortemente ligada a uma parceria com a Red Bull.

Apesar de no momento nenhum outro fabricante estar fazendo uma entrada iminente na Fórmula 1, espera-se que os novos regulamentos, juntamente com o compromisso da Audi e, portanto, a crença nas novas regras, possa levar a mais adesões no futuro.

 

 

 

 

 

 

 

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