Peugeot patrocina DW! E aproveita festival de design para lançamento de plataforma inédita

Sinônimo de modernidade e design, a PEUGEOT celebra mais uma vez o patrocínio à 13ª edição da Semana de Design de São Paulo (DW!).

O evento, que ocorrerá entre os dias 14 e 24 de março na capital paulista, terá o 208 Turbo como carro oficial e ainda celebrará um lançamento que une modernidade, conceito e experiências.

Chamada de PEUGEOT Art District, trata-se de uma plataforma de relacionamento com o público através da arte, do design e da arquitetura.

Através dela, será promovida uma sinergia com a marca por meio do acesso a experiências e conteúdos disruptivos, que unem sofisticação e beleza dentro de uma estética brasileira.

A marca apresentará um ou mais artistas, designers ou arquitetos provocadores e com uma visão de vanguarda dentro de suas áreas de atuação.

Para a Design Week, o destaque é o artista Renato Tija, seguidor do Movimento Concretista e pesquisador da cultura visual caiçara e guarani.

Com um histórico de patrocinar eventos do gênero, como a CASACOR, o apoio à DW! ocorre pelo terceiro ano consecutivo.

A PEUGEOT soma mais de duzentos anos de uma história que, em todos os momentos, se inspirou no “espírito do tempo” para produzir automóveis que marcaram gerações.

Essa leitura única do tempo e do contexto social atual fez com que a marca do leão naturalmente acompanhasse tudo o que acontece nos campos da arte, da moda, do design e da arquitetura.

Citando um exemplo, em 2023, durante a Semana do Design de Milão, na Itália, a PEUGEOT apresentou o modelo que participaria das famosas 24 horas de Le Mans e do Campeonato Mundial de Rally.

Era o superesportivo 9×8 Hypercar, um modelo único, personalizado pelo artista espanhol J. Demsky.

A marca fará ainda uma curadoria de locais imperdíveis da DW!, chamada de Circuito Peugeot.

Serão pontos de apoio em até 4 destinos do circuito da Design Week, com recepção dos convidados e explicação dos diferenciais do 208 Turbo no distrito da Gabriel Monteiro da Silva.

Como carro oficial, a PEUGEOT disponibilizará algumas unidades do hatch para que os visitantes possam não só conhecer, dirigir e usar o carro como meio de locomoção nesse distrito de design, como entender a fundo essa conexão com o universo do design e das artes.

O 208 Turbo se destaca, claro, pelo seu motor Turbo 200 de 130 cv de potência e câmbio automático do tipo CVT.

A opção em trazê-lo ao evento, muito além desse excelente conjunto mecânico, é o fato de ele possuir detalhes visuais únicos como os bancos STYLE em tecido, couro e alcantara, com interior escurecido, soleira PEUGEOT, pedais esportivos em alumínio e tapetes bordados.

Uma verdadeira obra de arte sobre rodas.

Para mais informações, acesse https://dwsemanadedesign.com.br/.

Read More

Valour: uma espetacular celebração dos 110 anos da Aston Martin

Em comemoração ao seu 110º aniversário, a Aston Martin tem o orgulho de revelar o Valour.

Trata-se de uma espetacular e ultra exclusiva edição especial equipada com motor V12 e transmissão manual construída para honrar a longa tradição da marca em carros esportivos superlativos.

Possui motor dianteiro e agradar aos puristas que almejam uma experiência de pilotagem pura e visceral.

“O Valour é a celebração da paixão da Aston Martin por dirigir e uma extraordinária herança, mas é também emblemático da marca atualmente: vibrante e revitalizada. Ícone moderno que funde o caráter clássico à execução contemporânea, o Valour captura a essência do entusiasmo e exclusividade que definem esta célebre marca automobilística. Uma mostra de nosso design de categoria mundial, engenharia e capacidade de fabricação, o Valour é ainda uma prova da posição da Aston Martin como campeã de pilotos e fabricante dos mais empolgantes, exclusivos e desejados carros de alta performance e superluxo do mundo”, disse Lawrence Stroll, presidente-executivo da Aston Martin.

Destinado diretamente àqueles que querem saborear uma real e envolvente experiência de pilotagem.

O compromisso do Valour com a definitiva performance e estímulo de uma era é inigualável.

Único carro esportivo com motor V12 dianteiro disponível com transmissão manual, seu “approach” purista é único em 2023 e um emocionante tributo aos anos dourados da pilotagem.

Motivado por sua rica herança, o Valour foi concebido usando o que há de mais recente em tecnologia, métodos e materiais.

Da mesma forma, é a união de qualidades essenciais que definem os melhores modelos com motor dianteiro da Aston Martin.

Com origem gloriosa e sendo uma obra de arte contemporânea, o Valour é o melhor do passado e do presente da Aston Martin.

É o antídoto para carros que parecem isolar os motoristas do processo de pilotagem.

A linhagem do Valour é incomparável.

Foi inspirado pelo Vantage V8 original e pelo magnífico Vantage baseado no RHAM/1 “Muncher” Le Mans de corrida de 1980.

Vangloria-se da musculatura imponente tão típica dos mais recentes carros da Aston Martin.

Máquinas como o Vantage V600 biturbo, durante algum tempo o mais potente carro de produção de todo o mundo.

Estilo impecável e execução perfeita ecoam o requintado supercarro One-77, enquanto seu intenso caráter focado no motorista conecta o Valour ao singular Victor.

Com produção global limitada a apenas 110 unidades, a raridade do Valour assegura que ele será um dos mais “colecionáveis” de todos os Aston Martin.

Vem equipado com o épico V12 de 5,2 litros biturbo de 712 cv de potência e 753 Nm de torque à transmissão manual de seis marchas feita sob medida.

Isso garante uma experiência verdadeiramente contagiante e assegura ao Valour um lugar no panteão dos maiores carros para dirigir de todos os tempos.

Tirando proveito da calibração única do trem de força, a enorme potência e o torque do Valour são irrestritos.

Oferecendo ao motorista performance plena e o controle total em cada marcha.

Um diferencial mecânico aumenta o senso de conexão análoga direta entre o carro e o motorista, com o suporte adicionado e reassegurado do controle de sistemas da tração eletrônica e da estabilidade.

O Valour também está equipado com modos de condução (Sport, Sport+ e Track) para oferecer resposta do acelerador, gerenciamento do torque e o som característico.

Destacando suas credenciais dinâmicas, o Valour recebeu uma suspensão sob medida, com amortecedores, molas e barras estabilizadoras ajustáveis, todos pensados especificamente para o carro.

O alinhamento da geometria das rodas cuidou do acerto de câmber, caster e convergência.

Essas características asseguram que o Valour possui distintas e claramente definidas qualidades de rodar e dirigibilidade.

Reforçando ainda mais suas características dinâmicas únicas, a estrutura personalizada da carroceria apresenta painéis reforçados e braçadeiras de suporte da torre da suspensão traseira e do tanque de combustível.

Estes elementos maximizam tanto a rigidez torsional quanto lateral.

Provendo a suspensão com uma plataforma otimizada a fim de entregar o mais preciso controle da carroceria e refinamento ampliado.

Além disso, um novo sistema de direção dá ao condutor ainda maior sensibilidade, conexão e imediatismo.

Com freios de cerâmica de carbono de série, o Valour tem enorme poder de frenagem graças aos discos dianteiros de 410 mm x 38 mm com pinças de seis pistões.

Na traseira, discos de 360 mm x 32 mm fazem par com pinças de quatro pistões.

Oferecendo aumento de performance nas frenagens e significativa redução de 23 kg em massa não suspensa em comparação com os freios de aço.

Estes discos são projetados para resistir à fadiga dos freios a temperaturas de até 800 graus.

Possibilitando ao motorista explorar o pleno potencial de performance do Valour com o máximo de confiança e preciso controle.

Completa o impressionante pacote do Valour um belo jogo de rodas leves de 21 polegadas forjadas em liga de “honeycomb”.

As quais recebem os mais recentes pneus Michelin Sport S 5 produzidos especialmente para a Aston Martin, 275/35 R21 na frente e 325/30 R21 atrás.

Eles são eficientes para assegurar o manuseio inspirado e o controle nas ruas no seco ou no molhado.

“Inspirados pelos nossos carros icônicos e musculosos do passado, dotamos o Valour com uma abundância de potência e torque, ao mesmo tempo usando tecnologia e engenharia modernas para tornar essa performance mais explorável e agradável. Uma grande parcela dessa característica de honrar o prazer de dirigir foi casar nosso fabuloso motor V12 com a transmissão manual. Isso acabou resultando em algo verdadeiramente inesquecível: uma obra de arte em forma de carro, que cresce ao ser exigido até os limites e tem os reais coração e alma de um clássico eterno”, observa Simon Newton, diretor de Desempenho de Veículos da Aston Martin.

Estas imensas capacidades de performance e intensas características de pilotagem são vividamente expressas na postura ampla e no físico altamente desenvolvido.

Produzida inteiramente em fibra de carbono, a carroceria une o design contemporâneo da Aston Martin aos traços imediatamente reconhecíveis do icônico Vantage V8 dos anos 70.

O resultado é audacioso e inconfundível de qualquer ângulo.

O capô em forma de concha apresenta uma grande abertura em ferradura e dois dutos NACA para prover ampla ventilação para o V12 biturbo que fica abaixo.

A icônica forma da grade da Aston Martin evoluiu para melhorar tanto a forma como a função.

Sua seção central é definida por estrias de alumínio, enquanto grandes tomadas de fibra de carbono de ambos os lados alimentam o motor e os freios com ar frio.

Eles também emolduram os classicamente inspirados faróis redondos de LED, exclusivos para o Valour.

Os quais ficam sob a jovial grade lembrando uma sobrancelha com efeito desafiador.

Modernas ideias aerodinâmicas foram incorporadas ao design, com a administração do fluxo de ar otimizando a estabilidade e ao mesmo tempo conquistando um assertivo e exclusivo desenho.

O proeminente difusor traseiro e ventilação do para-choque dianteiro incorporados aos flancos do Valour trabalham em harmonia com o painel traseiro com aberturas geradoras de vórtices.

Tem ainda a cauda elegantemente levantada e o difusor proeminente para alcançar o equilíbrio aerodinâmico.

A extremidade traseira também apresenta um grafismo surpreendente, com um conjunto de luzes de LED (seis de cada lado) repetindo o inovador hipercarro Valkyrie.

Um toque de alumínio polido em toda a largura delineia a parte traseira, separando as seções de cima e de baixo com efeito notável.

Posicionado entre os elementos mais fundos do difusor traseiro está a peça central do extraordinário desenho da traseira do Valour: um triplo cano de escapamento fabricado em aço inoxidável bastante leve.

Com a espessura da parede inferior a 1 mm, essa tubulação especial representa uma economia de 7 kg em relação ao sistema tradicional, e ainda emite um som glorioso e potente.

A celebração da herança da Aston Martin prossegue no interior do Valour, com o atemporal cockpit de dois assentos de simplicidade ímpar e sedutor ao toque.

No centro de tudo está a alavanca de câmbio da transmissão manual.

Com uma variedade de materiais como alumínio, titânio, fibra de carbono ou nogueira para o seletor do câmbio.

Além de um mecanismo de mudança exposto para enfatizar a conexão mecânica, o Valour valoriza a entrega da ligação física e emocional perdida para o progresso.

O magistral uso de materiais tem sido marca da Aston Marton.

O interior do Valour brilhando com a original e efetiva combinação a partir das quais os clientes podem criar suas próprias e originais especificações.

Por exemplo, o tradicional tweed de lã inspirado pela cobertura dos bancos do Aston Martin DBR1 vencedor em Le Mans em 1959.

Ele fornece um maravilhoso contraste com a altamente tecnológica fibra de carbono.

É usada para formar as conchas dos bancos leves do Valour, acabamentos de porta, saídas de ar, console central superior e túnel de transmissão feitos sob medida.

Personalizações adicionais surgem na forma de um método flexível de customização da pintura.

Separando a carroceria do Valour em quatro áreas (dianteira, teto, laterais e traseira), os clientes podem optar a partir de uma extensa variedade de faixas e desenhos gráficos pintados à mão.

Os quais podem ser aplicados com qualquer uma das 21 cores.

Caso o cliente queira ir ainda além da paleta de cores standard opcionais do Valour, ele pode requisitar os serviços da Q by Aston Martin para criar uma especificação realmente sob medida.

Exemplos disso incluem o desenho de uma pintura pontual, a carroceria de fibra de carbono 2 x 2 totalmente exposta, com opções de matizes em vermelho, azul e verde e rodas pintadas.

Além dos detalhes interiores em fibra de carbono Mokune ou uma escolha de tecidos de tweed e cashmere Johnsons of Elgin para os bancos.

“Na Aston Martin nosso design é sempre progressivo, mas na hora de celebrar um marco significativo, como nosso 110º aniversário, nos permitimos certa liberdade. Consequentemente, o Valour é gloriosamente inquestionável; um exemplar dos velhos tempos refinado e repaginado pelas lentes de 2023. Voltando a uma forma esculpida, se afastando de uma forma mais escultural que define os atuais modelos de série da Aston Martin, com detalhes audaciosos e modernos materiais do presente. Estamos ansiosos para assegurar que sua aparência reflita a experiência de pilotar. A fisicalidade bruta da forma deve dizer tudo o que você precisa saber sobre a feroz performance e emoções análogas de domar um carro esporte de 715PS com transmissão manual, embora o evidente uso das últimas tecnologias aponte para um modelo de condutas modernas e excepcionais capacidades dinâmicas”, disse Miles Nurnberger, diretor de design da Aston Martin.

A produção do Valour deve começar no quartel-general da Aston Martin em Gaydon no terceiro trimestre de 2023, com as primeiras entregas previstas para o quarto trimestre.

No Brasil, será vendido mediante encomenda.

O Valour está pronto para se tornar um dos mais cobiçados carros da incomparável lista de icônicos esportivos especiais de série com motor dianteiro.

O veículo é uma peça especial de colecionadores que precisa ser dirigido.

Read More

Le Mans, 100 anos: Como as 24 Horas se tornaram a corrida mais tradicional do mundo

Criada em 1923, as 24 Horas de Le Mans completam 100 anos em 2023.

Apesar de ser apenas a 91ª edição da famosa prova, realizada em trechos de estradas e de autódromo permanente, no Circuito de la Sarthe, a ocasião é também bastante especial.

Isso devido o grid pela primeira vez em muitos anos estar em grande forma, com a entrada de diversas montadoras como Ferrari, Porsche, Peugeot e Cadillac se juntando à Toyota, que chega como a favorita para a edição deste ano.

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans
(Foto: Paulo Maria DPPI)

Para 2024 há ainda a promessa da chegada à categoria Hypercar de nomes de peso como BMW, Alpine e Lamborghini.

O que para muitos marca o início de uma nova “era de ouro” das corridas de longa duração e em especial das 24 Horas de Le Mans.

O brasileiro André Negrão, piloto do Alpine #35, disputa pela sétima vez a corrida, vencida por ele na categoria LMP2 em 2018 e 2019.

O piloto acredita que esse é um grande momento estar mais uma vez no grid de Le Mans, principalmente por contar com a presença de tantos bons pilotos e bons carros.

“Vamos buscar um bom resultado na LMP2 neste ano. Eu já venci duas vezes a prova por essa categoria. Mas, é claro, é uma prova de 24 horas. Tudo e sempre pode acontecer. E é por isso que você vê muitas equipes comemorando apenas o fato de ter terminado a corrida. Muita gente até chorando. É um grande esforço para todos, mas se você consegue chegar ao fim sempre se sente recompensado”, disse André Negrão. 

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Paulo Maria DPPI)

Organizada pelo ACO (Automobile Club de l’Ouest), a primeira prova ocorreu em 26 e 27 de maio de 1923.

Inicialmente, os organizadores queriam promover uma corrida que testasse a ainda incipiente tecnologia dos automóveis, com muitas pequenas fábricas espalhadas especialmente pela Europa.

O formato era diferente: o carro vencedor seria aquele que conseguisse cobrir a maior distância após três edições das 24 horas.

Mas a ideia foi abandonada em 1928, com os vencedores de cada edição sendo reconhecidos como os ganhadores.

A prova não foi realizada em nove anos entre 1923 e 2023.

Primeiro em 1936, devido a uma greve geral na França, e depois pela Segunda Guerra Mundial, entre 1940 e 1948, quando a pista também precisou ser reconstruída. 

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Joao Filipe DPPI)

Com a retomada da prova em 1949, diversas montadoras passaram a se interessar pela competição.

O ano marcou também a primeira vitória da Ferrari, com um modelo 166MM, carro que inspirou a canção “Red Barchetta”, da banda canadense Rush.

Em 1953, com a formação do Mundial de Protótipos, a prova ganhou um campeonato organizado que orbitava em torno dela, como acontece até hoje, nos últimos anos como Mundial de Endurance.

A edição de 1955 viu acontecer um grande susto: a maior tragédia da história do automobilismo.

O francês Pierre Levegh bateu na reta principal. Seu carro foi parar em uma área de espectadores e matou 84 pessoas.

O que motivou preocupações e melhorias de segurança e também o abandono das corridas por parte da Mercedes Benz e, um pouco mais tarde, a proibição de provas na Suíça.

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Paulo Maria DPPI)

Com o avanço dos carros, nos anos 1960 os modelos chegavam aos 320 km/h na reta Mulsanne, ainda sem chicanes, que foram apenas colocadas em 1990.

Neste período, uma das grandes histórias do automobilismo se criou em Le Mans, quando a Ford derrotou a Ferrari na prova francesa em 1966, episódio retratado no filme “Ford vs. Ferrari” (2019).

Para aumentar o peso dessa saga, a marca de Maranello, que ganhou de 1960 até 1965, não vence as 24 Horas de Le Mans desde então.

Neste período, a popularidade da prova aumentou, com edições chegando a ter mais de 300 mil espectadores.

Nos anos 1970, a famosa largada com os pilotos correndo até os carros foi abandonada em detrimento de mais segurança, primeiramente por uma largada parada (1970) e posteriormente em movimento (1971).

O segundo grande momento das 24 Horas de Le Mans veio nos anos 1980 com a criação do Grupo C, que uniu regulamentos de campeonatos pelo mundo.

Nesta época, diversas montadoras levaram carros que até hoje são relembrados com carinho pelos fãs para a corrida francesa.

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Paulo Maria DPPI)

Entre as marcas estava a Porsche, que conseguiu a façanha de em 1983 fazer nove dos 10 primeiros colocados na prova.

Além de anotar a maior média de velocidade da história em uma volta em 1985, 251,815 km/h.

Outras fábricas que construíram seus nomes na corrida e fizeram modelos hoje considerados lendários são Jaguar, Mazda (primeira japonesa a vencer, em 1991), Toyota e Nissan.

Tem ainda a Mercedes por meio da equipe Sauber, e a Peugeot (dona do recorde de velocidade da reta Mulsanne em 1988, 405 km/h).

Neste período, a FIA decidiu impor aos times do Grupo C, em 1992, que apenas carros com motores 3.5L e com arquitetura em V competissem no Mundial de Protótipos, igualando seu regulamento ao da Fórmula 1.

Os custos subiram excessivamente e, assim, as montadoras tiveram que fazer uma opção e iniciaram uma retirada do campeonato.

E por isso, em 1993 o campeonato foi cancelado devido à falta de participantes. 

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Joao Filipe DPPI)

As 24 Horas de Le Mans ficaram sem um campeonato oficial entre 1993 e 2010.

Em 2011 a prova contou para o Intercontinental Le Mans Cup, porém em 2012 um novo campeonato nasceu para contemplar a prova.

Esse campeonato foi o Mundial de Endurance, ou World Endurance Championship, que permanece até hoje.

Desde sua formação, o WEC possui entre três e quatro classes, englobando também carros de GT, os superesportivos vendidos ao público que se popularizaram na prova após o fim do Grupo C.

Nesta fase, a Audi iniciou dominando (vencendo 13 edições entre 2000 e 2014) antes de sair do campeonato em 2016.

Após isso, a Porsche conquistou as últimas três de suas 19 vitórias em Le Mans, recorde para uma montadora, antes de também sair no fim de 2017.

Já nos últimos cinco anos a Toyota, que amargou uma derrota na última volta em 2016 para a Porsche após uma falha mecânica, conquistou cinco vitórias seguidas.

As duas primeiras com o espanhol Fernando Alonso, bicampeão de Fórmula 1, ao volante.

A marca japonesa chega como grande favorita em 2023, mas agora com nomes de peso a seu lado, como Ferrari, Porsche, Peugeot e Cadillac.

Elas competem na categoria dos Hipercarros, criada em 2021 para substituir a antiga LMP1, a principal do grid. 

Cena do dia 7, nas 24 Horas de Le Mans (Foto: Julien Delfosse DPPI)

Até hoje, 35 pilotos brasileiros já participaram das 24 Horas de Le Mans.

Porém, se por um lado nunca um deles chegou ao lugar mais alto do pódio na categoria geral, vários já estiveram no top 3 e quatro conseguiram vencer a corrida em classes intermediárias.

André Negrão e Daniel Serra, que estarão no grid da prova neste ano, foram os últimos a triunfar, em 2019.

Negrão pela LMP2, segunda categoria mais importante e Serra pela LMGTE-Pro.

As vitórias de ambos foram suas segundas na tradicional corrida francesa.

André ganhou pela primeira vez em 2018 (LMP2), já Serra faturou pela primeira vez as 24 Horas em 2017 (LMGTE-Pro).

André Negrão

Daniel Serra

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Além dos dois, Thomas Erdos, primeiro vencedor brasileiro em Le Mans, ganhou na classe LMP2 em 2005 e 2006, com Jaime Melo na GT2 em 2008 e 2009.

Já em pódios gerais, o Brasil foi representado por seis nomes na história.

O mais bem-sucedido e o único a repetir pódios é Lucas Di Grassi, terceiro em 2013 e 2016 e segundo em 2014.

O primeiro pódio da história foi de José Carlos Pace em 1973, com o campeão do Mundial de Protótipos de 1987, Raul Boesel, sendo segundo em 1991.

Já em 2008, foi a vez de Ricardo Zonta levar a bandeira do Brasil ao terceiro lugar do pódio.

Em 2020, Bruno Senna foi o segundo e André Negrão em 2021 levou pela última vez o Brasil a um pódio geral, em terceiro. 

Thomas Erdos e Bruno Senna

 

 

 

Read More

Stuttgart Porsche e Felipe Nasr: uma parceria entre campeões

A Stuttgart é a mais nova patrocinadora do brasileiro Felipe Nasr, piloto oficial da equipe Porsche Penske Motorsport no campeonato IMSA SportsCar e nas 24 Horas de Le Mans.

O logotipo da maior rede de Porsche Centers do Brasil estará no capacete e no macacão de Nasr já a partir das 24 Horas de Le Mans, nos dias 10 e 11 de junho.

Nasr correrá no Porsche 963 inscrito com o número 75, alusivo à comemoração do 75º aniversário da Porsche.

Porsche 963 com decoração exclusiva para as 24 Horas de Le Mans (Porsche)

Porsche 963 com decoração exclusiva para as 24 Horas de Le Mans (Porsche)

 

 

 

 

 

 

 

“Para mim, é uma honra representar a Stuttgart em uma prova como Le Mans sendo brasileiro e integrando a equipe de fábrica da Porsche. A Stuttgart é uma empresa brasileira que tem história no automobilismo e tem história com a Porsche. É uma oportunidade de construir uma imagem entre Porsche e Brasil, com a Stuttgart tendo uma atuação importante no posicionamento da marca. Vencer a 24 Horas de Le Mans na classificação geral é algo que nenhum brasileiro conseguiu antes, e quero fazer de tudo para trazer essa vitória para a gente”, disse Felipe Nasr, piloto oficial da Porsche Penske Motorsport.

Felipe Nasr e Marcel Visconde celebram a assinatura do contrato na Stuttgart
(Sposito Studio)

O acordo entre a Stuttgart e Nasr prevê que o piloto correrá até o fim da temporada 2023 divulgando o nome da empresa no capacete e nas mangas do macacão.

A assinatura do contrato aconteceu ontem (31 de maio) no Porsche Center São Paulo. 

Será a segunda vez que o nome da Stuttgart estará envolvido com as 24 Horas de Le Mans.

Em 1997, os Porsches 911 GT1 da equipe oficial de fábrica ostentaram a inscrição “Stuttgart Sportcar – Brazil” no spoiler dianteiro e nas abas laterais da asa traseira.

“A Porsche tem uma história em Le Mans, a Stuttgart tem uma história com a Porsche e agora estamos todos juntos com o Felipe no projeto do 963. A Stuttgart teve seu nome nos carros da equipe oficial da Porsche nas 24 Horas de Le Mans de 1997 e, em todos esses anos, criou um vínculo muito forte com as corridas de longa duração. Agora ela está de volta a Le Mans com as presenças no capacete e no macacão do Felipe. É uma união que acontece em um momento histórico muito feliz: 100 anos de Le Mans, 75 de Porsche e 25 de Stuttgart”, afirma Marcel Visconde, presidente da Stuttgart Porsche.

24 Horas de Le Mans, 1997: nome da Stuttgart no Porsche da equipe de fábrica (Miguel Costa Jr/acervo Stuttgart Porsche)

A conexão da Stuttgart com as corridas de longa duração remonta à década de 1990.

Inclui a participação nas 24 Horas de Daytona de 1998 com uma equipe totalmente formada por brasileiros.

No Brasil, a Stuttgart tem vitórias nas principais corridas de Endurance do calendário nacional, como a Mil Milhas Brasil e os 500 Km de São Paulo.

Também foi campeã nacional de Endurance em 2017 na classificação geral.

24 Horas de Le Mans, 1997: nome da Stuttgart no Porsche da equipe de fábrica (Miguel Costa Jr/acervo Stuttgart Porsche)

Além da parceria com a Stuttgart, Felipe Nasr revelou a pintura criada pelo artista plástico Adonis Alcici para o capacete que usará nas 24 Horas de Le Mans.

A decoração usa as mesmas cores que estarão nos três Porsches 963 da equipe de fábrica em Le Mans.

Cada uma delas em homenagem aos carros que correram pela fábrica na prova francesa.

Essas cores foram aplicadas no capacete na forma de um turbilhão.

“Sobre o capacete, eu considerei os 75 anos da Porsche e os 100 das 24 Horas de Le Mans e pensei em fazer algo que fosse realmente marcante, que as pessoas olhassem como uma obra de arte. Para isso eu tive a ajuda do Adonis Alcici. Sou fã do trabalho dele desde que recebi um quadro retratando meu carro durante o Motorsport Talks realizado em março aqui na Stuttgart. Eu queria sair do convencional, das linhas de capacete tradicionais. O resultado é essa obra incrível. A pintura tem cores marcantes, remete à velocidade, dá sensação de movimento e combinou com o logo da Stuttgart Porsche com a bandeira do Brasil”, completou Felipe Nasr.

Alta | Web
Pintura do capacete de Nasr para Le Mans foi criada pelo artista Adonis Alcici
(Sposito Studio)

“A Stuttgart colocou seu nome nos carros da equipe de fábrica da Porsche nas 24 Horas de Le Mans de 1997 e agora está de volta com o patrocínio ao Felipe Nasr. Em 1997, a Stuttgart era uma empresa nova e nosso objetivo era divulgar o nome da Stuttgart tanto em nível nacional quanto internacional. Hoje, ela está consolidada e queremos tornar a corrida mais representativa para nossos clientes. Para nós, é fantástico ter um brasileiro na equipe da fábrica, com chances de vencer a prova na classificação geral”, comentou Regis Schuch, fundador e diretor da Stuttgart Porsche. 

 

Read More

McLaren revela decoração da Tríplice Coroa para o Grande Prêmio de Mônaco

A McLaren Formula 1 Team está levando às ruas de Monte Carlo uma decoração especial que remete à conquista da Tríplice Coroa.

Ela poderá ser vista nos MCL60 durante o Grande Prêmio de Mônaco, no próximo domingo (28 de maio) como parte das comemorações do 60º aniversário da equipe.

“Tendo conquistado o maior feito do automobilismo com a Tríplice Coroa, temos orgulho de celebrar a rica história da McLaren com a decoração especial para o Grande Prêmio de Mônaco de 2023. Em consonância com as comemorações pelo nosso 60º aniversário e honrando o legado de Bruce McLaren, a decoração exclusiva homenageia as três vitórias que formaram a Tríplice Coroa”, disse Zak Brown, o CEO da equipe McLaren.

 

 

 

 

 

 

 

 

A decoração lembra e homenageia a Tríplice Coroa obtida pela McLaren ao vencer as três mais renomadas corridas do automobilismo.

Foram elas: as 500 Milhas de Indianapolis de 1974 com Johnny Rutherford, o Grande Prêmio de Mônaco de 1984 com Alain Prost e as 24 Horas de Le Mans de 1995 com J.J. Lehto, Yannick Dalmas e Masanori Sekiya.

Elementos na cor papaia retirados da vitoriosa estreia do MC16C/D da McLaren na Indy 500 cobrem a traseira do MCL60 de Lando Norris e Oscar Piastri.

Isso antes de encontrarem com o branco-gelo da parte central, lembrando o MP4/2 de Alain Prost que ganhou o Grande Prêmio de Mônaco de 1984.

A dianteira do carro do Grande Prêmio de Mônaco de 2023 foi finalizada em preto para homenagear o F1 GTR.

O  carro que deu a vitória à McLaren logo em sua primeira participação nas 24 Horas de Le Mans.

“É um privilégio estar envolvido nas comemorações do 60º aniversário da McLaren. Combinar as três icônicas decorações vencedoras em uma única para o Grande Prêmio de Mônaco de 2023 será um momento especial para toda a equipe”, acrescentou Lando Norris, piloto da McLaren Formula 1.

No halo do MCL60, as estrelas referentes à Tríplice Coroa (McLaren Racing)

Sob a tomada de ar do MCL60, os anos das vitórias celebradas: 1974, 1984 e 1995 (McLaren Racing)

 

 

 

 

 

 

 

 

Lando e Oscar comemorarão as conquistas e legado da equipe de Bruce McLaren ao levar o MCL60 à pista do Grande Prêmio de Mônaco entre os dias 26 e 28 próximos.

A McLaren tem uma rica história em Monte Carlo com 15 vitórias registradas desde 1984, é a equipe com mais triunfos nesse circuito.

A equipe continuará usando a decoração especial da Tríplice Coroa no Grande Prêmio da Espanha, marcado para o circuito de Barcelona-Catalunha apenas uma semana depois, entre os dias 2 e 4 de junho.

A Arrow McLaren também jogará luzes no legado da equipe fundada por Bruce McLaren ao exibir quatro decorações diferentes em cada um dos carros inscritos nas 500 Milhas de Indianapolis neste domingo.

McLaren com os carros da Tríplice Coroa: MCL60, M16C/D, MP4/2 e F1 GTR (McLaren Racing)

McLarens M16C/D, MP4/2 e F1 GTR (McLaren Racing)

 

 

 

 

 

 

 

 

Como parte das celebrações pela Tríplice Coroa, a McLaren mergulhou no seu notável arquivo para produzir cinco filmes.

Todos eles com quatro personagens sublinhando as primeiras vitórias nestas três corridas tão especiais.

Diálogos exclusivos com alguns dos maiores nomes do esporte, como Johnny Rutherford, Alain Prost, J. J. Lehto, Sir Jackie Stewart e Mario Andretti, destacarão a luminosa história da equipe que Bruce McLaren construiu.

Ainda abrilhantarão a incrível façanha que é a conquista da Tríplice Coroa.

Os fãs poderão se unir à equipe na celebração desta campanha com os limitados artigos de merchandise disponíveis online na McLaren Store.

Essa coleção especial é o resultado da colaboração com marcas populares como Mitchell & Ness, New Era e Castore.

Inclui bonés, malhas e agasalhos com capuz sob medida no estilo Tríplice Coroa.

“A decoração da Tríplice Coroa ficou incrível, e não posso imaginar melhor forma de fazer meu primeiro Grande Prêmio de Mônaco como piloto de Fórmula 1 pela equipe McLaren. Bruce McLaren ganhou em Monte Carlo de 1962 e a McLaren tem uma história riquíssima no Grande Prêmio de Mônaco. Sinto-me muito orgulhoso de alinhar no grid com o MCL60 com as mesmas cores dos carros vencedores da Tríplice Coroa”, concluiu Oscar Piastri, também piloto da McLaren Formula 1.

McLaren M16C/D de Johnny Rutherford nas 500 Milhas de Indianápolis de 1974 (McLaren Racing)

McLaren MP4/2 de Alain Prost vitorioso no GP de Mônaco de F1 de 1984 (McLaren Racing)

 

 

 

 

 

 

 

 

McLaren F1 GTR foi pilotado por Yannick Dalmas, J.J. Lehto e Masanori Sekiya (McLaren Racing)

 

 

 

Read More