Audi apresenta protótipo do Audi Q6 e-tron com nova tecnologia OLED digital e pintura exclusiva

A contagem regressiva começou, e o desenvolvimento do primeiro modelo baseado na nova Premium Platform Electric (PPE) está na reta final.

Nos testes finais, jornalistas do mundo inteiro sentaram ao volante do protótipo do Audi Q6 e-tron e compartilharam as suas impressões com a equipe de desenvolvimento técnico da AUDI AG.

Na ocasião, foram apresentadas as novas tecnologias de iluminação, como a segunda geração do OLED Digital.

Esta inovação mudará de forma permanente o design da iluminação automotiva.

Com as luzes de OLED digitais de segunda geração, o Audi Q6 e-tron levará o design de iluminação e a gama de funções e a segurança na via para um novo patamar.

Além das tecnologias, a pintura exclusiva do protótipo, criada pelo projetista brasileiro Maurício dos Santos, traz uma perspectiva ainda mais ampla do novo modelo.

O Audi Q6 e-tron marca o início da maior ofensiva de modelos da história da Audi.

É também o primeiro veículo a utilizar a recém-desenvolvida Premium Platform Electric (PPE).

Essa plataforma tecnológica, criada em conjunto pela Audi e Porsche, é projetada exclusivamente para veículos elétricos.

É escalável para acomodar uma ampla gama de modelos nos segmentos de tamanho médio e luxo.

O tamanho da bateria e a distância entre-eixos dos veículos também são escaláveis.

Isso permite incluir modelos SUV e CUV, bem como modelos Sportback ou Avant, que fazem parte do segmento principal da gama da Audi.

Diante de todas essas novidades, a Audi está preparando o lançamento do modelo com todo o cuidado.

Como parte da campanha de comunicação da Audi antes do lançamento do modelo, a primeira experiência com o protótipo do Audi Q6 e-tron ocorreu na primeira quinzena deste mês de julho, nas ilhas Faroé, um arquipélago situado entre a Escócia e a Islândia.

Desta forma, a marca dos quatro argolas revelou, em fase experimental, uma prévia de várias tecnologias inovadoras do veículo e do trabalho da equipe de desenvolvimento.

O novo modelo redefinirá as referências da indústria em termos de desempenho, autonomia e carregamento.

É também o primeiro modelo totalmente elétrico a sair da linha de produção em Ingolstadt, na Alemanha.

Além disso, a sede da Audi em Ingolstadt se tornará a primeira fábrica da AUDI AG com sua própria instalação de montagem de baterias.

O próximo Audi Q6 e-tron representa, portanto, a transformação global da marca em um fornecedor de mobilidade elétrica premium.

O Q6 e-tron não somente marca um novo capítulo em mobilidade elétrica na Audi.

A tecnologia de iluminação é uma parte importante do DNA da Audi.

Com a primeira assinatura de luz digital do mundo, o Audi Q6 e-tron anuncia uma nova era caracterizada por design e estética diferenciada e exclusiva da Audi. 

Desde o lançamento do Audi e-tron em 2018, a marca das quatro argolas tem montado protótipos e modelos únicos com pinturas individuais.

Isso é o chamado “design de pintura” da Audi, mais recentemente o S1 Hoonitron e o show car de Fórmula 1.

A fabricante já apresentou mais de 20 veículos com este exterior especial, todos desenhados por Maurício dos Santos, responsável pelo Design Branding da Audi.

Sua visão mais recente agora decora o protótipo Audi Q6 e-tron.

Dos Santos usa suas últimas pinturas para explicar a filosofia por trás do design expressivo e mostra como os ternos masculinos influenciam e o que deixa até mesmo um designer nervoso.

“A linguagem de design da Audi está dando o próximo passo com o Q6 e-tron, e queríamos deixar isso claro nas pinturas exclusivas. A arquitetura e o caráter de um veículo são sempre únicos, assim como o design de cada pintura individual. Tudo começa sempre com a decisão de quais elementos do veículo você deseja destacar e enfatizar”, afirma Maurício.

O novo projeto também se baseia em elementos de design anteriores, como a cor vermelha neon também usada no Audi Q6 e-tron.

Que é amplamente familiar das memoráveis pinturas do Audi e-tron 2018, cada novo modelo também abre um novo capítulo.

“Na Audi, tecnologia e design estão intrinsecamente ligados e formam uma única entidade. À medida que nossas tecnologias se tornam mais poderosas e precisas, isso também é visível em nosso design, escolha de materiais e narrativa”, explica dos Santos.

Segundo Maurício Dos Santos, as pinturas exclusivas traduzem os elementos técnicos do veículo em uma linguagem visual memorável.

“Basicamente, queremos iniciar uma conversa com as pinturas. O que torna a linguagem de design única é que essa conversa pode ser realizada globalmente. Certas coisas são percebidas de forma diferente em diferentes países, mas, no final, o design funciona em qualquer lugar”, completa dos Santos.

Os faróis e as lanternas traseiras parecem vívidos à primeira vista, isso é como os clientes devem imaginar assinatura de luz digital ativa, uma estreia mundial da marca dos quatro argolas.

Ela faz parte do pacote opcional de assinaturas de luzes digitais.

“O Audi Q6 e-tron marca a estreia de um modelo de produção no qual estamos projetando tanto a forma das luzes como todo o seu movimento. Graças a uma simbiose perfeita entre o design de iluminação e a nova tecnologia, as luzes do novo Audi Q6 e-tron parecem mais vibrantes e inteligentes do que nunca. Provemos as assinaturas de luz com sua própria personalidade e o mundo digital com sua própria estética ao mesmo tempo. Com a primeira assinatura de luz digital do mundo, o Q6 e-tron está anunciando uma nova era de design e estética diferenciados e exclusivos da Audi”, explica César Muntada, Chefe de Design de Iluminação.

 

 

 

 

 

Um módulo de software em um dos computadores de domínio do Audi Q6 e-tron, possibilita este tipo de assinatura de luz.

Eles foram desenvolvidos em conjunto pela Audi e pela empresa de software do grupo, CARIAD.

No caso da lanternas traseiras de OLED digitais de segunda geração, os painéis de OLED de 360 segmentos geram uma nova imagem a cada dez milissegundos.

Fazem isso utilizando um algoritmo especialmente desenvolvido.

Este algoritmo permite que a assinatura de luz digital ativa demonstre a vibração do carro e a habilidade de interagir pessoalmente.

Isso torna a “atividade cerebral” do Q6 e-tron visível por meio de movimento constante.

A assinatura de luz digital ativa na parte dianteira é criada via interação do algoritmo com 12 segmentos de luz com atenuação controlada.

Ao passo que na parte traseira, todos os segmentos OLED são utilizados.

Os segmentos de luz individuais interagem de modo que toda a imagem da assinatura de luz não apresente variações da intensidade luminosa.

 

 

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Audi creates 500 new electric mobility jobs at its Ingolstadt lo

Audi abre 500 novos postos de trabalho para mobilidade elétrica em Ingolstadt, na Alemanha

A Audi está dando o pontapé inicial na maior iniciativa de sua história ao começar a produção do novo Audi Q6 e-tron.

Que foi baseada em sua Plataforma Elétrica Premium (PPE, na sigla em inglês).

A primeira série de modelos totalmente elétricos será produzida na fábrica da marca em Ingolstadt, na Alemanha.

Ela demonstra como a Audi está preparando e qualificando os seus funcionários para a nova era da mobilidade elétrica.

“Com os novos 500 postos de trabalho para a produção do nosso Q6 e-tron totalmente elétrico, estamos demonstrando que a nossa transição para a mobilidade elétrica é também um impulsionador para a criação de empregos. Ao garantir um elevado volume de empregos e novos cargos, a eletrificação aumentará a segurança no trabalho em nossas instalações alemãs. Este é o motivo pelo qual a Audi também está considerando a utilização de funcionários temporários, que já trabalham em Ingolstadt, no processo de seleção”, afirma Xavier Ros, Diretor de Recursos Humanos da Audi.

Xavier Ros, Diretor de Recursos Humanos da Audi.

Além da criação de postos de trabalho especificamente para e-mobility, a transformação da força de trabalho é uma parte essencial da transição da Audi para a mobilidade elétrica.

“Nossos funcionários continuam a obter qualificações e se reinventam em termos profissionais, e isso possibilita a transição para a mobilidade elétrica”, acrescenta Ros.

Para isso, a Audi proporciona inúmeras oportunidades de treinamento e desenvolvimento aos funcionários.

O foco é no desenvolvimento e na qualificação dos funcionários atuais para as novas tarefas.

Nos últimos 18 meses, a Audi qualificou cerca de 8.300 funcionários dos setores de Produção, Desenvolvimento Técnico e Vendas em Ingolstadt, antecipando o lançamento do Q6 e‑tron.

Somente em 2022, a AUDI AG investiu aproximadamente 150 milhões de euros em treinamento e desenvolvimento dos seus funcionários.

E na Audi Hungaria, em Győr, onde se fabrica o conjunto propulsor do Audi Q6 e-tron, cerca de 2.000 funcionários também já foram treinados para eletrificação desde 2022.

A produção em série do Audi Q6 e-tron fará da sede em Ingolstadt a primeira instalação da Audi na Alemanha a possuir sua própria planta de montagem de baterias.

“Estamos moldando ativamente a transição estrutural para e-mobility. Com a montagem das baterias, já criamos 300 postos de trabalho atrativos e voltados para o futuro em nossa planta de Ingolstadt. Ao mesmo tempo, um conhecimento valioso a ser empregado na produção de veículos totalmente elétricos está sendo criado em todas as nossas fábricas. Estamos utilizando a eletrificação para um realinhamento abrangente de nossa rede de produção mundial; e a montagem de baterias em Ingolstadt é uma parte desse esforço”, afirma Gerd Walker, Diretor de Produção da Audi.

Com sua estratégia corporativa Vorsprung 2030, a Audi tomou a decisão de descontinuar os motores a combustão.

Baseada nessa decisão, ela está agora caminhando para preparar todas as suas plantas para produção de veículos elétricos.

Até o final da década, cada instalação da Audi em todo o mundo produzirá no mínimo um modelo totalmente elétrico.

A Audi está utilizando a reformulação de suas instalações para reinventar de forma abrangente suas fábricas e seus processos de produção.

Novo Audi Q6 e-tron

A Produção da Audi estabeleceu metas ambiciosas para a transformação de suas fábricas como parte de sua estratégia 360factory e está realizando uma abordagem holística para a sua implementação.

Processos de produção otimizados, digitalização como a base para ganhos de eficiência e cadeias de fornecimento resilientes.

Além de uma rede de produção altamente flexível e metas de sustentabilidade claras, são alguns dos campos estratégicos sendo alavancados pela área de Produção da Audi.

Como próximo passo, a empresa está preparando sua própria instalação de produção de módulos de bateria em Ingolstadt para a futura série de modelos totalmente elétricos.

“Ao mesmo tempo, estamos criando novas oportunidades de trabalho em nossas instalações. Isto se deve ao fato de estarmos comprometidos em lidar com a transformação juntamente com os funcionários em nossa rede de produção atual”, esclarece Ros.

 

 

 

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Gernot Döllner

Gernot Döllner é o novo CEO da Audi

O executivo Gernot Döllner substituirá Markus Duesmann como Presidente do Conselho de Administração da AUDI AG a partir de 1º de setembro de 2023.

A decisão foi aprovada no dia 29 de junho pelo Conselho Fiscal da Audi em uma resolução sobre o tema.

“Gostaria de agradecer a Markus Duesmann pelo importante trabalho realizado em sua gestão na Audi. Ele trouxe uma excelente visão e perspectivas para o planejamento e condução das principais decisões estratégicas, incluindo, em primeiro lugar e acima de tudo, a nossa estratégia de eletrificação. A Audi está preparada para avançar nesse pilar no futuro. Neste momento, Gernot Döllner é a pessoa certa para fortalecer ainda mais a estratégia de produto da empresa e a sua posição nos principais mercados. Juntamente com todo o Conselho de Administração, ele escreverá o próximo capítulo na implementação da bem-sucedida estratégia da Audi”, afirmou o presidente do Conselho Fiscal da Audi, Manfred Döss.

Gernot Döllner, novo CEO da Audi.

“Markus Duesmann conduziu a Audi e sua força de trabalho em tempos difíceis, caracterizados pelo impacto da pandemia da Covid-19 e da invasão russa da Ucrânia, o que atingiu fornecedores e mercados. Agradecemos a ele por sua dedicação e apoio, e desejamos prosperidade nos futuros projetos. Damos as boas-vindas a Gernot Döllner como o novo presidente do Conselho de Administração da Audi AG. Moldar o papel da Audi como uma marca independente, com autonomia empresarial dentro da estrutura do Grupo Volkswagen, será uma prioridade. Os funcionários estão ansiosos para trabalhar com o Sr. Döllner e otimistas em relação ao futuro da empresa”, disse Peter Mosch, vice-presidente do Conselho Fiscal e presidente do Conselho Geral de Trabalhadores da AUDI AG

Gernot Döllner é formado em engenharia mecânica. Ele ingressou na Volkswagen em 1993.

Posteriormente, ocupou vários cargos de gestão na Porsche AG, incluindo o de Chefe de Desenvolvimento de Conceitos e Chefe da Série Panamera.

Desde 2021, ele supervisiona a Secretaria Geral e a Estratégia de Grupo e Produto do Grupo Volkswagen.

“Estou honrado e entusiasmado em assumir esta nova função. A Audi é uma empresa fantástica e com uma história riquíssima. Estou empolgado para moldar o futuro da empresa junto com toda a equipe da Audi”, declarou Gernot Döllner, novo CEO da Audi.

 

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Audi do Brasil lança série especial A5 carbon edition no país

A Audi do Brasil anuncia o lançamento do A5 2.0 Sportback carbon edition.

Trata-se de uma série especial desenvolvida para o mercado brasileiro e limitada a somente 50 unidades.

Os modelos estarão disponíveis a partir desde mês, por R$ 397.990, na rede de concessionárias autorizadas da marca em todo Brasil.

“A edição limitada A5 carbon edition reflete o posicionamento da marca no mercado brasileiro dentro da estratégia global da Audi AG. Estamos consolidados como uma das fabricantes premium mais desejadas do país e queremos oferecer produtos cada vez mais exclusivos. É o caso do carbon edition, desenvolvido especialmente para atender às demandas e preferências do consumidor local”, resume Diego Borghi, Diretor de Vendas da Audi do Brasil.

A edição especial é desenvolvida com um design exclusivo que confere ao modelo ainda mais esportividade.

O modelo vem com spoiler traseiro e as capas dos retrovisores externos compostos em fibra de carbono, material altamente resistente, leve e tecnológico.

O visual traz ainda um adesivo com o logotipo das quatro argolas na parte inferior da porta traseira e a tonalidade preto brilhante aplicada no logotipo da marca, em elementos da cabine e na moldura da grade hexagonal dianteira.

As novas rodas Audi Sport de 19 polegadas com pinças de freio vermelhas completam o visual arrebatador.

No interior, o veículo recebe ainda um badge exclusivo com o nome e o número da edição, aplicado no console.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O modelo é equipado com o propulsor 2.0 Turbo FSI, que desenvolve 204 cavalos de potência entre 4.475 rpm e 6.000 rpm e 320 Nm de torque entre 1.450 e 4.475.

O conjunto mecânico é auxiliado pela transmissão S tronic de sete velocidades que garante um desempenho esportivo.

A aceleração é de 0 a 100km/h em apenas 7,2 segundos e a velocidade máxima é limitada eletronicamente em 210 km/h.

 

 

 

 

 

 

Entre os equipamentos de série do Audi A5 carbon edition estão ar-condicionado automático de três zonas, faróis LED Matrix, controle de Cruzeiro Adaptativo e sistema de aviso de saída de faixa (Lane Departure Warning).

Além disso, estão presentes como itens de série bancos em couro napa fina com logotipo S estampado, logotipo S no volante e pedaleiras esportivas em aço inoxidável.

Conta ainda com acabamento interno central da cabine em preto brilhante e teto moldado em tecido na cor preta.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A edição especial oferece ainda espelhos retrovisores externos rebatíveis (exclusivos desta versão).

O único opcional é o sistema de Sistema de som premium Bang & Olufsen 3D.

As cores externas disponíveis, sem custo adicional, são: Azul Navarra, Branco Geleira, Branco Íbis, Cinza Daytona, Preto Mito, Verde District, Vermelho Tango e Azul Ascari.

Na cabine, as opções de tonalidade para revestimento dos bancos e portas são Cinza e Preto.

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Audi TT celebra 25 anos como ícone de design atemporal

Vinte e cinco anos, três gerações: a marca das quatro argolas estabeleceu uma nova referência na história do design com o Audi TT.

Desde o seu lançamento e produção em série em 1998, o esportivo conquistou fãs em todo o mundo.

Tudo isso, graças à diversão proporcionada ao volante e ao seu estilo único inspirado na escola Bauhaus, que mistura linhas marcantes e  geométricas com foco na funcionalidade.

Não por acaso, o modelo ganhou inúmeros prêmios nos anos seguintes, entre eles o de melhor carro de 1999 pela “Auto Europe”.

Foi em meados da década de 1990 que o modelo de alto luxo Audi A8 elevou o patamar da Audi e gradualmente provocou a renomeação do portfólio de veículos: o Audi 80 tornou-se o Audi A4, e o Audi 100 foi chamado de Audi A6.

Introduzido em 1994, o Audi A4 foi o primeiro modelo a incorporar a nova linguagem de design da Audi.

Em seguida veio o compacto premium Audi A3, lançado em 1996, e a segunda geração do Audi A6, lançada em 1997.

Ao atribuir significado à marca por meio de um design novo e progressivo, o designer americano Freeman Thomas, sob o comando do então chefe de design Peter Schreyer, criou um carro esportivo purista nomeado como Audi TT Coupé.

A Audi apresentou o projeto para um público entusiasta no Salão de Frankfurt, na Alemanha, em setembro de 1995.

O nome “TT” faz referência ao lendário Tourist Trophy na Ilha de Man, um dos mais antigos eventos de automobilismo do mundo e onde a NSU e a DKW, marcas que integraram posteriormente a formação da Audi, comemoraram grandes sucessos.

O nome “TT” também lembra o esportivo NSU TT da década de 1960. A escolha do nome Audi TT Coupé, fora da nomenclatura habitual da Audi, destacou a completa originalidade do modelo.

 

 

 

 

 

Em dezembro de 1995, foi tomada a decisão de produzir o Audi TT Coupé em série. 

“Para nós, o maior elogio foi quando a imprensa especializada notou que havia muitas mudanças do projeto para o modelo de série, embora tenha sido necessário, é claro, adaptar muitos detalhes devido às especificações técnicas da versão de série, incluindo as proporções”, lembra Torsten Wenzel, o designer de exteriores da Audi.

O mais notável foi a integração de uma janela lateral traseira, que alongou o perfil do carro e aumentou a dinâmica do esportivo.

Para Wenzel, o Audi TT continua sendo “uma escultura em movimento, com superfícies e linhas da mais alta qualidade”.

A carroceria do Audi TT parece ser feita de uma só peça, afirma, e a dianteira de linhas limpa,  sem as tradicionais saliências do para-choque, enfatiza o seu design marcante.

Outro elemento de design contribui para a silhueta inconfundível do Audi TT Coupé: o círculo, ou “a forma gráfica perfeita”, como Wenzel o descreve.

Diversos elementos circulares inspiraram o design externo e interno do esportivo. Inspirado pelo Bauhaus, cada linha do Audi TT tem um propósito, cada forma uma função.

Em 1998, teve início a produção em série do Audi TT Coupé. Um ano depois, a Audi lançou o TT Roadster.

Como o show car e o Audi A3 lançado em 1996, o esportivo se baseou na plataforma de motor transversal do VW Golf IV.

Desde o início, o TT foi produzido pela Audi Hungaria Motor Kft. na Hungria. As carrocerias TT pintadas foram transportadas durante a noite por trem de Ingolstadt para Győr, onde ocorreu a montagem final.

Esse método de produção entre Ingolstadt e Győr foi único na indústria automotiva da época.

A Audi Hungria, uma subsidiária integral da AUDI AG, também comemora seu 30º aniversário em 2023.

Fundada em fevereiro de 1993, originalmente apenas como uma fábrica de motores, a Audi Hungria assumiu a montagem do Audi TT em 1998 em cooperação com a fábrica de Ingolstadt.

Em 2013, a empresa evoluiu para uma fábrica automotiva completa. Desde a sua fundação, a Audi Hugaria construiu mais de 43 milhões de motores e quase dois milhões de veículos.

A gama de motores da primeira geração do Audi TT era ampla e naturalmente esportiva.

O TT de primeira geração, por exemplo, veio com motores turbo de quatro cilindros com potência de 150 a 225 cv e uma unidade V6 com 250 cv.

Um destaque da gama de motores foi o quatro cilindros do Audi TT quattro Sport, que foi aumentado para 240 cv e teve 1.168 unidades entregues.

Os clientes de TT de primeira geração tinham muitas opções quando se tratava de selecionar equipamentos especiais.

Além de cores exclusivas como Laranja Papaya ou Azul Nogaro, os clientes poderiam equipar o TT com acessórios especiais instalados de fábrica.

Por exemplo, o design de “luva de beisebol” para os assentos de couro no Audi TT Roadster, originalmente um atrativo no show car, passou para a produção em série.

Ao longo de oito anos de produção, um total de 178.765 Audi TT Coupés de primeira geração tinham saído da linha de produção até meados de 2006.

Exatamente 90.733 Audi TT Roadsters foram construídos entre 1999 e 2006.

Nas duas gerações seguintes, os designers mantiveram a “redução ao essencial” como princípio de design dominante, o que se evidencia, por exemplo, no design minimalista do exterior e no interior elegante e orientado para o condutor.

A forma arredondada e o motivo circular permaneceram típicos do portfólio TT e foram elementos unificadores no design externo e interno.

Por exemplo, na tampa do tanque de combustível de alumínio, nas saídas de ar arredondadas, no arremate do câmbio e na manopla de câmbio diferenciada.

A segunda geração do TT foi lançada em 2006 (Coupé) e 2007 (Roadster) e se baseou na plataforma da segunda geração do Audi A3.

Amortecedores adaptativos com condução magnética Audi foram usados pela primeira vez.

Disponível como opcional, esta tecnologia adapta continuamente os amortecedores ao perfil da estrada e ao estilo individual do condutor.

Em 2008, o modelo esportivo TTS foi lançado com um motor turbo de 2 litros e 272 cv, seguido um ano depois pelo TT RS com um motor turbo de cinco cilindros de 2,5 litros com 340 cv e 360 cv no Audi TT RS plus.

Em 2008, a marca das quatro argolas lançou o TT 2.0 TDI quattro, o primeiro carro esportivo de produção do mundo com motor a diesel.

A terceira geração do Audi TT foi lançada em 2014, e mais uma vez a Audi usou a nova geração para reduzir seu peso.

O TT Coupé: com motor 2.0 TFSI e transmissão manual, pesava apenas 1.230 quilos, até 50 quilos mais leve do que antes.

Para os novos TT e TT RS, os designers reinterpretaram as linhas inconfundíveis do TT original de 1998 para a era moderna.

Eles as enriqueceram com inúmeras facetas dinâmicas, enquanto a tampa redonda do tanque de combustível com as típicas letras TT permaneceu fiel ao longo das gerações.

Muitos detalhes também lembram deliberadamente o clássico design de primeira geração.

Em termos técnicos, o TT de terceira geração ofereceu várias inovações.

O modelo marcou a estreia do cockpit virtual Audi, um painel de instrumentos totalmente digital com telas altamente detalhadas e versáteis que substituiu os instrumentos analógicos e o monitor MMI.

Em 2016, uma nova era para a tecnologia de iluminação automotiva começou no Audi TT RS, quando a Audi usou LEDs orgânicos, conhecidos como tecnologia OLED, pela primeira vez.

O modelo de topo foi inicialmente o Audi TTS, com motor turbo de 2 litros e 310 cv; seguido em 2016 pelo TT RS, com motor turbo de cinco cilindros e 2,5 litros, uma das unidades mais emocionantes que a marca tem a oferecer.

Com seus 400 cavalos, o propulsor ostentava um ruído esportivo e, ainda por cima, foi eleito “Motor Internacional do Ano” nove vezes consecutivas.

 

 

 

 

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Audi anuncia entrada na Fórmula 1 a partir de 2026

A Audi anunciou oficialmente que entrará na Fórmula 1 como fabricante de unidades de potência a partir de 2026. A confirmação aconteceu na última sexta-feira (26), antes do GP da Bélgica deste fim de semana.

Os fatores determinantes para essa entrada ocorreram após a publicação do novo ciclo de regulamentos técnicos das unidades de potência aprovada pela FIA (Federação Internacional de Automobilismo), do aumento da potência elétrica e do processo para desenvolver combustíveis 100% sustentáveis pela F1 que a Audi deseja apoiar.

“Em vista dos grandes saltos tecnológicos que a competição está dando em direção à sustentabilidade em 2026, podemos falar de uma nova Fórmula 1. A Fórmula 1 está se transformando e a Audi quer ativamente apoiar esta jornada. Uma estreita ligação entre o nosso projeto de Fórmula 1 e o departamento de Desenvolvimento Técnico da Audi AG permitirá diversas sinergias”, afirma Oliver Hoffmann, membro do Conselho de Desenvolvimento Técnico da montadora.

 

A partir de 2026, as unidades de potência de um carro de Fórmula 1 incluirão um motor elétrico, bateria, eletrônica de controle e um motor de combustão (funcionando com combustível sustentável). 

A marca sugere que a unidade de acionamento elétrico pode ser quase tão potente quanto o motor de 1,6 litro de 400 kW encontrado em um carro de F1 hoje.

A fabricação das unidades de potência serão realizadas no Centro de Competência Motorsport de última geração da Audi Sport em Neuburg an der Donau, porém o fabricante com o qual eles se unirão para a tecnologia ainda não foi revelado. Em comunicado de impressa foi informado que a decisão deverá ser anunciada até o final do ano.

“Para o desenvolvimento e fabricação do trem de força da Fórmula 1, vamos nos basear na valiosa experiência de nossos funcionários do automobilismo, continuar investindo em nosso centro de automobilismo e também recrutar profissionais altamente especializados”, disse o diretor administrativo da Audi Sport, Julius Seebach.

 

O carro conceito apresentado pela marca trouxe um visual simular aos carros atuais da F1. As rodas são completamente fechadas, com os aerofólios e carenagens usados para reduzir o atrito do vento nos pneus dianteiros. 

A participação da Audi na Fórmula 1 também trará mudanças relacionadas ao gerenciamento desse projeto, pois a partir de 1º de setembro Julius Seebach, diretor administrativo da Audi Sport GmbH, ingressará na AUDI AG.

Seebach assumirá uma nova área de negócios estratégicos em Desenvolvimento Técnico, reportando-se diretamente ao Conselho Executivo. Sua função atual será assumida por Rolf Michl, atual Chefe de Vendas/Marketing da Audi Sport GmbH.

De acordo com Markus Duesmann, Presidente do Conselho de Administração da AUDI AG, a Audi fará um investimento maior na F1 do que em qualquer outra série de automobilismo porque eles planejam estar na F1 a longo prazo.

Ao que tudo indica, a Porsche, que também faz parte do Grupo Volkswagen, parece pronta para ingressar no campeonato como fornecedora de unidades de potência. Embora um acordo ainda não tenha sido finalizado, está fortemente ligada a uma parceria com a Red Bull.

Apesar de no momento nenhum outro fabricante estar fazendo uma entrada iminente na Fórmula 1, espera-se que os novos regulamentos, juntamente com o compromisso da Audi e, portanto, a crença nas novas regras, possa levar a mais adesões no futuro.

 

 

 

 

 

 

 

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