Ford E-Transit mostra que a eletrificação da frota é um bom negócio

A eletrificação é vista por algumas empresas como uma opção que pode, futuramente, beneficiar a operação da sua frota. Outras, estão descobrindo que hoje ela já é um bom negócio.

A Ford E-Transit foi lançada no Brasil depois de um programa de teste com frotistas e já vendeu 300 unidades, que começam a ser entregues este mês. 

“A E-Transit é líder de mercado na Europa e nos Estados Unidos, onde já vendeu mais de 30.000 unidades. Ela tem características únicas de desempenho e tecnologia. Além disso, a Ford Pro dá total apoio ao cliente da E-Transit para que ele tenha máxima produtividade e retorno financeiro na transição para a eletrificação da sua frota”, diz Guillermo Lastra, diretor de Veículos Comerciais da Ford América do Sul.

O programa piloto da E-Transit contou com a participação de mais de dez grandes empresas de e-commerce e setor logístico, que rodaram mais de 60.000 km com 11 veículos no Brasil, na Argentina e no Chile.

Além de comprovar a qualidade do produto, ele serviu para identificar a melhor configuração para atender as necessidades de cada cliente.

A E-Transit é disponível nas versões furgão e chassi-cabine para atender as diferentes demandas do cliente comercial.

Ambas têm motor de 269 cv (198 kW) e torque de 43,8 kgfm, tração traseira e bateria de lítio com capacidade de 68 kWh, que garante autonomia de 317 km (padrão WLTP).

O carregamento é feito com conector tipo 2, em 34 minutos com corrente contínua (115 kW) ou em 8 horas com corrente alternada (11,5 kW).

“A E-Transit 100% elétrica está equipada com recursos tecnológicos desenvolvidos para reduzir o custo operacional e melhorar a produtividade. Como exemplo, temos as tecnologias semiautônomas de condução para minimizar riscos de incidentes e paradas imprevistas e, por outro lado, um sistema de gerenciamento de carga e regeneração de energia que maximiza a autonomia do veículo e a vida útil da bateria”, explica Matias Guimil, gerente de Estratégia de Veículos Comerciais da Ford América do Sul.

A van elétrica da Ford conta também com outras vantagens importantes para o cliente que busca máxima rentabilidade no seu negócio, mostradas a seguir.

     Tecnologia. A E-Transit é a única da categoria equipada com as tecnologias de piloto automático adaptativo, alerta de tráfego cruzado, assistente de frenagem autônoma, assistente de permanência em faixa, câmera 360º e monitoramento de ponto cego.

Vem também com monitoramento de pressão dos pneus, que ajuda a prolongar sua vida útil, freio de estacionamento eletrônico e controle eletrônico de estabilidade.

     Capacidade volumétrica. A E-Transit é a única van elétrica no mercado capaz de transportar até 15,1 m3 versão furgão e 21 m3 e 1.938 kg de carga na versão chassi.

As outras vans comportam só até 6 m3 e, para ter mais capacidade, o cliente precisava recorrer a caminhões leves com tamanho e custo maior.

     Custo operacional. A E-Transit tem um custo de operação 40% menor para o frotista comparado aos veículos a combustão. Isso se deve tanto ao custo menor da eletricidade frente ao diesel como à simplicidade do sistema de propulsão elétrica.

Com 86% menos peças móveis de desgaste e sem itens como transmissão, eixo cardã, troca de óleo e filtros, sua manutenção se torna bem mais econômica.

     Comunização de implementos. A E-Transit utiliza os mesmos implementos da versão a combustão, o que garante uma ampla variedade de opções já disponíveis para as necessidades de cada cliente.

São mais de 80 projetos desenvolvidos, desde baú, plataforma, carga seca e serviços até ambulância, bombeiros, transporte executivo e escolar, permitindo a comunização da frota no processo de eletrificação.

A Ford Pro dispõe de uma engenharia própria, que trabalha em parceria com uma rede de modificadoras certificadas, através do programa Ford Pro Convertor, para dar assistência ao cliente na implementação do veículo e desenvolvimento de projetos especiais.

     Conectividade sem custo. A conectividade integrada na arquitetura elétrica da E-Transit possibilita recursos exclusivos que aumentam a produtividade.

O monitoramento de dados do veículo, que são compartilhados pelo cliente, pela concessionária e a fábrica, permite antecipar ocorrências, gerar alertas de funcionamento, agilizar os serviços de manutenção e reduzir o tempo do veículo parado.

O frotista conta também com um portal para gestão da frota, com indicadores de desempenho de cada veículo.

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GM reduz 35 toneladas de CO² por ano com transporte sustentável de peças

Como parte de sua estratégia de sustentabilidade, a GM iniciou recentemente um projeto que consiste no uso de caminhões elétricos e a gás.

Isso permitirá uma redução na emissão de aproximadamente 35 toneladas de CO² por ano.

Esses veículos circulam no Estado de São Paulo, em trajetos entre as fábricas de São Caetano do Sul e São José dos Campos, o centro de distribuição de Sorocaba e concessionárias da região.

Nesta fase inicial, a empresa está utilizando quatro veículos especiais de transporte de carga pesada, que rodarão aproximadamente 80 mil quilômetros por ano.

A iniciativa é um primeiro passo rumo à transformação das operações logísticas em um modelo de redução de emissões de carbono, e está alinhada à visão da empresa de um futuro elétrico e sustentável.

Vale destacar que a fabricante já anunciou a meta global de atingir a neutralidade de carbono em toda a sua operação até 2035.

Neste momento, a GM está desenvolvendo os fluxos para, oportunamente, avaliar a expansão do projeto.

Tudo isso considerando otimizações e também a evolução da tecnologia, um exemplo é que a companhia já está estudando o uso de caminhões cegonha a gás ainda em 2023.

Os caminhões elétricos e a gás utilizados são fruto de parceria com as empresas JSL, Ceva Logistics e Tegma Gestão Logística.

Esses veículos transportam peças como motores, transmissões e para-choques entre fábricas, além de acessórios e peças de reposição para concessionárias.

Vale destacar que três caminhões elétricos são dirigidos exclusivamente por mulheres, o que segue a estratégia global da companhia de se tornar a mais inclusiva e diversa do mundo.

“Para a GM, sustentabilidade é uma das prioridades dentro da filosofia de evolução contínua da empresa e isso inclui nossos processos logísticos. Portanto, estamos muito orgulhosos por implementar esse projeto, que é mais uma iniciativa para contribuirmos com a redução das emissões de CO² em todas nossas operações globalmente”, comenta Marcio Lucon, diretor-executivo de Compras e Supply Chain da GM América do Sul.

Iniciativas para tornar a logística da GM mais sustentável

Além de iniciar a renovação da frota de transporte com veículos movidos a energias alternativas, como caminhões elétricos, a GM tem uma série de projetos de redução da emissão de CO² em seus processos de logística, como por exemplo:

  • Uso do modal cabotagem (cargas marítimas entre portos de um mesmo país) para o transporte de 100% das peças na região Norte do Brasil, que permite uma redução de 340 toneladas de carbono por ano em comparação ao transporte rodoviário.
  • Instalação de 50 rebocadores que utilizam bateria de lithium de última geração para reduzir a emissão de cerca de 1,5 tonelada de carbono por ano, em comparação ao uso dos rebocadores a gás.
  • Substituição do uso de papel por um sistema eletrônico de rastreabilidade no processo de qualidade dos produtos em todas as etapas da cadeia de suprimentos das operações da GM. Isso permitiu a redução do uso de 2 milhões de folhas de papel por ano, o que equivale à plantação de 267 árvores.

 

 

 

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