Ford Escort e Mercedes-Benz vencem o Raid Campos do Jordão – Pedra do Baú

Duas vitórias de um Ford Escort XR3 conversível e duas de modelos Mercedes-Benz marcaram o Raid Campos do Jordão – Pedra do Baú 2022, 108º raid organizado pelo MG Club do Brasil.

A bordo do Ford Escort, a dupla formada por Manoel Alfredo Cintra e Pedro Lambiasi venceu as duas provas da categoria Classic (noturna, realizada na sexta-feira 2/12, e diurna, no sábado 3/12).

Na classe Livre, em que os participantes podem usar celulares e tablets com programas de navegação, triunfaram duas duplas com Mercedes-Benz: o casal Hamza El Moumen/Sofia Salomão, com um modelo SL 500 1995, venceu a prova noturna e a dupla Fernando Leibel/Adriano Braz levou a melhor na diurna com um 450 SL 1974.

O Raid Campos do Jordão é um dos mais tradicionais do calendário de eventos do MG Club do Brasil. Como em 2021, as largadas das duas provas foram dadas na Pousada do Quilombo, com a da prova noturna tendo acontecido às 19 horas de sexta-feira, uma hora depois do encerramento da partida entre Brasil x Camarões da Copa do Mundo do Qatar.

Choveu forte durante o jogo e o percurso feito em pista molhada adicionou um desafio extra aos participantes. A chegada aconteceu na própria Pousada do Quilombo.

Ford Escort XR3 Conversível venceu as duas provas na Classic
(Guazzi Images/MG Club do Brasil)

Mercedes SL 500 vencedor da Livre noturna
(Guazzi Images/MG Club do Brasil)

 

 

 

 

 

 

 

 

No sábado, os participantes tiveram um percurso um pouco mais longo, circundando a Pedra do Baú em sentido contrário ao utilizado em 2021.

Isso já transformou a prova em “um outro rally”, na definição de alguns participantes. Subidas e descidas íngremes, muitas vezes por estradas estreitas, tornaram ainda mais difícil manter as médias horárias indicadas na planilha de navegação.

O trajeto competitivo da prova diurna terminou a alguns quilômetros da estrada que leva ao restaurante Oliq, onde os participantes foram recebidos com um almoço.

Mercedes 450 SL, vencedor na Classic diurna e segundo colocado na noturna
(Guazzi Images/MG Club do Brasil)

BMW 320 ficou em segundo na Classic noturna
(Guazzi Images/MG Club do Brasil)

 

 

 

 

 

 

 

 

A cerimônia de premiação do Raid Campos do Jordão – Pedra do Baú 2022 aconteceu na noite de sábado na Pousada do Quilombo. Receberam troféus os cinco primeiros colocados da categoria Classic e os três primeiros da Livre em cada prova.

O Troféu Francisco Corazza, concedido à dupla que melhor personificou o espírito esportivo do evento, ficou com a dupla Gilbert Landsberg/Maria Raquel. Eles correram com o carro mais antigo da prova, um Jaguar Mk2 1962.

“O evento, mais uma vez, foi um sucesso. A adoção da categoria Classic, em que o raid é feito nos moldes antigos, sem ajuda de GPS e celular, foi uma novidade bem recebida. Quanto ao meu resultado, o Pedro (Lambiasi, navegador) foi crucial para a vitória. E o meu carro é muito bom para fazer esse tipo de prova, por ser mais recente e ter bons faróis e direção mais precisa que um carro mais antigo. Essa, por sinal, é uma das razões para adotarmos um handicap de idade e cilindrada. Esse Escort é muito especial. Foi comprado no ano em que nasci, está com a família desde aquela época e eu já participei de cinco provas com ele, três em autódromo e as duas deste raid em Campos do Jordão. E ganhei todas! Vamos ver até quando dura essa invencibilidade”, disse Manoel Alfredo Cintra, vencedor das duas provas na categoria Classic e diretor técnico e esportivo do MG Club do Brasil.

MG B terminou em segundo lugar na Livre diurna
(Guazzi Images/MG Club do Brasil)

Mercedes 500 SL, segundo colocado na Classic diurna
(Guazzi Images/MG Club do Brasil)

 

 

 

 

 

 

 

 

“A prova noturna exigiu muita atenção às referências. Houve vezes em que quase nos perdemos por não ver uma placa a tempo. Foi nossa primeira vitória em raids de regularidade e vencer uma prova de nível tão alto nos deixa muito felizes. Este é um dos eventos de que mais gostamos. Além da prova em si, tudo é muito charmoso. Fizemos amizades e ouvimos muitas histórias. Tudo é feito de um jeito em que a gente se enturma, enquanto em outros raids existe apenas a competição. Nosso filho de dois anos fala a cor de cada carro e agora está aprendendo a identificar os modelos. Logo, logo ele vai participar com a gente!”, comenta Hamza El Moumen e Sofia Salomão, vencedores da prova noturna na categoria Livre.

BMW 318 Ti Compact, terceiro na Classic nas duas provas
(Guazzi Images/MG Club do Brasil)

Puma GTS ficou em terceiro na categoria Livre nas duas provas
(Guazzi Images/MG Club do Brasil)

 

 

 

 

 

 

 

 

“Prova noturna é sempre difícil, ainda mais com pista molhada. Perdemos tempo porque fomos parados pela polícia em uma blitz, mas resolvemos continuar na luta e ficamos em segundo lugar. Na diurna, não tivemos incidentes. O mais difícil era manter a média nas subidas e descidas, porque a estrada era estreita e tinha carros nos dois sentidos. Foi uma prova desafiadora, sem dúvida. Achei perfeita a divisão entre os competidores com aparelhos especiais e sem. Fica mais justo”, disse Fernando Leibel, vencedor da prova diurna na classe Livre.

Jaguar Mk2, o carro mais antigo do Raid Campos do Jordão
(Guazzi Images/MG Club do Brasil)

DKW Vemaguet 1967, uma das atrações
(Guazzi Images/MG Club do Brasil)

 

 

 

 

 

 

 

 

“Foi mais um raid muito bom, com paisagens bonitas em estradas espetaculares, com subidas e descidas muito acentuadas. Todos os participantes gostaram muito do evento e isso é o mais importante. Para mim, particularmente, a prova noturna foi muito difícil porque meu carro é muito baixo e havia lombadas altas no percurso. Isso me fez tomar muito cuidado para evitar danos. De dia, com melhor visibilidade, pude guiar melhor e obter um bom resultado”, conta Fernando Pimentel, presidente do MG Club do Brasil.

Adamo CRX 1986, outro carro nacional raro no raid
(Guazzi Images/MG Club do Brasil)

Pedro Lambiasi e Manoel Alfredo Cintra (no centro), vencedores na Classic
(Guazzi Images/MG Club do Brasil)

 

 

 

 

 

 

 

 

“Foi um evento muito divertido e fico feliz que tudo tenha corrido bem, dentro do planejado. Choveu antes da prova noturna e o percurso foi feito com piso molhado. A prova diurna foi desafiadora para pilotos, navegadores e carros, principalmente por causa das subidas e descidas muito íngremes. Uma das melhores coisas dessas provas é o ambiente de camaradagem e amizade entre os participantes. Os laços que se criam são muito fortes e duradouros”, declara Américo Nesti, diretor de Comunicação do MG Club do Brasil.

Leibel (de barba) e Braz (quarto à direita) venceram na Livre diurna
(Guazzi Images/MG Club do Brasil)

Casal Hamza El Moumen e Sofia Salomão, vencedor da Livre noturna
(Guazzi Images/MG Club do Brasil)

 

 

 

 

 

 

 

 

Gilbert Landsberg, vencedor do Troféu Francisco Corazza, com Fernando Piemntel
(Guazzi Images/MG Club do Brasil)

Prova Noturna, Categoria Classic:

1) 20-Manoel Alfredo Cintra/Pedro Lambiasi (Ford Escort XR3 Conversível 1985), 42 pontos perdidos
2) 5-Américo Nesti/Danilo Nunes (BMW 320 1976), 50
3) 22-Mário Lott/Daniel Lott (BMW 318 Ti Compact 1995), 88
4) 17-Ilda Menini/Eduardo Menini (Adamo CRX 1986), 137
5) 18-Júlio Areia/Maria Letícia (Mercedes-Benz 280 CE 1984), 166
6) 13-Fernando Pimentel/Maria de Fátima (Mercedes-Benz 500 SL 1993), 255
7) 21-Manoel Felix Cintra/Miriam Cintra (Porsche 911 Carrera 1994), 357  
8) 8-Carlos Henrique Dantas/Gustavo Henrique (VW Fusca 1974), 1.996
9) 6-Ricardo Carmona/Itagiba Mariano (DKW Vemaguet 1967), 6.120
10) 7-Antônio Herrmann (BMW 520), 7.592

Prova Noturna, Categoria Livre:

1) 25-Hamza El Moumen/Sofia Salomão (Mercedes-Benz SL 500 1995), 13 pontos perdidos
2) 1-Fernando Leibel/Adriano Braz (Mercedes-Benz 450 SL 1974), 14
3) 2-Antônio Marcucci/Ana Cláudia (Puma GTS 1974), 21
4) 4-Alexandre Penna/Thais Salles (Puma GTE 1977), 29
5) 9-Carlos Tardini/Gilberto Sundefeld (MG B 1974), 59
6) 10-Dirk Rosenfeld/Helo¡sa Gurgel (VW Fusca 1986), 1.394
7) 16-Heitor Nogueira/Suelen Pereira (Mercedes-Benz 280 SL 1981), 2.550
8) 23-Paulo Marte/Valéria Theodoro (Mercedes-Benz 500 SEC 1983), 4.933
9) 19-Luís Fernando Mariano/José Eduardo (VW Fusca 1984), 5.745

Prova Diurna, Categoria Classic:

1) 20-Manoel Alfredo Cintra/Pedro Lambiasi (Ford Escort XR3 Conversível 1985), 62 pontos perdidos
2) 13-Fernando Pimentel/Maria de Fátima (Mercedes-Benz 500 SL 1993), 148
3) 22-Mário Lott/Daniel Lott (BMW 318 Ti Compact 1995), 167
4) 18-Júlio Areia/Maria Letícia (Mercedes-Benz 280 CE 1984), 192
5) 5-Américo Nesti/Danilo Nunes (BMW 320 1976), 231
6) 21-Manoel Felix Cintra/Miriam Cintra (Porsche 911 Carrera 1994), 289  
7) 8-Carlos Henrique Dantas/Bruno Mello (VW Fusca 1974), 317
8) 17-Ilda Menini/Eduardo Menini (Adamo CRX 1986), 409
9) 12-Eduardo Azevedo/Cecília Azevedo (MG B 1969), 438
10) 7-Antonio Herrmann (BMW 520), 3.149

Prova Diurna, Categoria Livre:

1) 1-Fernando Leibel/Adriano Braz (Mercedes-Benz 450 SL 1974), 26
2) 9-Carlos Tardini/Gilberto Sundefeld (MG B 1974), 36
3) 2-Antônio Marcucci/Ana Cláudia (Puma GTS 1974), 43
4) 25-Hamza El Moumen/Sofia Salomão (Mercedes-Benz SL 500 1995), 61
5) 4-Alexandre Penna/Thais Salles (Puma GTE 1977), 105
6) 19-Luís Fernando Mariano/José Eduardo (VW Fusca 1984), 143
7) 16-Heitor Nogueira/Suelen Pereira (Mercedes-Benz 280 SL 1981), 147
8) 23-Paulo Marte/Valéria Theodoro (Mercedes-Benz 500 SEC 1983), 274
9) 10-Dirk Rosenfeld/Helo¡sa Gurgel (VW Fusca 1986), 548
10) 15-Gilberto Finardi/Magali Ferreira (MG B Roadster 1969), 624
11) 3-Adhemar Dizioli/Maria Cecilia Barbosa (BMW E30 1990), 798
12) 11-Edgard Saigh/Christine Ting (Porsche 911 Carrera 1995), 7.997
13) 26-Gilbert Landsberg/Maria Raquel (Jaguar Mk2 1962), 9.619
14) 28-Paulo Lomba/Sandra Perrone (Ford Mustang 1965), 11.791
15) 24-Rose Salmon/Herve Salmon (Bentley Continental 1991), 13.018
16) 27-Mário Cezar de Andrade/Eileen Cezar de Andrade (Jaguar XK8 1999), 14.263

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Raid Campos do Jordão – Pedra do Baú terá novo regulamento

Fundado em 1983, o MG Club do Brasil é um dos mais atuantes clubes de carros clássicos do País. Foi criado para congregar proprietários de modelos da marca inglesa MG, mas logo tornou-se um clube multimarca, admitindo carros clássicos de qualquer modelo.

O clube organiza raids de regularidade e passeios como as 1000 Milhas Históricas Brasileiras, Raid de Campos do Jordão e Raid da Serra do Mar.

Agora está tudo pronto para o Raid Campos do Jordão – Pedra do Baú, 108º raid organizado pelo MG Club do Brasil para carros clássicos.

O passeio cronometrado que encerra o calendário de eventos do MG Club do Brasil em 2022 acontecerá de 2 a 4 de dezembro e terá um raid noturno na sexta-feira (2) e um diurno no sábado (3), com o último dia sendo de programação livre.

Como todos os eventos promovidos pelo MG Club do Brasil, o Raid Campos do Jordão – Pedra do Baú é um encontro amigável, no qual a competição de regularidade é apenas um dos elementos de interesse.

Várias duplas de piloto e navegador são compostas por pessoas da mesma família.

O raid é aberto a carros fabricados até 1999, importados ou nacionais. Automóveis produzidos de 2000 em diante participam na categoria Turismo como “hors concours”, não se integrando à classificação geral do evento.

As principais mudanças no regulamento dizem respeito à separação dos concorrentes em duas categorias. Na Rally Clássico, a navegação deve ser feita somente com instrumentos como cronômetro e calculadora de quatro operações, cronômetro de mão (digital ou analógico), hodômetro e velocímetro originais do automóvel.

São vedados auxílios de celular ou tablet, sob pena de desclassificação. Na Rally Livre, é permitido o uso de celular e tablet com aplicativos tipo GPS e planilhas digitais.

As duplas perdem um ponto para cada segundo adiantado ou atrasado nos postos de controle em relação ao tempo previsto no roteiro dos passeios, ou 600 pontos por posto de controle que não registre passagem do concorrente.

Todas as duplas descartam o equivalente a 10% do número de postos de controle pelos quais passarem com os maiores atrasos.

À pontuação final é acrescido o handicap, que vai de 0% para carros feitos até 1950 com motor de até 1.300 cm³ a 90% para modelos de 1993 a 1999 com motores acima de 1.901 cm³.

A mudança de handicap é uma das novidades do regulamento do MG Club do Brasil deste ano. Em 2021, ele levava em conta unicamente a época em que o carro foi fabricado.

Nesta edição do Raid Campos do Jordão – Pedra do Baú, o regulamento volta a incluir também o handicap de cilindrada: zero para carros com motor até 1.300 cm³, 10% para carros com motor de 1.301 a 1.900 cm³ e 20% se o motor tiver mais de 1.901 cm³.

O handicap por fase de fabricação permanece inalterado: veículos até 1950, handicap zero; de 1951 a 1957, 15%; de 1958 a 1964, 20%; de 1965 a 1971, 25%; de 1972 a 1978, 30%; de 1979 a 1985, 40%; de 1986 a 1992, 55%; de 1993 a 1999, 70%.

Isso significa que o handicap a ser aplicado varia de zero (veículo até 1950 com motor até 1.300 cm³) a 90% (veículo de 1993 a 1999 com motor acima de 1.901 cm³).

Um exemplo prático: se uma dupla perder 100 pontos na estrada e seu carro tiver handicap de 40% (fabricação+cilindrada), terá atribuídos 140 pontos no resultado final.

Para mais informações sobre o Rally de Campos do Jordão, acesse mgcbr.com.br

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Aston Martin DBX foi destaque em evento que reuniu proprietários de aviões executivos

Aconteceu no último sábado (06) o Bonanza Fly-In, encontro de proprietários de aviões executivos realizado no Aeroporto de São Joaquim da Barra, que teve a participação de mais de 400 pessoas e a presença de um Aston Martin DBX como uma das atrações.

O evento que ocorre desde 2013 e foi criado pelo Bonanza Clube do Brasil, presidido por Luiz Gustavo Junqueira Figueiredo, reúne proprietários de aeronaves de pequeno e médio porte, especialmente os modelos Bonanza fabricados pela Beechcraft norte-americana.

O SUV de alto luxo e desempenho, característicos da marca britânica fundada em 1913, foi um dos destaques do dia que contou com 78 aeronaves e mais de trinta automóveis esportivos e de luxo presentes no evento. 

O veículo foi trazido ao Brasil pela UK Motors, que é a representante oficial da Aston Martin e da McLaren no país.

A empresa responde pelas operações dessas que são duas das mais conceituadas fabricantes britânicas de carros esportivos e de luxo do mundo.

Além do Aston Martin DBX levado pela UK Motors, havia outros carros da marca em exposição, modelos Rapide, Vantage e DBS, integrantes de acervos particulares.

A presença do DBX foi um excelente cartão de visitas para a Aston Martin, com diversos clientes potenciais pedindo informações sobre esse e outros modelos da marca britânica.

 

 

 

 

 

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Aston Martin revela nova identidade visual e logotipo da marca

A Aston Martin, marca britânica conhecida como sinônimo de luxo, desempenho e exclusividade, acaba de apresentar sua nova identidade visual e o novo logotipo das asas.

Tudo isso faz parte do reposicionamento estratégico da marca e da campanha de marketing global para acelerar ainda mais seu crescimento entre novos públicos.

“Mantendo a elegância e sofisticação pelas quais nossa marca e nossos produtos são reverenciados em todo o mundo, essa direção criativa emocionalmente guiada mostra as características mais ousadas e intensas que sempre sublinharam a Aston Martin. Enquanto engajamos nossa base de clientes ferozmente leais, acreditamos que essa nova dimensão capitalizará a crescente demanda de uma nova geração de clientes da Aston Martin, com mais de 60% de nossas vendas atuais novas para a marca”, disse Renato Bisignani, chefe de marketing e comunicações globais da Aston Martin

A identidade criativa baseia-se na reputação forte e estabelecida da Aston Martin de combinar artesanato luxuoso e design sofisticado com emoção de alta octanagem e intenso prazer de dirigir. Esse é o conceito da ideia da marca “Intensity Driven” (dirigir intensamente). 

O reposicionamento estratégico da marca se baseia no crescente apelo da Aston Martin para um público global mais amplo, ao mesmo tempo em que sustenta seus valores fundamentais.

O visual traz uma atualização das icônicas asas em colaboração com o aclamado diretor de arte e designer gráfico britânico Peter Saville.

O novo design das asas é feito à mão por artesãos no bairro de joias de Birmingham e será aplicado pela primeira vez na próxima geração de carros esportivos da Aston Martin, o que aumentará ainda mais o foco da Aston Martin no luxo e exclusividade.

Esta é a oitava vez nos 109 anos de história da Aston Martin que passa por uma modificação e é a primeira grande atualização da marca desde 2003.

De acordo com Marek Reichman, vice-presidente executivo e diretor de criação da Aston Martin, cada objeto que projetamos na Aston Martin tem profundo significado e intenção e é criado com honestidade e emoção.

Ele também afirmou que ter a participação de Peter Saville, um ícone do design gráfico britânico e uma figura criativa inspiradora elevou ainda mais o nível. Além do orgulho de todos os envolvidos ao ver essa nova identidade ser feita à mão em forma física no bairro de joias de Birmingham.

“À medida em que nos aproximamos de um momento emocionante de evolução do produto, o design das novas asas não foi diferente. Cada milímetro de cada linha, de cada forma dentro das novas asas, tudo isso sai das profundezas de nossa fonte criativa de 109 anos da Aston Martin”, afirmou Reichman.

 

 

 

 

 

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Jaguar Classics traz o C-Type Continuation em homenagem aos 70 anos de marco histórico

O C-Type Continuation é um automóvel especial criado pela Jaguar Classic, a icônica marca britânica que produziu alguns dos veículos mais especiais ao longo dos anos, para homenagear o Jaguar C-type original.

O veículo chega para marcar os setenta anos da vitória do modelo na competição internacional na Reims Grand Prix Meeting, em 29 de junho de 1952, onde também foi o primeiro equipado com freios a disco para vencer na competição internacional. 

 

A produção limitada do modelo foi realizada na Jaguar Classic Works, em Coventry, no Reino Unido, onde o modelo foi construído à mão, num trabalho de mais de 3.000 horas de duração.

Foi realizada uma extensa pesquisa, uso da tecnologia moderna e de conhecimentos de engenharia, além de trabalhar com modelagem CAD avançada, tudo isso para combinar os métodos tradicionais de construção que teriam sido usados no carro original. 

Após passar por  diversas avaliações e pelo menos 250 milhas (402 km) de testes físicos pelos engenheiros, o veículo ficou pronto para ser entregue ao primeiro cliente.

“Nossos exclusivos C-TYPE Continuation apresentam as inovações técnicas e especificações do último carro vencedor do Le Mans de 1953, incluindo o inovador conjunto de freios a disco Dunlop que foi vitorioso em Reims em 1952. Cada carro oferece uma autêntica experiência de direção para os clientes, começando até mesmo pelo procedimento de partida distinto do veículo, que nossa equipe estava determinada a realizar com exatidão”, explica David Foster, Chefe de Engenharia da Jaguar Land Rover Classic.

C-Type vencedor de corridas de Reims de 1952

Estritamente limitado, os clientes recebem uma seleção de 12 cores externas, incluindo o Verde Pastel deste carro, British Racing Green e Pastel Blue com círculos contrastantes, bem como a oportunidade de selecionar sua especificação interna personalizada a partir de uma variedade de oito tons de couro.

As rodas são de 16” e 60 raios que vem com freios a disco com tecnologia baseada no modelo original. Também mantiveram a silhueta aerodinâmica original do C-Type, mas com corpo de alumínio mais fino e leve e atualizações na entrada de ar.

Na parte interna os destaques ficam para o cockpit que inclui relógios e medidores Smiths, além de um volante Bluemel de 15″.

Sob o capô com dobradiça dianteira, o C-Type tem um motor de seis cilindros em linha de 3,4 litros, com 220 cv de potência.

Possui carburadores Weber reformados um padrão incrivelmente alto, que torna o próprio motor uma obra de arte.

Os modelos Continuation são aprovados pela FIA (Federação Internacional de Automobilismo) e elegíveis para participar de eventos históricos da FIA, incluindo o Jaguar Classic Challenge, que acontece em uma variedade de pistas diferentes, incluindo Le Mans e Silverstone.

A série limitada de Continuations do C-TYPE já está disponível para venda e podem ser personalizados através do site: https://classicvisualiser.jaguar.com/

Com o C-Type Continuation, a Jaguar acaba de mostrar por que esses carros eram tão incríveis quando foram construídos e o motivo pelo qual nos últimos anos o desejo pelos clássicos aumentou tanto entre os colecionadores.

 

 

 

 

 

 

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