GP Wilson Fittipaldi Júnior: Stock Car homenageia o vice-campeão de 1991

A temporada 2024 da Stock Car Pro Series começa neste fim de semana (02 e 03/03), com uma homenagem a um dos grandes nomes da história do automobilismo brasileiro.

A etapa que marca o início do campeonato levará o nome de GP Wilson Fittipaldi Júnior, em tributo ao ex-piloto, idealizador e líder da única equipe brasileira da história do Mundial de Fórmula 1, a Copersucar-Fittipaldi, e vice-campeão da Stock Car, em 1991.

O Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Goiânia (GO), será o palco deste tributo em lembrança ao membro da família Fittipaldi que nos anos 60, 70 e 80, ao lado do irmão mais novo, Emerson, deu início a um movimento que encerrou uma fase menos profissional do esporte a motor do país.

Wilsinho, ou Tigrão, como era conhecido nos autódromos, faleceu na última sexta-feira (23/03) em São Paulo, aos 80 anos.

Wilson Fittipaldi Júnior (Foto: Sergio Sanderson)

Wilsinho deixa um enorme legado para o automobilismo brasileiro.

Filho do ‘Barão’ Wilson Fittipaldi, um jornalista e incentivador do esporte que criou uma das mais importantes competições do automobilismo brasileiro, as Mil Milhas de Interlagos, realizadas até hoje.

Inteligente e irrequieto, Wilsinho desenvolveu o primeiro kart e promoveu a primeira corrida deste micro-monoposto no Brasil.

Depois de desenvolver vários carros de corrida no país, partiu para um projeto impensável para a época: a criação da Fittipaldi, a primeira e única equipe baseada fora da Europa que disputou o Mundial de Fórmula 1 entre 1975 e 1982.

Além de Emerson, outros pilotos do país também representaram o time, como Ingo Hoffmann e Chico Serra, que depois se tornaram ícones da Stock Car.

Filho de Wilsinho, Christian Fittipaldi também competiu na principal categoria brasileira, entre 2005 e 2006.

Wilson (primeiro à dir.) com a equipe Action Power de Stock Car e F-Chevrolet
(Foto: Sergio Sanderson)

Programação e transmissão

As atividades de pista em Goiânia para a primeira etapa do campeonato começam nesta sexta-feira, 1º de março, dia reservado para treinos livres. O sábado será bastante movimentado no Autódromo Internacional Ayrton Senna.

Às 11h está marcada a sessão classificatória que vai definir o primeiro pole position de 2024. Pouco depois, a partir de 13h, os fãs terão uma grande novidade com a visitação aos boxes, que neste ano vai acontecer também aos sábados.

O dia será completado com a primeira corrida Sprint da Stock Car, com largada prevista para 14h40.

O cronograma será completado no domingo. A visitação aos boxes está marcada para 10h, e pouco depois, ao meio-dia, os pilotos vão largar para a corrida principal do GP Wilson Fittipaldi.

A Stock Car Pro Series é transmitida ao vivo pela Band na TV aberta, SporTV e BandSports na TV por assinatura, além do canal oficial da categoria no YouTube; Motorsport.tv, atingindo mais de 150 países em cinco idiomas diferentes a cada etapa, canal da Tribo do Gaules na Twitch, MAVTV Brasil Motorsports Network e MAVTV América do Norte.

(Foto: Duda Bairros/Stock Car)

WILSON FITTIPALDI JÚNIOR
Nascimento: 25/12/1943, em São Paulo (SP). Faleceu em 23/02/2024, aos 80 anos
Filho de jornalista especializado Wilson ‘Barão’ Fittipaldi e Josefa ‘Juzy’ Wojciechowska
Irmão mais velho de Emerson Fittipaldi, bicampeão mundial de Fórmula 1
Pai do ex-piloto de Fórmula 1, F-Indy e Stock Car, Christian Fittipaldi
Construtor do primeiro kart no Brasil e organizador da primeira corrida da categoria no país
Idealizador da primeira equipe do Mundial de Fórmula 1 baseada fora da Europa
Pela Copersucar-Fittipaldi, ou apenas Fittipaldi, correram pilotos que tornaram-se lendas do automobilismo brasileiro, como o próprio Emerson e também Ingo Hoffmann e Chico Serra

Em família: o jovem Christian brinca com o pai durante etapa da Stock Car
(Foto: Sergio Sanderson)

Fórmula 1
Corridas disputadas: 35 (entre 1972 e 1975)
Melhor resultado: 5º lugar no GP da Alemanha de 1973
Líder do projeto da Copersucar-Fittipaldi, única equipe brasileira a correr no Mundial de Fórmula 1, com estreia no GP da Argentina de 1975.

Stock Car
Corridas disputadas: 50
Temporadas: 6
Melhor resultado: vice-campeão em 1991
Vitórias: 2 (Curitiba, 1991; Jacarepaguá, 1995)
Pódios: 20
Poles: 1
Voltas mais rápidas: 4

GP WILSON FITTIPALDI JÚNIOR
Programação em Goiânia
Sexta-feira, 1º de março
08h00 – Treino de Rookie
09h00 – Shakedown
11h00 – Treino Livre 1
15h00 – Treino Livre 2

Sábado, 2 de março
11h00 – Classificação
13h00 – Visitação aos boxes
14h40 – Corrida Sprint (30 minutos + 1 volta)

Domingo, 3 de março
10h00 – Visitação aos boxes
12h00 – Corrida principal (50 minutos + 1 volta)

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Nick Cassidy se junta a Mitch Evans na Jaguar TCS Racing para temporada 2024 da Fórmula E

A Jaguar TCS Racing anunciou que Nick Cassidy se juntará ao time de pilotos da equipe para a temporada 2024 do Campeonato Mundial de Fórmula E da ABB FIA, o segundo ano da era Gen3 da Fórmula E.

Nick, um dos principais desafiantes ao título na temporada de 2023, se juntará ao piloto Mitch Evans.

O também neozelandês Evans, está na equipe desde que se juntou ao campeonato mundial de elétricos em 2016.

Os dois Kiwis serão uma das duplas de pilotos mais fortes do grid, com 15 vitórias, 37 pódios, 11 pole positions e 1076 pontos no campeonato.

Nick Cassidy

Mitch Evans

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nascido em Auckland, na Nova Zelândia, Nick começou a correr ainda jovem.

Ele competiu contra o agora novo companheiro de equipe Mitch ao longo de sua infância em categorias como kart e Fórmula Toyota.

Passando para os monopostos, Cassidy teve uma estreia vitoriosa na Fórmula da Nova Zelândia em 2008.

Isso ainda antes de se tornar um dos pilotos mais bem-sucedidos da história da Toyota Racing Series.

Cassidy passou a correr nos campeonatos europeus de Fórmula 3 da FIA e Renault 2.0.

“Estou muito animado por me juntar à equipe Jaguar TCS Racing para o Campeonato Mundial de Fórmula E da ABB FIA de 2024 e estou ansioso para correr por uma equipe como a Jaguar, que tem uma história tão bem-sucedida no automobilismo. Esta temporada tem sido a minha mais bem sucedida até hoje, então mal posso esperar para chegar ao volante do Jaguar I-TYPE 6 e lutar por pontos, pódios e vitórias. Ansioso para ter Mitch como companheiro de equipe, nos conhecemos desde que éramos crianças e corremos um contra o outro por anos, então estou orgulhoso de que correremos juntos e espero continuar a colocar a Nova Zelândia no mapa do automobilismo”, disse Nick Cassidy, piloto da Jaguar TCS Racing.

Após seus anos de formação competindo na Nova Zelândia e na Europa, Nick teve um período de muito sucesso em sua carreira no Japão.

Foi lá onde venceu o ultracompetitivo Campeonato Japonês de Fórmula 3 em 2015.

Além do Campeonato Super GT em 2019 e do título máximo da Super Fórmula em 2019, todos pilotando pela Toyota.

Após este capítulo de sua carreira, ele se juntou ao Campeonato Mundial de Fórmula E da ABB FIA em 2020.

Pilotando pela Envision Racing após um impressionante teste de novatos em Marrakesh com a equipe.

“Estamos entusiasmados em anunciar que Nick Cassidy se juntou à Jaguar TCS Racing. O histórico de Nick fala por si só e é alguém que sempre estivemos de olho em seu tempo correndo no Japão.  Desde que chegou à Fórmula E, ele foi de vento em popa e sua temporada de 2023 foi muito impressionante. Nick estava altamente motivado para se juntar à equipe e estamos orgulhosos de recebê-lo na família Jaguar.  Entramos na nova temporada com uma das duplas de pilotos mais fortes do grid e, em parceria com o Jaguar I-TYPE 6 e nossa talentosa equipe , buscaremos mais uma vez disputar os títulos do Campeonato Mundial de Pilotos e Equipes”, afirmou James Barclay, chefe de equipe da Jaguar TCS Racing.

Em 2022, Nick teve sua primeira vitória na Fórmula E no E-Prix de Nova York e um pódio em Londres, terminando  em décimo primeiro lugar no Campeonato de Pilotos.

Ele se junta à Jaguar TCS Racing após sua temporada de maior sucesso até o momento.

Tendo terminado a temporada de 2023 como vice-campeão no Mundial de Pilotos, trazendo a luta pelo título para o último fim de semana da temporada.

Nick foi fundamental para vencer o Campeonato Mundial de Equipes com a Envision Racing, pilotando um Jaguar I-TYPE 6.

O Campeonato Mundial de Fórmula E ABB FIA 2024 começará dia 13 de janeiro de 2024 na Cidade do México.

Para a primeira de 17 etapas emocionantes de corridas em circuitos de rua no coração de diversas cidades do mundo.

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Dudu Barrichello leva vitória incrível em Cascavel e Serra também triunfa

A Stock Car Pro Series viveu um domingo (18) memorável no Autódromo Internacional Zilmar Beux, em Cascavel (PR).

Foram duas provas emocionantes em uma das pistas mais desafiadoras do Brasil.

Na Corrida 1, Daniel Serra (Chevrolet Cruze da Eurofarma RC) conquistou a vitória 23 na categoria depois de superar Felipe Fraga (Cruze da Blau Motorsport) nas voltas finais.

E na segunda disputa do fim de semana, Dudu Barrichello (Toyota Corolla da Mobil Ale) alcançou um feito surpreendente e emocionante em sua apenas 11ª prova ao cruzar a linha de chegada na frente.

Ele arrancou lágrimas do pai, o bicampeão Rubens Barrichello, e se tornou o 76º piloto a subir ao topo do pódio da Stock Car.

Rubens Barrichello festeja a conquista do filho Dudu no Autódromo Zilmar Beux
(Duda Bairros/Stock Car)

Enquanto a primeira prova da etapa foi decidida no embate direto entre os dois primeiros colocados do grid de largada, a Corrida 2 foi igualmente movimentada.

Ainda mais apimentada pelas duas intervenções do safety-car, o que mexeu bastante com a estratégia dos pilotos.

Depois de ‘sobreviver’ em jornada na qual o próprio pai ficou pelo caminho, envolvido em um dos incidentes que provocaram o segundo safety-car, Dudu surgiu na frente.

Isso após todos os pilotos realizarem seus pit-stops obrigatórios e manteve a ponta.

Mesmo seguido pelo maior campeão em atividade na categoria, Cacá Bueno (KTF Sports), de volta ao pódio na segunda colocação.

Rafael Suzuki (Pole Motorsport) completou o top-3.

Dudu Barrichello alcançou feito surpreendente com vitória neste domingo
(Marcelo Machado de Melo/Stock Car)

A conquista de Dudu Barrichello é marcante em vários sentidos.

Com apenas 21 anos, o paulista triunfou na Stock Car depois de um mês bastante complicado.

Primeiro, em razão do forte acidente em Tarumã, que o tirou da disputa da terceira etapa do campeonato.

Mais tarde por um problema de cálculo renal que o levou ao hospital para um procedimento cirúrgico.

Por fim, a maratona de 10 horas de carro entre Campinas e Cascavel na última quinta-feira após ter o voo cancelado em razão do mau tempo.

A vitória em Cascavel, pista onde Dudu estreou na Pro Series, em 2021, coroa a dedicação de um dos jovens talentos que brilham hoje no automobilismo nacional.

Antes mesmo de Dudu Barrichello cruzar a linha de chegada, o pai já mostrava estar muito emocionado no pit-lane.

Com a confirmação da vitória do filho, Rubinho desabafou: “Ele merece muito, ele tem lutado muito por isso. Estou chorando aqui junto com vocês”, disse o dono do Corolla #111.

“Estou muito feliz. Muito obrigado a todos os que acreditaram em mim; ao Maurício (chefe de equipe da Full Time Mobil Ale), por ter acreditado em meu talento e por ter batalhado muito para que estivesse aqui. Agradeço também ao meu pai, devo muito isso a ele, à minha mãe e meu irmão, à minha família. Estava muito focado em acelerar e fazer a estratégia funcionar. Tenho de pensar em muita coisa ao mesmo tempo. Não tremi, mas percebi só na última volta que iria ganhar. Se alguém tivesse me dito meses atrás que venceria uma prova aqui, não acreditaria”, vibrou o jovem Barrichello.

Dudu Barrichello
(Marcelo Machado de Melo/Stock Car)

O domingo de velocidade em Cascavel começou com reverência a Xandy Negrão, quatro vezes vice-campeão da Stock Car.

Ele é um dos maiores nomes do automobilismo nacional, lembrado com um minuto de silêncio antes da largada.

Felipe Fraga fez valer a pole position e liderou a primeira parte da Corrida 1, mas Daniel Serra se mostrou mais rápido depois do pit-stop obrigatório.

Ele fez a ultrapassagem sobre o campeão de 2016 e assumiu a liderança nas voltas finais.

Naquele momento da prova, Gaetano Di Mauro e Felipe Massa vinham em ótimas colocações, entre os dez primeiros, mas enfrentaram problemas e tiveram de abandonar.

Gabriel Casagrande voltou à liderança do campeonato depois da quarta etapa
(Duda Bairros/Stock Car)

Ao fim de 29 voltas, Serrinha alcançou a 23ª vitória da carreira e a segunda da temporada, levando a Eurofarma RC ao terceiro triunfo em 2023.

Fraga e Gabriel Casagrande (A.Mattheis Vogel) completaram um pódio de campeões.

Cesar Ramos (Ipiranga Racing) finalizou em quarto, seguido por Allam Khodair (Blau Motorsport) e Thiago Camilo (Ipiranga Racing).

Lucas Foresti (A.Mattheis Vogel) foi o sétimo, enquanto Rafael Suzuki, Julio Campos (Lubrax Podium) e Guilherme Salas (KTF) completaram a lista dos dez melhores colocados.

Serrinha voltou a vencer no campeonato e agora está em terceiro na tabela
(Duda Bairros/Stock Car)

 

Depois de jornadas complicadas em Interlagos e Tarumã, Serrinha festejou por estar de volta ao topo.

“Feliz demais por voltar a vencer na Corrida 1 depois de duas etapas conturbadas com furos de pneu. Aqui em Cascavel acertamos tudo direitinho e fizemos um carro espetacular. Fim de semana começou difícil e não éramos tão competitivos. Acabei cometendo um erro nos treinos e bati o carro. No fim das contas, acho que isso mostra ainda mais o valor do nosso time, que deixou o carro perfeito e vencedor”, destacou o tricampeão.

Daniel Serra faturou a Corrida 1 após duelo com Felipe Fraga em Cascavel
(Duda Bairros/Stock Car)

A segunda prova da etapa de Cascavel teve uma largada incrível, com direito a três carros lado a lado na Curva do Bacião, o trecho mais desafiador dos circuitos brasileiros.

Salas seguiu na liderança nas primeiras voltas depois de largar na frente por conta da regra do grid invertido.

A corrida teve duas entradas do safety-car.

A primeira aconteceu em razão do incidente entre Sergio Jimenez e Ricardo Maurício, o que resultou na parada do piloto da Scuderia Chiarelli no fim da reta dos boxes.

A segunda intervenção do carro de segurança aconteceu depois que Rubens Barrichello ficou com o carro avariado e lento após disputa de pista.

O piloto foi parte de outro incidente, que também envolveu Marcos Gomes, Enzo Elias e Tony Kanaan.

(Foto: Magnus Torquato/Stock Car)

Lucas Foresti chegou a ocupar a ponta na relargada, seguido por Cesar Ramos e Bruno Baptista (RCM Motorsport).

Enquanto Átila Abreu (Pole Motorsport) vinha em quarto e Felipe Massa em quinto.

Mas todos precisavam fazer suas paradas obrigatórias.

Depois que todos os pilotos fizeram os pit-stops, Dudu Barrichello assumiu a liderança de forma surpreendente, seguido por Cacá Bueno e Rafael Suzuki.

Casagrande era o quarto, e Camilo vinha em quinto lugar.

Com bom desempenho e vantagem controlada para Cacá Bueno, Dudu Barrichello venceu de forma incrível na Stock Car.

Cacá Bueno voltou ao pódio da categoria depois de 1 ano e 2 meses ao cruzar a linha de chegada em segundo.

Rafael Suzuki foi o terceiro, faturando seu segundo pódio na temporada.

A última vitória do mais velho dos filhos de Rubens havia sido em 10 de outubro de 2020, quando o jovem Dudu ainda corria na USF2000, categoria do ‘Road to Indy’, nos Estados Unidos.

(Foto: Magnus Torquato/Stock Car)

 Maior pontuador do fim de semana, com 38 tentos, Gabriel Casagrande voltou à ponta do campeonato em Cascavel.

Depois de comandar a tabela com o término da etapa de Interlagos, em abril, o campeão de 2021 reassumiu a liderança.

Isso após marcar um terceiro e um quinto no Autódromo Internacional Zilmar Beux.

Agora, com oito provas disputadas em 2023, Casagrande soma 135 pontos.

Enquanto Thiago Camilo agora volta à segunda posição, com 131, após ter marcado um sexto e um quarto lugares neste domingo em Cascavel.

Impulsionado pela vitória na Corrida 1, Serra regressa ao top-3, com 102 pontos.

Cesar Ramos vem em quarto, com 99, e Ricardo Maurício é quinto, com 87 tentos marcados e empatado com Felipe Fraga.

(Foto: Magnus Torquato/Stock Car)

Guilherme Salas está na sétima posição, com 85, enquanto Rubens Barrichello caiu quatro colocações e agora é o oitavo, com 84.

Bruno Baptista, também com 84, e Rafael Suzuki, com 78, completam a relação dos dez melhores posicionados.

Dudu Barrichello, com o triunfo neste domingo, tem 46 pontos, em 18º no campeonato.

A quinta etapa da temporada 2023 da Stock Car acontece em três semanas, entre 7 e 9 de julho, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo.

Os vencedores deste domingo de quarta etapa da temporada 2023, em Cascavel
(Magnus Torquato/Stock Car)

Stock Car Pro Series, etapa 4, Cascavel
Corrida 1
1º – Daniel Serra (Eurofarma RC/Chevrolet Cruze), 29 voltas em 32min12s295
2º – Felipe Fraga (Blau Motorsport/Chevrolet Cruze), a 3s748
3º – Gabriel Casagrande (A.Mattheis-Vogel/Chevrolet Cruze), a 7s562
4º – Cesar Ramos (Ipiranga Racing/Toyota Corolla), a 9s185
5º – Allam Khodair (Blau Motorsport/Chevrolet Cruze), a 10s443
6º – Thiago Camilo (Ipiranga Racing/Toyota Corolla), a 15s169
7º – Lucas Foresti (A.Mattheis-Vogel/Chevrolet Cruze), a 17s190
8º – Rafael Suzuki (Pole Motorsport/Chevrolet Cruze), a 18s961
9º – Julio Campos (Lubrax Podium/Chevrolet Cruze), a 23s803
10º – Guilherme Salas (KTF Racing/Chevrolet Cruze), a 24s418
11º – Ricardo Zonta (RCM Motorsport/Toyota Corolla), a 28s500
12º – Bruno Baptista (RCM Motorsport/Toyota Corolla), a 31s028
13º – Dudu Barrichello (Mobil Ale /Toyota Corolla), a 32s546
14º – Lucas Kohl (Hot Car Competições/Chevrolet Cruze), a 33s035
15º – Felipe Baptista (KTF Racing/Chevrolet Cruze), a 33s152
16º – Rubens Barrichello (Mobil Ale/Toyota Corolla), a 33s453
17º – Denis Navarro (Cavaleiro Sports/Chevrolet Cruze), a 37s940
18º – Marcos Gomes (Cavaleiro Sports/Chevrolet Cruze), a 55s585
19º – Gianluca Petecof (Full Time Sports/Toyota Corolla), a 1 volta
20º – Cacá Bueno (KTF Sports/Chevrolet Cruze), a 1 volta
21º – Átila Abreu (Pole Motorsport/Chevrolet Cruze), a 1 volta
22º – Enzo Elias (Crown Racing/Toyota Corolla), a 1 volta
23º – Felipe Massa (Lubrax Podium/Chevrolet Cruze), a 1 volta
24º – Ricardo Maurício (Eurofarma RC/Chevrolet Cruze), a 2 voltas
25º – Gaetano Di Mauro (Hot Car Competições/Chevrolet Cruze), a 3 voltas

Não completaram
Tony Kanaan (Texaco Racing/Toyota Corolla), a 11 voltas
Nelson Piquet Jr. (Crown Racing/Toyota Corolla), a 12 voltas
Rodrigo Baptista (KTF Sports/Chevrolet Cruze), a 13 voltas
Sergio Jimenez (Scuderia Chiarelli/Toyota Corolla), a 17 voltas
Matías Rossi (Full Time Sports/Toyota Corolla), a 21 voltas

Corrida 2
1º – Dudu Barrichello (Mobil Ale /Toyota Corolla), 22 voltas em 31min49s290
2º – Cacá Bueno (KTF Sports/Chevrolet Cruze), a 2s383
3º – Rafael Suzuki (Pole Motorsport/Chevrolet Cruze), a 3s126
4º – Thiago Camilo (Ipiranga Racing/Toyota Corolla), a 3s367
5º – Gabriel Casagrande (A.Mattheis-Vogel/Chevrolet Cruze), a 4s086
6º – Allam Khodair (Blau Motorsport/Chevrolet Cruze), a 6s457
7º – Ricardo Maurício (Eurofarma RC/Chevrolet Cruze), a 10s886
8º – Felipe Baptista (KTF Racing/Chevrolet Cruze), a 12s286
9º – Lucas Kohl (Hot Car Competições/Chevrolet Cruze), a 16s543
10º – Guilherme Salas (KTF Racing/Chevrolet Cruze), a 23s613
11º – Matías Rossi (Full Time Sports/Toyota Corolla), a 42s632
12º – Felipe Massa (Lubrax Podium/Chevrolet Cruze), a 44s701
13º – Gianluca Petecof (Full Time Sports/Toyota Corolla), a 45s331
14º – Denis Navarro (Cavaleiro Sports/Chevrolet Cruze), a 47s308
15º – Bruno Baptista (RCM Motorsport/Toyota Corolla), a 49s426
16º – Átila Abreu (Pole Motorsport/Chevrolet Cruze), a 49s795
17º – Daniel Serra (Eurofarma RC/Chevrolet Cruze), a 49s978
18º – Cesar Ramos (Ipiranga Racing/Toyota Corolla), a 51s249
19º – Lucas Foresti (A.Mattheis-Vogel/Chevrolet Cruze), a 51s574
20º – Felipe Fraga (Blau Motorsport/Chevrolet Cruze), a 54s398
21º – Julio Campos (Lubrax Podium/Chevrolet Cruze), a 54s474
22º – Tony Kanaan (Texaco Racing/Toyota Corolla), a 1min05s122
23º – Rodrigo Baptista (KTF Sports/Chevrolet Cruze), a 2 voltas

Não completaram
Rubens Barrichello (Mobil Ale/Toyota Corolla), a 14 voltas
Marcos Gomes (Cavaleiro Sports/Chevrolet Cruze), a 14 voltas
Enzo Elias (Crown Racing/Toyota Corolla), a 14 voltas
Ricardo Zonta (RCM Motorsport/Toyota Corolla), a 15 voltas
Nelson Piquet Jr. (Crown Racing/Toyota Corolla), a 16 voltas
Sergio Jimenez (Scuderia Chiarelli/Toyota Corolla), a 20 voltas
Gaetano Di Mauro (Hot Car Competições/Chevrolet Cruze), não largou

Classificação do campeonato após 4 etapas:
1º – Gabriel Casagrande, 135 pontos
2º – Thiago Camilo, 131
3º – Daniel Serra, 102
4º – Cesar Ramos, 99
5º – Ricardo Maurício, 87
6º – Felipe Fraga, 87
7º – Guilherme Salas, 85
8º – Rubens Barrichello, 84
9º – Bruno Baptista, 84
10º – Rafael Suzuki, 78
11º – Ricardo Zonta 68
12º – Allam Khodair, 67
13º – Denis Navarro, 66
14º – Gaetano Di Mauro, 63
15º – Felipe Baptista, 56
16º – Marcos Gomes, 53
17º – Cacá Bueno, 50
18º – Dudu Barrichello, 46
19º – Lucas Foresti, 46
20º – Nelson Piquet Jr., 45
21º – Julio Campos, 44
22º – Lucas Kohl, 35
23º – Gianluca Petecof, 32
24º – Átila Abreu, 31
25º – Matías Rossi, 27
26º – Felipe Massa, 25
27º – Enzo Elias, 23
28º – Sergio Jimenez, 19
29º – Rodrigo Baptista, 11
30º – Arthur Leist, 9
31º – Rafael Martins, 7
32º – Tony Kanaan, 6
33º – Raphael Teixeira, 3
* pontuação extraoficial

Calendário da temporada 2023
Etapa / Data / Local
5ª – 09/07 – Interlagos (SP)
6ª – 06/08 – Velocitta (SP)
7ª – 27/08 – Goiânia (GO)
8ª – 17/09 – Velopark (RS)
9ª – 08/10 – Buenos Aires (Argentina)
10ª – 29/10 – Velocitta (SP)
11ª – 26/11 – Brasília (DF)
12ª – 17/12 – Interlagos (SP)

 

 

 

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Le Mans, 100 anos: Como as 24 Horas se tornaram a corrida mais tradicional do mundo

Criada em 1923, as 24 Horas de Le Mans completam 100 anos em 2023.

Apesar de ser apenas a 91ª edição da famosa prova, realizada em trechos de estradas e de autódromo permanente, no Circuito de la Sarthe, a ocasião é também bastante especial.

Isso devido o grid pela primeira vez em muitos anos estar em grande forma, com a entrada de diversas montadoras como Ferrari, Porsche, Peugeot e Cadillac se juntando à Toyota, que chega como a favorita para a edição deste ano.

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans
(Foto: Paulo Maria DPPI)

Para 2024 há ainda a promessa da chegada à categoria Hypercar de nomes de peso como BMW, Alpine e Lamborghini.

O que para muitos marca o início de uma nova “era de ouro” das corridas de longa duração e em especial das 24 Horas de Le Mans.

O brasileiro André Negrão, piloto do Alpine #35, disputa pela sétima vez a corrida, vencida por ele na categoria LMP2 em 2018 e 2019.

O piloto acredita que esse é um grande momento estar mais uma vez no grid de Le Mans, principalmente por contar com a presença de tantos bons pilotos e bons carros.

“Vamos buscar um bom resultado na LMP2 neste ano. Eu já venci duas vezes a prova por essa categoria. Mas, é claro, é uma prova de 24 horas. Tudo e sempre pode acontecer. E é por isso que você vê muitas equipes comemorando apenas o fato de ter terminado a corrida. Muita gente até chorando. É um grande esforço para todos, mas se você consegue chegar ao fim sempre se sente recompensado”, disse André Negrão. 

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Paulo Maria DPPI)

Organizada pelo ACO (Automobile Club de l’Ouest), a primeira prova ocorreu em 26 e 27 de maio de 1923.

Inicialmente, os organizadores queriam promover uma corrida que testasse a ainda incipiente tecnologia dos automóveis, com muitas pequenas fábricas espalhadas especialmente pela Europa.

O formato era diferente: o carro vencedor seria aquele que conseguisse cobrir a maior distância após três edições das 24 horas.

Mas a ideia foi abandonada em 1928, com os vencedores de cada edição sendo reconhecidos como os ganhadores.

A prova não foi realizada em nove anos entre 1923 e 2023.

Primeiro em 1936, devido a uma greve geral na França, e depois pela Segunda Guerra Mundial, entre 1940 e 1948, quando a pista também precisou ser reconstruída. 

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Joao Filipe DPPI)

Com a retomada da prova em 1949, diversas montadoras passaram a se interessar pela competição.

O ano marcou também a primeira vitória da Ferrari, com um modelo 166MM, carro que inspirou a canção “Red Barchetta”, da banda canadense Rush.

Em 1953, com a formação do Mundial de Protótipos, a prova ganhou um campeonato organizado que orbitava em torno dela, como acontece até hoje, nos últimos anos como Mundial de Endurance.

A edição de 1955 viu acontecer um grande susto: a maior tragédia da história do automobilismo.

O francês Pierre Levegh bateu na reta principal. Seu carro foi parar em uma área de espectadores e matou 84 pessoas.

O que motivou preocupações e melhorias de segurança e também o abandono das corridas por parte da Mercedes Benz e, um pouco mais tarde, a proibição de provas na Suíça.

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Paulo Maria DPPI)

Com o avanço dos carros, nos anos 1960 os modelos chegavam aos 320 km/h na reta Mulsanne, ainda sem chicanes, que foram apenas colocadas em 1990.

Neste período, uma das grandes histórias do automobilismo se criou em Le Mans, quando a Ford derrotou a Ferrari na prova francesa em 1966, episódio retratado no filme “Ford vs. Ferrari” (2019).

Para aumentar o peso dessa saga, a marca de Maranello, que ganhou de 1960 até 1965, não vence as 24 Horas de Le Mans desde então.

Neste período, a popularidade da prova aumentou, com edições chegando a ter mais de 300 mil espectadores.

Nos anos 1970, a famosa largada com os pilotos correndo até os carros foi abandonada em detrimento de mais segurança, primeiramente por uma largada parada (1970) e posteriormente em movimento (1971).

O segundo grande momento das 24 Horas de Le Mans veio nos anos 1980 com a criação do Grupo C, que uniu regulamentos de campeonatos pelo mundo.

Nesta época, diversas montadoras levaram carros que até hoje são relembrados com carinho pelos fãs para a corrida francesa.

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Paulo Maria DPPI)

Entre as marcas estava a Porsche, que conseguiu a façanha de em 1983 fazer nove dos 10 primeiros colocados na prova.

Além de anotar a maior média de velocidade da história em uma volta em 1985, 251,815 km/h.

Outras fábricas que construíram seus nomes na corrida e fizeram modelos hoje considerados lendários são Jaguar, Mazda (primeira japonesa a vencer, em 1991), Toyota e Nissan.

Tem ainda a Mercedes por meio da equipe Sauber, e a Peugeot (dona do recorde de velocidade da reta Mulsanne em 1988, 405 km/h).

Neste período, a FIA decidiu impor aos times do Grupo C, em 1992, que apenas carros com motores 3.5L e com arquitetura em V competissem no Mundial de Protótipos, igualando seu regulamento ao da Fórmula 1.

Os custos subiram excessivamente e, assim, as montadoras tiveram que fazer uma opção e iniciaram uma retirada do campeonato.

E por isso, em 1993 o campeonato foi cancelado devido à falta de participantes. 

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Joao Filipe DPPI)

As 24 Horas de Le Mans ficaram sem um campeonato oficial entre 1993 e 2010.

Em 2011 a prova contou para o Intercontinental Le Mans Cup, porém em 2012 um novo campeonato nasceu para contemplar a prova.

Esse campeonato foi o Mundial de Endurance, ou World Endurance Championship, que permanece até hoje.

Desde sua formação, o WEC possui entre três e quatro classes, englobando também carros de GT, os superesportivos vendidos ao público que se popularizaram na prova após o fim do Grupo C.

Nesta fase, a Audi iniciou dominando (vencendo 13 edições entre 2000 e 2014) antes de sair do campeonato em 2016.

Após isso, a Porsche conquistou as últimas três de suas 19 vitórias em Le Mans, recorde para uma montadora, antes de também sair no fim de 2017.

Já nos últimos cinco anos a Toyota, que amargou uma derrota na última volta em 2016 para a Porsche após uma falha mecânica, conquistou cinco vitórias seguidas.

As duas primeiras com o espanhol Fernando Alonso, bicampeão de Fórmula 1, ao volante.

A marca japonesa chega como grande favorita em 2023, mas agora com nomes de peso a seu lado, como Ferrari, Porsche, Peugeot e Cadillac.

Elas competem na categoria dos Hipercarros, criada em 2021 para substituir a antiga LMP1, a principal do grid. 

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Julien Delfosse DPPI)

Até hoje, 35 pilotos brasileiros já participaram das 24 Horas de Le Mans.

Porém, se por um lado nunca um deles chegou ao lugar mais alto do pódio na categoria geral, vários já estiveram no top 3 e quatro conseguiram vencer a corrida em classes intermediárias.

André Negrão e Daniel Serra, que estarão no grid da prova neste ano, foram os últimos a triunfar, em 2019.

Negrão pela LMP2, segunda categoria mais importante e Serra pela LMGTE-Pro.

As vitórias de ambos foram suas segundas na tradicional corrida francesa.

André ganhou pela primeira vez em 2018 (LMP2), já Serra faturou pela primeira vez as 24 Horas em 2017 (LMGTE-Pro).

André Negrão

Daniel Serra

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Além dos dois, Thomas Erdos, primeiro vencedor brasileiro em Le Mans, ganhou na classe LMP2 em 2005 e 2006, com Jaime Melo na GT2 em 2008 e 2009.

Já em pódios gerais, o Brasil foi representado por seis nomes na história.

O mais bem-sucedido e o único a repetir pódios é Lucas Di Grassi, terceiro em 2013 e 2016 e segundo em 2014.

O primeiro pódio da história foi de José Carlos Pace em 1973, com o campeão do Mundial de Protótipos de 1987, Raul Boesel, sendo segundo em 1991.

Já em 2008, foi a vez de Ricardo Zonta levar a bandeira do Brasil ao terceiro lugar do pódio.

Em 2020, Bruno Senna foi o segundo e André Negrão em 2021 levou pela última vez o Brasil a um pódio geral, em terceiro. 

Thomas Erdos e Bruno Senna

 

 

 

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Famílias promovem renovação no automobilismo

Ver dois membros de uma mesma família em um pódio no automobilismo não é um fato dos mais comuns.

E é ainda mais raro quando se trata de pai e filha.

Na Turismo Nacional, categoria que reúne alguns dos carros mais vendidos do Brasil, Ewerson Dias (56 anos) e sua filha, Bruna (29), travaram no último domingo (28/05) uma valente disputa por posição.

Eles terminaram na quarta e quinta colocações da divisão B, compartilhando pela primeira vez o mesmo pódio.

Um banho de champanhe literalmente em família.

Bruna e Ewerson Dias: duelo entre filha e pai na Turismo Nacional em Tarumã
(Duda Bairros/Vicar)

A prova foi disputada no Autódromo Internacional de Tarumã, na gaúcha Viamão, região da Grande Porto Alegre.

A façanha em família foi também a estreia de Bruna na Turismo Nacional.

A mineira nascida em Coromandel é a única competidora no grid da categoria nesta temporada, e integra com o pai a equipe Ricco Motorsport.

O automobilismo brasileiro vive um momento em que as famílias promovem uma renovação.

Os pilotos mais experientes, alguns de grande renome, incentivam a nova geração a entrar na pista e buscar uma carreira profissional.

É o caso também dos clãs Baptista, Barrichello, Giaffone e Lopes (veja detalhes abaixo).

O caso da família Dias é o mais recente.

Bruna Dias foi ao pódio em sua etapa de estreia na Turismo Nacional
(Duda Bairros/Vicar)

“Fico muito feliz por dividir a equipe com a Bruna, mas quando colocamos o capacete é cada um por si. Realmente, estou muito grato por ela estar aqui. Que em breve tenhamos muito mais mulheres conosco, o que é muito importante. Na corrida, nós andamos juntos por algumas voltas e deixei uma emoção extra para o finalzinho. Dei o pé [no acelerador] e passei por ela. Até para provar que aqui é uma competição, independentemente de ser pai e filha, e é assim que funciona”, incentivou Ewerson Dias.

“Aqui dentro do box, nós somos família. Lá na pista, é diferente. Mas aconselho pais pilotos e suas filhas a fazerem o mesmo. Poder correr e ter o pai ao nosso lado não tem preço”, disse Bruna.

Rubens Barrichello (51) é o patriarca de uma das famílias de maior destaque recente no automobilismo nacional.

Bicampeão da Stock Car, Rubinho é pai de Eduardo (21 anos) e Fernando (17), ou Dudu e Fefo, como também são conhecidos.

Com Dudu, Rubens forma em 2023 a primeira dupla de pai e filho da principal categoria do automobilismo nacional, na equipe Full Time Sports.

Na última etapa, em Tarumã, Barrichello (pai) foi do drama à glória: depois da preocupação com o forte acidente sofrido pelo filho na sexta-feira.

O duas vezes vice-campeão mundial de Fórmula 1 comemorou com Dudu a vitória emblemática na Corrida 2 no autódromo gaúcho após ter largado em 19º no domingo, 21 de maio.

Rubens, Fefo e Dudu no emocionante pódio no BRB Fórmula 4 Brasil em Interlagos
(Duda Bairros/Vicar)

No ano passado, Barrichello foi a grande referência para o caçula, Fefo, na estreia pelo BRB Fórmula 4 Brasil Credenciado pela FIA.

Não foram raras as vezes em que Rubinho se emocionou com as conquistas do filho, que registrou duas vitórias na categoria, ambas em Interlagos.

Rubens ainda comemorou os feitos do sobrinho Felipe Bartz, filho de Renata, sua irmã.

Depois de ter vencido duas provas na F-4 Brasil ano passado, atualmente ‘Pipe’ Barrichello Bartz corre na Stock Series, categoria de acesso à Stock Car.

Já Fefo disputa a Fórmula 4 da Espanha.

Rubens e Dudu formam a única dupla pai e filho na Stock Car
(Duda Bairros/Stock Car)

Quem também se emocionou com os feitos do filho foi Felipe Giaffone (48).

Ex-piloto da Indy e atualmente em ação no grid da Copa Truck, o comentarista de Fórmula 1 e Stock Car viu de perto as três vitórias do filho Nicolas (18 anos) na Fórmula 4 Brasil.

Ele fez questão de entregar o troféu nas mãos de Nic.

Nicolas é a terceira geração de uma família que se destaca nas pistas do Brasil há décadas.

Tio de Felipe, Affonso Giaffone Filho foi o primeiro piloto a vencer uma corrida da Stock Car, em 22 de abril de 1979, em Tarumã, e foi campeão da categoria em 1981.

O irmão de Affonso, Zeca Giaffone, pai de Felipe e avô de Nic, faturou o título da Pro em 1987.

Depois de fazer carreira na F-Indy, Felipe foi campeão da Copa Truck em 2017 e está entre os protagonistas da categoria dos caminhões.

Nic e Felipe Giaffone: 2ª e 3ª gerações de uma família vitoriosa nas pistas
(Duda Bairros/Vicar)

Outra família que trouxe a nova geração para a pista é o clã Lopes.

Filho do piloto da Copa Truck Luiz Lopes (58), Luan competiu em 2022 no BRB Fórmula 4 Brasil.

O paulista de 18 anos agora se dedica à sua segunda temporada na categoria-escola brasileira e foi um dos destaques da primeira etapa, com dois pódios em três corridas em Interlagos.

Piloto da Copa Truck, Luiz Lopes é pai de Luan, que corre na Fórmula 4 Brasil
(Arquivo Pessoal/Luan Lopes)

A Stock Car possui uma incrível coincidência: o grid conta com duas famílias Baptista distintas.

O primeiro Baptista a entrar no campeonato foi Bruno (26 anos), em 2018, filho de Adalberto (54), que atualmente compete no TCR South America.

Os dois fizeram dupla no FIA Motorsport Games de 2022, evento realizado na França.

Outro membro da família na Stock Car é Rodrigo (26), ou ‘Digo’ Baptista, primo de Bruno.

Já Ricardo Baptista (46) é irmão de Adalberto (e, portanto, tio de Bruno e Digo) e está em ação atualmente no Endurance Brasil.

Irmãos Felipe e Vitor Baptista conquistaram os últimos títulos na Stock Series
(Rodrigo Guimarães/KTF Sports)

Vitor (25) e Felipe Baptista (20) integram outra família de campeões das pistas.

Os dois conquistaram títulos da Stock Series nos últimos anos.

O mais velho faturou o campeonato da divisão de acesso em 2022, exatamente um ano depois de Felipe consolidar a conquista na Series.

O caçula dos Baptista venceu sua primeira corrida na Pro na etapa final do ano passado, no Autódromo de Interlagos.

Mas uma coisa todos os Baptista da Stock têm em comum: todos são jovens de grande talento desta nova geração.

Bruno e Adalberto Baptista em ação no FIA Motorsport Games, em 2022
(Akkodis/ASP Team)

Família Baptista
Pai: Adalberto Baptista, 54 anos, TCR South America
Filho: Bruno Baptista, 26, Stock Car
Sobrinho: Rodrigo Baptista, 26, Stock Car
Irmão/tio: Ricardo Baptista, 46, Endurance Brasil

Família Barrichello
Pai: Rubens Barrichello, 51 anos, Stock Car
Filhos: Dudu Barrichello, 21, Stock Car; Fefo Barrichello, 17, Fórmula 4 Espanhola
Sobrinho: Felipe Barrichello Bartz, 18, Stock Series

Família Dias

Pai: Ewerson Dias, 56 anos, Turismo Nacional
Filha: Bruna Dias, 29, Turismo Nacional

Família Giaffone
Pai:
 Felipe Giaffone, 48 anos, Copa Truck
Filho: Nicolas Giaffone, 18, USF Juniors

Família Lopes
Pai:
 Luiz Lopes, 58 anos, Copa Truck
Filho: Luan Lopes, 18, BRB Fórmula 4 Brasil

Família Rodrigues Baptista
Irmãos: Vitor Baptista, 25 anos, atual campeão da Stock Series, e Felipe Baptista, 20, Stock Car

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Confira tudo o que rolou no Rally PE de Igarassu 2023

O Garagem de Motor cobriu mais uma etapa do Rally PE de Regularidade, que ocorreu em Igarassu no último sábado (20).

Desta vez contou com a participação de 46 veículos entre carros e motos e aproximadamente 70 participantes, que se inscreveram no período entre 17 de abril a 08 de maio.

Contou com o apoio da Prefeitura Municipal de Igarassu, por meio da Secretaria Executiva de Lazer, Esportes e Juventude.

A prova do Rally PE foi uma aventura pelos canaviais da Zona da Mata Norte de Pernambuco, onde os participantes puderam desfrutar de belas paisagens e muitos desafios.

Durante a rota, os competidores passaram por terrenos de areia solta, alguns trechos de barro vermelho e poças de lama em alguns locais devido as chuvas.

Tudo isso para garantir muita aventura e navegação para os competidores, que foram divididos em 5 categorias: Moto Rally, Moto Iniciante, Carro Graduado, Carro Turismo e Carro Light.

Foto: Su, a Fotógrafa

Foto: Su, a Fotógrafa

 

 

 

 

 

 

 

Foto: Su, a Fotógrafa

Foto: Su, a Fotógrafa

 

 

 

 

 

 

 

A partir das 09h do dia anterior do rally (19) foram disponibilizadas no site do evento as planilhas digitais e PDF, além do Briefing Digital no grupo com todos os detalhes e mapas necessários para os participantes.

Todos os competidores foram orientados a chegar com uma hora de antecedência do seu horário de largada.

Isso era necessário para terem tempo de pegar seus kits quem incluem os adesivos para os veículos e a camisa do evento.

Foto: Su, a Fotógrafa

A segunda etapa do Rally PE largou do belo Centro Histórico de Igarassu.

A largada foi dada às 08h21 em frente à Casa do Artesão de Igarassu e contou com a presença da Prefeita da Cidade, Professora Alcione.

O trajeto seguiu pela zona rural dos municípios de Igarassu, Itapissuma e Goiana.

O itinerário percorreu uma distância entre 70 e 110 km e teve duração média entre 3h e 3h45, variando de acordo com a categoria disputada.

Foto: Su, a Fotógrafa

 

 

 

 

 

 

 

Para a nossa participação no evento contamos com a colaboração de grandes parceiros: APS Arte Print, AMR Motorsport, Neo Blindados, Iputinga Carros, Oficina Paraíba e Proteccion Corretora de Seguros.

Já a nossa parceira Eurovia Nissan forneceu a Nissan Frontier Pro4x, a versão topo de gama da marca.

A picape média é robusta e uma ótima opção para rodar tanto no asfalto quanto na estrada e mostrou ser excelente ao se aventurar pelas trilhas do Rally PE.

O conjunto mecânico é formado por um motor 2.3 biturbo diesel, que rende 190 cv de potência e 45,9 kgfm de torque.

Está associado ao câmbio automático de 7 marchas com sistema de tração 4×4 e reduzida e a aceleração vai de 0 a 100 km/h em 11,8 segundos.

Foto: Garagem de Motor

Foto: Su, a Fotógrafa

 

 

 

 

 

 

 

No final da competição, todos os veículos retornaram para o mesmo local da largada e o resultado foi divulgado a partir do aplicativo Kraken Rally às 14h.

A confraternização e entrega da premiação aos vencedores de cada categoria, foi realizada na Praça de Alimentação do Shopping Igarassu.

A próxima etapa do Rally PE de Regularidade já tem local e data para acontecer, será no município de Arcoverde no dia 29 de julho.

Foto: Su, a Fotógrafa

Foto: Su, a Fotógrafa

 

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McLaren revela decoração da Tríplice Coroa para o Grande Prêmio de Mônaco

A McLaren Formula 1 Team está levando às ruas de Monte Carlo uma decoração especial que remete à conquista da Tríplice Coroa.

Ela poderá ser vista nos MCL60 durante o Grande Prêmio de Mônaco, no próximo domingo (28 de maio) como parte das comemorações do 60º aniversário da equipe.

“Tendo conquistado o maior feito do automobilismo com a Tríplice Coroa, temos orgulho de celebrar a rica história da McLaren com a decoração especial para o Grande Prêmio de Mônaco de 2023. Em consonância com as comemorações pelo nosso 60º aniversário e honrando o legado de Bruce McLaren, a decoração exclusiva homenageia as três vitórias que formaram a Tríplice Coroa”, disse Zak Brown, o CEO da equipe McLaren.

 

 

 

 

 

 

 

 

A decoração lembra e homenageia a Tríplice Coroa obtida pela McLaren ao vencer as três mais renomadas corridas do automobilismo.

Foram elas: as 500 Milhas de Indianapolis de 1974 com Johnny Rutherford, o Grande Prêmio de Mônaco de 1984 com Alain Prost e as 24 Horas de Le Mans de 1995 com J.J. Lehto, Yannick Dalmas e Masanori Sekiya.

Elementos na cor papaia retirados da vitoriosa estreia do MC16C/D da McLaren na Indy 500 cobrem a traseira do MCL60 de Lando Norris e Oscar Piastri.

Isso antes de encontrarem com o branco-gelo da parte central, lembrando o MP4/2 de Alain Prost que ganhou o Grande Prêmio de Mônaco de 1984.

A dianteira do carro do Grande Prêmio de Mônaco de 2023 foi finalizada em preto para homenagear o F1 GTR.

O  carro que deu a vitória à McLaren logo em sua primeira participação nas 24 Horas de Le Mans.

“É um privilégio estar envolvido nas comemorações do 60º aniversário da McLaren. Combinar as três icônicas decorações vencedoras em uma única para o Grande Prêmio de Mônaco de 2023 será um momento especial para toda a equipe”, acrescentou Lando Norris, piloto da McLaren Formula 1.

No halo do MCL60, as estrelas referentes à Tríplice Coroa (McLaren Racing)

Sob a tomada de ar do MCL60, os anos das vitórias celebradas: 1974, 1984 e 1995 (McLaren Racing)

 

 

 

 

 

 

 

 

Lando e Oscar comemorarão as conquistas e legado da equipe de Bruce McLaren ao levar o MCL60 à pista do Grande Prêmio de Mônaco entre os dias 26 e 28 próximos.

A McLaren tem uma rica história em Monte Carlo com 15 vitórias registradas desde 1984, é a equipe com mais triunfos nesse circuito.

A equipe continuará usando a decoração especial da Tríplice Coroa no Grande Prêmio da Espanha, marcado para o circuito de Barcelona-Catalunha apenas uma semana depois, entre os dias 2 e 4 de junho.

A Arrow McLaren também jogará luzes no legado da equipe fundada por Bruce McLaren ao exibir quatro decorações diferentes em cada um dos carros inscritos nas 500 Milhas de Indianapolis neste domingo.

McLaren com os carros da Tríplice Coroa: MCL60, M16C/D, MP4/2 e F1 GTR (McLaren Racing)

McLarens M16C/D, MP4/2 e F1 GTR (McLaren Racing)

 

 

 

 

 

 

 

 

Como parte das celebrações pela Tríplice Coroa, a McLaren mergulhou no seu notável arquivo para produzir cinco filmes.

Todos eles com quatro personagens sublinhando as primeiras vitórias nestas três corridas tão especiais.

Diálogos exclusivos com alguns dos maiores nomes do esporte, como Johnny Rutherford, Alain Prost, J. J. Lehto, Sir Jackie Stewart e Mario Andretti, destacarão a luminosa história da equipe que Bruce McLaren construiu.

Ainda abrilhantarão a incrível façanha que é a conquista da Tríplice Coroa.

Os fãs poderão se unir à equipe na celebração desta campanha com os limitados artigos de merchandise disponíveis online na McLaren Store.

Essa coleção especial é o resultado da colaboração com marcas populares como Mitchell & Ness, New Era e Castore.

Inclui bonés, malhas e agasalhos com capuz sob medida no estilo Tríplice Coroa.

“A decoração da Tríplice Coroa ficou incrível, e não posso imaginar melhor forma de fazer meu primeiro Grande Prêmio de Mônaco como piloto de Fórmula 1 pela equipe McLaren. Bruce McLaren ganhou em Monte Carlo de 1962 e a McLaren tem uma história riquíssima no Grande Prêmio de Mônaco. Sinto-me muito orgulhoso de alinhar no grid com o MCL60 com as mesmas cores dos carros vencedores da Tríplice Coroa”, concluiu Oscar Piastri, também piloto da McLaren Formula 1.

McLaren M16C/D de Johnny Rutherford nas 500 Milhas de Indianápolis de 1974 (McLaren Racing)

McLaren MP4/2 de Alain Prost vitorioso no GP de Mônaco de F1 de 1984 (McLaren Racing)

 

 

 

 

 

 

 

 

McLaren F1 GTR foi pilotado por Yannick Dalmas, J.J. Lehto e Masanori Sekiya (McLaren Racing)

 

 

 

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McLaren Racing comemora Tríplice Coroa com decorações especiais nas 500 Milhas de Indianápolis

A McLaren Racing produziu decorações especiais para os carros da equipe Arrow McLaren na 107ª edição das 500 Milhas de Indianapolis.

Tudo isso para celebrar a histórica conquista da Tríplice Coroa como parte de seu 60º aniversário.

A equipe tem quatro carros inscritos na corrida, o quarto representará a conquista coletiva e será pilotado pelo brasileiro Tony Kanaan.

O piloto fará sua despedida da Fórmula Indy na corrida que acontecerá no dia 28 de maio.

Os três carros da McLaren com pinturas alusivas à Tríplice Coroa (McLaren Racing)

Tony Kanaan testa o quarto carro da McLaren; brasileiro fará sua última Indy 500 (IndyCar Media/Joe Skibinski)

 

 

 

 

 

 

 

 

A Tríplice Coroa é amplamente reconhecida como a maior façanha do automobilismo.

Consiste em vencer as três mais prestigiosas corridas das pistas internacionais: o GP de Mônaco de Fórmula 1, as 500 Milhas de Indianápolis e as 24 Horas de Le Mans.

No caso da McLaren Racing, essas conquistas aconteceram algumas vezes.

A primeira na Indy 500 de 1974 com Johnny Rutherford, no GP de Mônaco de 1984 com Alain Prost e nas 24 Horas de Le Mans de 1995 com J.J. Lehto, Yannick Dalmas e Masanori Sekiya.

Emblema comemorativo da Tríplice Coroa em um dos carros da McLaren
(IndyCar Media/Joe Skibinski)

O Arrow McLaren nº 5 pilotado por Pato O’Ward terá decoração toda em preto em homenagem ao F1 GTR que ganhou as 24 Horas de Le Mans logo na primeira tentativa da McLaren.

O NTT DATA Arrow McLaren nº 6 pilotado por Felix Rosenqvist levará a representação da icônica pintura do MP4/2 com o qual Alain Prost venceu o GP de Mônaco pela primeira vez pela McLaren.

Carro de Pato O’Ward: preto, como o McLaren F1 GTR vencedor em Le Mans em 1995 (McLaren Racing)

Carro de Felix Rosenqvist: cores da vitória da McLaren no GP de Mônaco de 1984 (McLaren Racing)

 

 

 

 

 

 

 

O VELO Arrow McLaren Chevrolet nº 7 de Alexander Rossi correrá totalmente na cor papaia para lembrar o M16C/D que em 1974 garantiu a Johnny Rutherford a primeira vitória da McLaren nas 500 Milhas de Indianapolis.

Tony Kanaan alinhará o carro nº 66 da SmartStop Arrow McLaren Chevrolet com uma decoração alusiva à tríplice coroa.

No começo do ano, Kanaan anunciou que esta seria sua última participação na Indy 500.

Carro de Alexander Rossi na cor papaia, a mesma do vencedor da Indy 500 em 1974
(Divulgação)

Tony Kanaan durante o Open Test para as 500 Milhas de Indianápolis (Divulgação)

 

 

 

 

 

 

 

Todas essas ações integram a comemoração dos 60 anos da McLaren em 2023.

Honrando seus icônicos momentos na história, celebrando algumas de suas mais notáveis conquistas e o orgulho legado pela equipe do fundador Bruce McLaren.

Os fãs poderão tomar parte das celebrações por meio da edição limitada de merchandise da Tríplice Coroa, com peças selecionadas à venda na McLaren Store e no site do Indianapolis Motor Speedway ao longo da semana da Indy 500.

Uma variedade de peças especiais feitas em colaboração com marcas como Mitchell & Ness, New Era e Castore e artigos como bonés, malhas e blusas com capuz sob medida ao estilo Tríplice Coroa.

Pato O’Ward durante o Open Test para as 500 Milhas de Indianápolis (IndyCar Media/Joe Skibinski)

“Como fabricante, temos orgulho da conquista da prestigiosa Tríplice Coroa. Em nosso 60º aniversário, estamos jogando luz sobre o legado da equipe construída por Bruce McLaren e do papel que isso representa em nossas ambições futuras para o time. Como fã da McLaren desde sempre, lembro muito bem da dramática vitória de Alain Prost em Mônaco em 1984 e o incrível momento em que a equipe ganhou em Le Mans logo na estreia. Ao mesmo tempo, a primeira vitória de Johnny Rutherford nas 500 Milhas na cor papaia é um dos momentos mais importantes da história da McLaren Racing. Estou ansioso para ver nossos quatro carros levando as cores das vitórias na Tríplice Coroa na Indy 500 deste ano”, afirma Zak Brown, CEO da McLaren Racing.

Felix Rosenqvist durante o Open Test para as 500 Milhas de Indianápolis
(IndyCar Media/Joe Skibinski)

“Gosto de encorajar a equipe toda vez que eles vestem a camiseta de corrida na cor papaia dizendo ‘pensem na incrível conquista do time e o que significa fazer parte dessa rica história’. Esse significado será ainda maior em maio, quando levarmos nossos carros para o grid das 500 Milhas de Indianapolis com essa esplêndida decoração honrando o legado da Tríplice Coroa da McLaren Racing”, afirma Gavin Ward, diretor esportivo da Arrow McLaren.

Alexander Rossi durante o Open Test para as 500 Milhas de Indianápolis
(IndyCar Media/Joe Skibinski)

 

 

 

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Com Galvão Bueno, Stock amplia leque de canais para os fãs

A Stock Car Pro Series confirmou na última terça-feira (16) um acordo de transmissão com o novo canal do narrador Galvão Bueno, para as suas etapas do biênio 2023/2024.

Disponível no Youtube, o Canal GB exibirá as corridas a partir da terceira etapa, marcada para o dia 21 de maio, em Tarumã (RS).

Com a novidade, a categoria amplia o leque de opções para os fãs, que agora contam com dez canais diferentes para acompanhar as corridas, com destaque para a transmissão para mais de 150 países e em todos os tipos de tela.

(Duda Bairros/Stock Car)

“Para mim, é um prazer imenso estar de volta. Todos sabem da minha ligação com a Stock. Meus filhos Cacá e Popó se destacaram na categoria, ambos com resultados que me trouxeram muita alegria. Vi a Stock Car nascer, e um ano depois, eu e o já finado (ex-piloto) Reinaldo Campello a levamos para a televisão, para a rede Bandeirantes. Depois, no final dos anos 90, junto com Washington Bezerra (ex-chefe de equipe), levamos a Stock Car para a TV Globo. Que bom que vai ser voltar à pista com a Stock Car”, disse Galvão Bueno.

A estreia do canal de Galvão Bueno, no dia 25 de março, em parceria com a Play9, foi um sucesso.

A live registrou números expressivos de audiência: o alcance chegou a cinco milhões de usuários únicos e pico de 1,5 milhão de pessoas acompanhando a transmissão.

O canal bateu 10 milhões de views ao longo das três horas de live, e hoje está com mais de 740 mil inscritos.

Galvão e os filhos Cacá e Popó em 2017: “Na Stock, eles me deram muita alegria”
(Fernanda Freixosa/Stock Car)

“Galvão Bueno é uma referência inquestionável e mostra que a Stock Car realmente construiu um time de gigantes. A chegada do Canal GB completa o nosso grupo de parceiros de forma espetacular. Hoje, para citar somente alguns, a Stock Car é exibida pela Band aberta, Sportv, BandSports, TV Estadão, Motorsport.TV, Twitch da Tribo do Gaules, além das nossas próprias mídias sociais. O nosso fã tem à disposição somente canais líderes em seus segmentos. É um pacote abrangente e que forma uma plataforma espetacular de visibilidade. Sim, estamos felizes com a chegada do Galvão. Mas outra palavra que cabe bem aí é orgulho”, afirma Fernando Julianelli, CEO da Vicar, promotora da categoria.

Galvão e Chico Serra: o narrador cultiva grandes amizades na Stock Car
(Duda Bairros/Stock Car)

Criada em 1979, a Stock Car Pro Series é a maior categoria do automobilismo sul-americano.

Ao longo de sua história, passaram por seus grids os principais nomes do esporte a motor brasileiro, gerando disputas que fizeram da categoria uma referência de competitividade, inclusive no exterior. 

Com corridas transmitidas para mais de 150 países em cinco idiomas, a Stock Car é atualmente o principal hub de relacionamento e experiência B2B e B2C de todo o universo esportivo brasileiro.

Reunindo atualmente mais de 200 marcas, em 2021 a Stock Car tornou-se a primeira categoria brasileira a superar R$ 1,5 bilhão de retorno publicitário.

No mesmo ano, um estudo do Centro de Inteligência da Economia da Secretaria do Turismo do Estado de São Paulo calculou em até R$ 30 milhões o impacto econômico gerado por uma etapa da categoria na cidade onde é realizada. 

(Marcelo Machado de Melo/Stock Car)

Desde o final de 2021 a Stock Car neutraliza seus eventos através de créditos de carbono em uma parceria com a Orma.

A Orma é uma empresa brasileira especialista na captação e direcionamento destes recursos para ONGs focadas na preservação de áreas como a região amazônica.

As corridas da Stock Car Pro Series são transmitidas ao vivo pela Band (aberta), SporTV (canal por assinatura), TV Estadão, canal GB do narrador Galvão Bueno (Youtube), canal Tribo do Gaules (Twitch), Portal High Speed Channel, Motorsport.tv.

Atinge mais de 150 países em cinco idiomas diferentes a cada etapa e a plataforma YouCast (para 100% dos clientes Americanet), além dos canais oficiais da categoria no YouTube, Facebook e TikTok.

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Três décadas formando talentos: os 30 anos de Stock Series

Lewis Hamilton, Tony Kanaan e Cacá Bueno têm alguns pontos em comum.

Os três são grandes nomes do automobilismo e têm nas suas prateleiras uma galeria de troféus e títulos conquistados.

Outro fato que une os pilotos é que todos foram formados em categorias de acesso antes de atingirem o sucesso nas suas respectivas carreiras.

(Fernanda Freixosa/Stock Car)

Tentando chegar à F-1, Hamilton aprendeu sua arte enquanto conquistava o título da antiga GP2, atualmente chamada Fórmula 2, em 2006.

Tony Kanaan foi campeão da Indy Lights em 1997, o que o ajudou a chegar à F-Indy.

No mesmo ano, Cacá Bueno ergueu o troféu de campeão da Stock B, chamada hoje de Stock Series, o que abriu o caminho para sua carreira na Stock Car Pro Series.

Lewis Hamilton campeão do GP2 em 2006

Tony Kanaan no Indy Lights em 1997 (Foto: LAT Photographic)

 

 

 

 

 

 

 

Completando 30 anos de existência em 2023, a Stock Series já formou cerca de 400 pilotos.

A categoria disputará no próximo domingo, em Tarumã, a segunda etapa da temporada.

Em meio a um ano de comemoração, os jovens talentos têm outras boas razões para tentar o título.

Atualmente, além de formar pilotos em alto nível, a categoria também concede ao campeão o maior prêmio da história do automobilismo brasileiro: uma bolsa equivalente a R$ 2,5 milhões, equivalente ao custo de uma temporada completa na Stock Car Pro Series.

(Fernanda Freixosa/Stock Car)

Em todo o mundo, as divisões de acesso nasceram com o objetivo principal de oferecer espaço e lapidar novos talentos que visam chegar às categorias de ponta.

O último degrau antes da Stock Car é a Stock Series. Fundada em 1993, com 30 anos a Stock Series é a divisão de acesso mais longeva da história do automobilismo brasileiro.

Dos últimos 19 títulos colocados em jogo pela Stock principal, 13 foram conquistados por pilotos formados na Series.

(Fernanda Freixosa/Stock Car)

Alguns dos centenas de pilotos formados na Stock Series alcançaram enorme sucesso.

Além do pentacampeão Cacá Bueno, a categoria formou nomes como o tricampeão Daniel Serra e os campeões Felipe Fraga, Marcos Gomes e Gabriel Casagrande.

A Series forjou ainda muitos outros vencedores para a Pro: Thiago Camilo (tricampeão da Corrida do Milhão), Guilherme Salas, Gaetano Di Mauro e Felipe Baptista estão entre eles.

(Marcelo Machado de Melo/Stock Car)

Veja abaixo marcos importantes registrados pela Stock Series para o automobilismo brasileiro:

Stock Series
Fundação: 1993
Carro de estreia: Chevrolet Omega (monobloco de fábrica)
Primeiros campeões: Carlos Col / Georges “Grego” Lemonias
Carro atual: Chevrolet Cruze Stock Series (estrutura tubular)
Campeão 2022: Vitor Baptista
Custo por temporada: máximo de R$ 750 mil
Prêmio ao campeão: equivalente a R$ 2,5 milhões
Corridas em 2023:
 18
Alguns campeões na Stock principal: Cacá Bueno (2006, 2007, 2009, 2011, 2012), Daniel Serra (2017, 2018, 2019), Marcos Gomes (2015), Felipe Fraga (2016) e Gabriel Casagrande (2021)
Alguns destaques: Thiago Camilo (tricampeão da Corrida do Milhão), Felipe Baptista, Guilherme Salas, Gaetano Di Mauro – todos vencedores de corridas na Stock Pro
Pilotos formados: Mais de 400 (estimativa)

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