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Opalas da Old Stock Race irão correr em Interlagos no próximo sábado

No âmbito da programação da lendária prova Mil Milhas, que será realizada no próximo fim de semana, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, os Opalas da Old Stock Race (OSR) irão para a pista na disputa da sétima e última etapa do campeonato de 2022.

Paulo Gomes, chefe da Equipe Viemar Automotive Delphi Technologies, que tem seu filho Pedro Gomes como piloto, está animado: “Trocamos o motor do nosso Opalão #22 e agora ele está muito melhor! Vamos atrás de um lugar no pódio para fechar a temporada!”

A programação da OSR começará com treinos na quinta-feira, 19. Na sexta-feira, 20, tem classificação para a primeira das duas provas à tarde e treino noturno.

As corridas serão disputadas no fim da tarde e na noite de sábado, 21, e prometem altas emoções.

O piloto Pedro Gomes e o chefe de equipe Paulo Gomes
(Humberto da Silva)

“Em termos de preparo, para correr à noite só precisamos alterar a calibragem dos pneus e usar faróis. Mas a corrida noturna é bem mais perigosa e desafiadora”, diz Paulão, que tem ampla experiência no assunto, e traz no currículo muitas Mil Milhas.

A mais inesquecível foi a primeira delas, que disputou em 1970 com um Puma comprado por seu amigo e parceiro Sergio Losada, preparado por Mario César de Camargo Filho e Eugênio Martins sob a supervisão de nada menos que Chico Landi.

“A corrida foi fantástica, choveu muito a noite toda, eu passei vários carros muito mais potentes que o nosso e liderei a corrida toda enquanto choveu. Foi maravilhoso para mim! Chamei a atenção dos grandes chefes de equipes do Brasil. Na semana seguinte tive o primeiro convite de uma delas, a Cebem, oficial da BMW na época, de onde logo depois eu fui para a equipe do Luiz Antônio Greco, a mais importante do país na época, com quem faturei sete títulos, a maioria correndo com um Ford Maverick, nos sete anos seguintes”, lembra Paulo.

Opala #22 da Equipe Viemar Automotive Delphi Technologies
(Humberto da Silva)

A etapa final da Old Stock Race deve ser mais uma grande festa para os fãs opaleiros, com entrada gratuita para pedestres, pelo portão T/L, em frente à caixa d’água da Sabesp, a partir das 15 horas do sábado. A largada para as Mil Milhas será à meia-noite. E o portão será fechado às 23 horas. 

Além do tradicional espaço para a feirinha de peças de Opala e para os que gostam de fazer churrasco, haverá praça de alimentação com food trucks.

O preço do estacionamento será de R$ 20 para motocicletas, Opalas e Caravans, e de R$ 40 para os demais veículos. Credenciais para os boxes podem ser adquiridas, por R$ 100, na fan store do site da Old Stock Race, e retiradas no portão T/L.

As duas corridas poderão ser vistas ao vivo no canal da Old Stock Race no Youtube.

Pedro Gomes em ação
(Humberto da Silva)

PROGRAMAÇÃO DA 7ª ETAPA DA OLD STOCK RACE:

Quinta-feira, 19 de janeiro
12h00/12h40: 1º treino
16h00/16h40: 2º treino

20 de janeiro, sexta-feira
14h20/14h35: Classificação
18h30/19h00: Treino noturno

21 de janeiro, sábado
17h30: 1ª corrida
21h20: 2ª corrida

 

 

 

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Dakar: Moraes segue em duelo com Loeb e agora é 3º colocado

Um dos pontos altos da 45ª edição do Rally Dakar, que se encerra no próximo domingo na Arábia Saudita, o duelo entre o estreante brasileiro Lucas Moraes e o nove vezes campeão mundial de rally Sébastien Loeb teve mais um lance dramático nesta sexta-feira, quando foi realizada a 12ª etapa da prova, no deserto Empty Quarter.

(Victor Eleutério/Fotop)

Ao desviar de uma moto que estava caída no trajeto, o piloto brasileiro acabou perdendo velocidade e viu o Toyota GR DKR Hilux da equipe Overdrive atolar em um “funil”, encontro de duas dunas, no jargão da modalidade.

“Perdemos bastante tempo tirando o carro dali”, resume ele, que disputa a categoria principal do maior rally do mundo, a dos carros. O incidente custou tempo precioso a Moraes e ao navegador alemão Timo Gottschalk, que acabaram o dia na 10ª colocação.

“Eu fui desviar de uma moto caída na duna, em um funil, e nessa desviada o carro perdeu embalo e não deu para chegar ao topo. Então, o carro atolou, porque a areia era muito fofa. Ali, depois que atola, a roda patina e afunda mais. Mas, faz parte do aprendizado. Pilotar em dunas requer “horas de voo” e eu ainda não tinha tido essa aula de hoje”, brinca Moraes.

(Marcelo Machado de Melo/Fotop)

O dia foi marcado por outra vitória do Prodrive Hunter T1+ do francês Sébastien Loeb e do belga Fabian Lurquin, que agora ocupam a vice-liderança geral da prova, apenas 2min01s à frente de Moraes, que caiu de segundo para terceiro na classificação.

A liderança do Dakar até aqui é da dupla Nasser Al-Attiyah (Qatar)/Mathieu Baumel (França), com um Toyota GR DKR Hilux da equipe oficial de fábrica.

Em quarto na geral está a dupla formada pelo campeão do Dakar 2009, o sul-africano Giniel de Villiers, que utiliza outro Toyota GR DKR Hilux da equipe de fábrica. Juntamente com seu conterrâneo, o navegador Dennis Murphy, Villiers tem uma desvantagem de 52min50 em relação a Moraes/Gottschalk.

O Brasil também colhe bons resultados em outras categorias. Na Protótipos Leves, o navegador Gustavo Gugelmin e o piloto norte-americano Austin Jones mantiveram a liderança geral, depois de terminar a etapa do dia em quinto.

Entre os quadriciclos, Marcelo Medeiros venceu a especial, passando a ocupar agora a 10ª colocação na sua categoria.

A especial de hoje percorreu 191km, com largada e chegada em Shaybah, já no sudoeste da Arábia Saudita. Esta matéria foi fechada considerando os resultados da prova disponíveis às 12h de Brasília (18h no horário local).

Lucas Moraes no cockpit de seu Toyota GR DKR Hilux

12ª Especial, 191km, saída e chegada em Shaybah
1. Sébastien Loeb/Fabian Lurquin (Prodrive Hunter T1+), 1h56min21s
2. Mattias Ekström/Emil Bergkvist (Audi RS Q e-tron) +3min19s
3. Nasser Al-Attiyah/Mathieu Baumel (Toyota GR DKR Hilux) +3min31s
4. Guerlain Chicherit/Alex Winocq (Prodrive Hunter T1+) +7min13s
5. Jakub Przygoński/Armand Monleón (Mini John Cooper Works Plus) +8min2s
6. Mathieu Serradori/Loic Minaudier (Century CR6-T) +8min59s
7. Martin Prokop/Viktor Chytka (Ford Raptor RS Cross Country) +9min58s
8. Yazeed Al-Rajhi/Dirk Von Zitzewitz (Toyota Hilux Overdrive) +10min46s
9. Giniel de Villiers/Dennis Murphy (Toyota GR DKR Hilux) +11min34s
10. Lucas Moraes/Timo Gottschalk (Toyota Hilux Overdrive) +11min38s

Classificação geral após doze especiais
1. Nasser Al-Attiyah/Mathieu Baumel (Toyota GR DKR Hilux), 41h16min25s
2. Sébastien Loeb/Fabian Lurquin (Prodrive Hunter T1+) +1h27min10s
3. Lucas Moraes/Timo Gottschalk (Toyota Hilux Overdrive) +1h29min11s
4. Giniel de Villiers/Dennis Murphy (Toyota GR DKR Hilux) +2h22min21s
5. Henk Lategan/Brett Cummings (Toyota GR DKR Hilux) +2h34min21s
6. Martin Prokop/Viktor Chytka (Ford Raptor RS Cross Country) +3h0min26s
7. Brian Baragwanath/Leonard Cremer (Century CR6-T) +3h34min23s
8. Wei Han/Li Ma (SMG HW2021) +4h11min38s
9. Mathieu Serradori/Loic Minaudier (Century CR6-T) +4h17min38s
10. Juan Cruz Yacopini/Daniel Oliveras Carreras (Toyota Hilux Overdrive) +4h17min53s

 

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Nova Montana começa a ser fabricada no Brasil

O processo de produção comercial da Nova Montana foi iniciado no complexo industrial da General Motors em São Caetano do Sul.

As primeiras unidades da picape serão destinadas aos consumidores que já adquiriram o produto em uma ação especial promovida no fim do ano passado.

O modelo começa a chegar às concessionárias Chevrolet de todo país a partir de meados de fevereiro.

“A Nova Montana é considerada o lançamento mais aguardado de 2023, tanto por seu conceito inovador como por seu grande potencial de mercado. Além do lote inaugural de dois mil veículos ter sido adquirido logo na fase de pré-venda, temos outros milhares de pedidos registrados na rede Chevrolet. Vamos trabalhar em ritmo acelerado para conseguir atender a todos no menor tempo possível”, explica Kleusner Lopes, diretor de vendas nacional da GM.

 

 

 

 

 

O grande diferencial da Nova Montana é que ela une o conforto e a dirigibilidade de um SUV, com a robustez e a versatilidade de uma verdadeira picape.

Tudo isso com a proposta inédita da caçamba inteligente Multi-Flex, projetada para funcionar como uma espécie de porta-malas gigante por trazer um sistema avançado de vedação da capota marítima, que oferece a melhor proteção contra a intrusão de água do segmento.

O veículo conta ainda com uma extensa linha de acessórios customizados, que permitem centenas de soluções inclusive para o transporte de carga, numa combinação que nenhum outro tipo de carro oferece.

A nova picape da Chevrolet será ofertada em quatro opções de acabamento. Todas muito bem equipadas, o que inclui motor turbo, seis airbags, Wi-Fi e OnStar de série, por exemplo. Serão duas versões com transmissão automática (Premier e LTZ) e duas com transmissão manual (LT e LS).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Linha de montagem renovada

Mesmo já tendo alcançado elevado nível tecnológico dentro do conceito da indústria 4.0, o complexo industrial da General Motors em São Caetano do Sul passou por atualizações que agregaram ainda mais qualidade, produtividade e eficiência.

As obras para receber a Nova Montana levaram mais de um ano para ficar pronta e foram executadas em etapas, no intuito de evitar prolongadas interrupções na linha, que já montava o Tracker e o Spin.

A fábrica recebeu 4 mil m² de novas instalações. Isso permitiu uma completa readequação do fluxo fabril, que tem cerca de quatro quilômetros de extensão e onde operam 274 novos robôs, elevando o nível de automação e a segurança dos operadores.

Além disso foi instalada uma espécie de scanner no fim da linha que faz a conferência da montagem da carroceria usando um protocolo de inteligência artificial.

A principal novidade, porém, foi a instalação da mais rápida prensa da GM nas Américas. Apenas esta máquina ocupa quase um quarteirão. São 96 metros de comprimento, por 12 metros de largura e 18 metros de altura, sendo sete deles no subsolo.

A nova prensa tem capacidade para estampar até 30 mil peças ao dia, como capô, para-lamas, portas e tampa traseira. Este volume representa duas vezes mais do que modelos tradicionais de geração anterior, consumindo aproximadamente metade da energia elétrica.

Aliás, importante foco da reformulação foi o aumento dos índices de sustentabilidade nos mais variados processos.

Outra novidade é o carrinho autônomo específico para o transporte de peças de grande porte, que foi desenvolvido pela própria GM no Brasil.

Tudo isso permitiu que a fábrica de automóveis há mais tempo em operação no país, com mais de nove décadas de história, se transformasse numa das mais modernas e competitivas do mundo.

Tanto a atualização da fábrica de São Caetano do Sul como o desenvolvimento da Nova Montana fazem parte do atual ciclo de investimento de R$ 10 bilhões da empresa a ser aplicado até meados da década no país.

 

 

 

 

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Dakar: o lado feminino do maior desafio do mundo

Em 2023, a imprensa brasileira marca presença na 45ª edição do Rally Dakar somente com a repórter Letícia Datena.

Não há outros jornalistas do país acompanhando a prova, que reúne no total competidores de 68 nacionalidades na Arábia Saudita.

Curiosa e apaixonada pelo esporte, Letícia deu de cara com uma realidade que não esperava: a forte presença feminina no maior desafio do mundo, que vem sendo disputado desde o dia 31 de dezembro nos desertos daquela região do Oriente Médio.

“Ao todo, são 51 atletas espalhadas em seis categorias. Eu acho sensacional que cada vez mais mulheres estejam se aventurando na versão mais radical de um esporte extremamente físico, como é o rally cross-country. Pilotos e navegadores correm em média 400km por dia em pleno deserto, escalando dunas de até 300m. Terminam o dia literalmente moídos. Além de estar bem preparado, é preciso ter coragem. E isso nós, mulheres, temos de sobra. O Dakar vai cruzar uns 8.500km até o final da corrida, no dia 15 de janeiro. Nós já andamos cerca de 70% disso. É uma prova que judia da gente, precisa realmente amar velocidade para correr um Dakar. E as mulheres adoram esse desafio. Ter 51 delas aqui me diz que estamos chegando com força, o rally já é nosso território também”, conclui a repórter, filha do apresentador José Luis Datena, que faz a cobertura do evento pela TV Band e revista Forbes.

O piloto brasileiro Lucas Moraes e a jornalista Letícia Datena no Dakar 2023

As mulheres, na verdade, já registraram grandes momentos na trajetória do Dakar, o que chama a atenção agora é a quantidade e a disposição de brigar de igual para igual com os marmanjos de todas as categorias.

Mas, já em 2001, a alemã Jutta Kleinschimidt mostrou o caminho vencendo a prova na categoria principal, a dos carros, ao lado do navegador e conterrâneo Andreas Schulz.

“Aqui, todo mundo sabe que as mulheres vieram pra ganhar. Como é o caso dos homens, algumas possuem currículos fantásticos no rally e outras estão em evolução. Mas de maneira geral elas estão aqui para conquistar o título máximo do nosso esporte, que é vencer essa prova. Todos os dias, no Dakar, temos provas de que talento não tem sexo, idade ou cor de pele. Essa é uma das magias dessa competição”, diz o brasileiro Lucas Moraes, que vem sendo a principal revelação do Dakar 2023.

Pâmela e Sachs em ação durante etapa do Dakar 2023
(Magnus Torquato/Fotop)

Em 2023, a catarinense Pâmela Bozzano, de 33 anos, se tornou a primeira mulher do Brasil a competir no Dakar como piloto.

A bordo de um Can-Am Maverick X3 da categoria Protótipos Leves, ela cruza os desertos da Arábia ao lado do navegador Carlos Sachs. Ex-atleta de marcha atlética, Pâmela iniciou no rally por brincadeira em 2020, influenciada pelo marido, Ênio Bozzano.

“Meu esposo me perguntou se não queria ser navegadora dele. Eu gostei da ideia, mas logo percebi que queria acelerar, frear… pilotar mesmo. Ele gostou da ideia, me incentivou e arrumou um carro pra testar. Tempos depois fomos para o Jalapão, um deserto no Tocantins, disputar minha primeira corrida”, conta Bozzano.

Pâmela levou a sério o convite, se destacou e conquistou bons resultados. Em 2022, venceu o Rally RN1500, um dos mais tradicionais do país, e também o Rally Jalapão, ambos na subcategoria de UTVs na qual competiu.

Mas a maior conquista foi a vitória na classe UTV3 do Rally dos Sertões e com Ênio na função de navegador. Na Argentina, Pâmela ainda foi segunda colocada no competitivo SARR (South American Rally Race) e quinta na classificação geral dos UTVs.

Mas a primeira brasileira a competir no Dakar foi a jornalista Leilane Neubarth, que em 1999 foi a navegadora na tripulação do caminhão conduzido por André Azevedo, ao lado do mecânico tcheco Tomas Tomecek.

O trio obteve duas vitórias em especiais e chegou ao terceiro lugar na categoria caminhões do Dakar daquela temporada.

Pâmela Bozzano e o navegador Carlos Sachs diante do Can-Am Maverick X3
(Vinícius Branca/Fotop)

Entre as 51 mulheres inscritas no Dakar, a maior delegação é da França com 12 representantes.

Na atual edição, as principais estrelas são as espanholas Cristina Gutierrez, que se tornou a primeira mulher a vencer uma especial no Dakar desde Kleinschmidt, e Laia Sanz, que é dona do melhor resultado de uma mulher nas motos no Dakar, um nono lugar em 2015. Gutierrez foi terceira colocada entre os UTVs no ano passado.

As duas correm paralelamente no Extreme E, competição de rally de carros elétricos no qual as equipes são divididas com um piloto masculino e outro feminino.

Gutierrez tem feito bonito: é a campeã de 2022 da Extreme E, ao lado do lendário francês Sebastien Loeb. Ambos competiram pelo time de Lewis Hamilton, o X44.

Sachs, Pâmela e Moraes posam ao lado do símbolo do Dakar antes da largada
(Marcelo Machado de Melo/Fotop)

51 Mulheres no Dakar 2023

Motos: Mirjam Pol (Holanda), Sandra Gomez Cantero (Espanha), Kristen Landman (África do Sul)
Carros (Pilotos): Laia Sanz (Espanha), Andrea Lafarja (Paraguai), Magdalena Zajak (Polônia)
Carros (Navegadoras): Monica Plaza Vazquez (Espanha), Valerie Panagiotis (França), Tessa Rooth (Holanda)
Protótipos Leves (Pilotos): Cristina Gutierrez (Espanha), Annett Fischer (Alemanha), Camelia Liparoti (Itália), Dania Akeel (Arábia Saudita), Mashael Alobaidan (Arábia Saudita), Merce Martin (Espanha), Anja Van Loon (Holanda), Aliyyah Koloc (Emirados Árabes Unidos), Pâmela Bozzano (Brasil), Patricia Pita Gago (Uruguai)
Protótipos Leves (Navegadoras): Annie Seel (Suécia), Lisette Bakker (Holanda), Delphine Delfino (França)
Caminhões (Navegadoras): Marije van Ettekoven (Holanda), Margot Llobera (Andorra), Susana Hernando Ines (Espanha), Syndiely Wade (Senegal)
UTVs de Produção (Pilotos): Molly Taylor (Austrália) e Rebecca Busi (Itália)
UTVs de Produção (Navegadoras): Valentina Pertegarini (Argentina), Rosa Romero Font (Espanha), Giulia Maroni (Itália)
Clássicos (Pilotos): Valentina Casella (Itália), Olga Rouckova (República Tcheca), Sandra Riviere (França)
Clássicos (Navegadoras): Anne Galpin (França), Mercedes Montamarta (Espanha), Julie Verdaguer (França), Monica Buonamano (Itália), Jacobine Kamp-Noordsij (Holanda), Corinne Berteloot (França), Audrey Rossat (França), Faiza Maillard (França), Magali Barlerin Simonot (França), Claire Deygas (França), Corinne Cupers (França), Sonia Ledesma Gomez (Espanha), Alexia Giugni (Itália), Lidia Ruba (Espanha), Simona Morosi (Itália), Marie-Noelle Malsergent (França) e Andrea Cadei (Itália)

Veículos conduzidos por tripulações 100% femininas

Motos: Mirjam Pol (Holanda), Sandra Gomez Cantero (Espanha), Kristen Landman (África do Sul)
Protótipos Leves: Annett Fischer (Alemanha)/Annie Seel (Suécia) e Merce Martin (Espanha)/Lisette Bakker (Holanda)
UTVs de Produção: Rebecca Busi (Itália)/Giulia Maroni (Itália)
Clássicos: Valentina Casella (Itália)/Monica Buonamano (Itália)

 

 

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Jeep Commander foi o líder absoluto do seu segmento em 2022

O Jeep Commander foi o grande destaque entre os D-SUVs do mercado brasileiro em 2022. O modelo, que chegou com o propósito de reinventar o seu segmento, se destaca por elevar o patamar de sofisticação da gama nacional da marca e por ser o primeiro Jeep projetado e desenvolvido no Brasil.

Em seu primeiro ano completo de vendas, o Commander emplacou 22,4 mil unidades em 2022, garantindo uma participação de 35,2% entre os D-SUVs do mercado brasileiro.

Melhor que isso, o modelo liderou sua categoria em todos os meses do ano passado. O mesmo feito que conquistou a marca Jeep em 2022, que liderou o segmento SUV, o mais importante do mercado automotivo brasileiro, nos 12 meses do ano.

Um feito inédito e para se comemorar, já que é o segmento mais concorrido atualmente.

Ainda em 2022, no mês de outubro, o Commander atingiu a marca de 30 mil unidades produzidas em Goiana. Marca essa conquistada pouco depois de completar um ano entre os D-SUVs no mercado nacional.

Um carro sofisticado e perfeito para o dia a dia, sem perder a vocação off-road Jeep, o Commander oferece aos clientes as opções de motorização turboflex ou diesel e versões 4×2 e 4×4, com toda a força off-road que está no DNA da marca.

O espaço é um atributo de destaque no Commander. Afinal, sete lugares representam mais conforto, versatilidade e até o amplo porta-malas, que, inclusive, é um dos maiores da categoria. 

Outro destaque do Jeep Commander frente aos seus principais concorrentes é o Adventure Intelligence com Alexa-in-vehicle. Ele permite que o usuário se conecte ao seu veículo mesmo estando longe dele pelo app My Uconnect (disponível na Apple Store e Play Store) e pelo site.

Já no App, smartwatch e pela Alexa (Amazon), o cliente poderá controlar diversas funções da plataforma como localização e status do veículo à distância, informações sobre o veículo e mapa inteligente, chamada de emergência no caso de algum acidente leve ou problema de saúde, entre muitas outras funções. 

No caso da Alexa in-vehicle, o cliente pode controlar funções externas diretamente do carro, como por exemplo acender uma luz da sala da sua casa, abrir o portão da garagem ou até mesmo incluir um item em uma lista de compras.

 

 

 

 

 

 

Primeiro Jeep desenvolvido no Brasil, o Commander vem muito bem equipado de série em todas as versões com tecnologias de direção autônoma muito valorizadas por clientes do segmento premium.

Traz controle de cruzeiro adaptativo, alerta de colisão com frenagem automática, detecção de ponto cego e de tráfego cruzado, alerta de mudança de faixa, frenagem de emergência para pedestres, ciclistas ou motociclistas, detector de fadiga do motorista, reconhecimento de placas de velocidade, comutação automática de faróis e park assist.

Para completar a melhor experiência a bordo, o Commander traz o sistema de som da marca premium Harman Kardon com 9 alto-falantes, subwoofer e 450 Watts de potência.

 

 

 

 

 

 

Sucesso de vendas e também entre a crítica especializada. O Jeep Commander já conquistou diversas premiações importantes.

Entre as mais recentes, uma que mostra toda a força comercial do modelo, o Commander garantiu o Selo de Maior Valor de Revenda, Autos, na categoria “SUV Grande”, da Agência Autoinforme, em parceria com a Textofinal de Comunicação.

Outra recente conquista de destaque do modelo foi como “Melhor SUV Médio” no importante Prêmio Mobilidade Estadão, no fim de 2022.

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Stellantis lidera o mercado sul-americano pelo segundo ano consecutivo

A Stellantis, uma das principais fabricantes de automóveis e fornecedoras de mobilidade do mundo, liderou as vendas de automóveis e comerciais leves na América do Sul e em dois importantes mercados da região, Brasil e Argentina, pelo segundo ano consecutivo.

Além disto, a Stellantis conquistou, em 2022, a liderança no mercado do Chile.

As vendas totais da empresa no último ano superaram a marca de 843 mil veículos na América do Sul, respondendo por uma participação de mercado de 23,12%. Deste total:

– 646,7 mil unidades foram comercializadas no Brasil, com 32,9% de participação de mercado;

– 116,7 mil veículos foram vendidos na Argentina (30,7% de participação);

– 46,7 mil unidades foram emplacadas no Chile (10,9% de participação), e

– 33,7 mil veículos foram comercializados nos demais países sul-americanos.

BRASIL

Fiat é líder e Strada é o mais vendido pelo segundo ano consecutivo. A Fiat liderou o mercado brasileiro pelo segundo ano consecutivo. Foram 430 mil unidades vendidas em 2022, com 21,9% de participação de mercado.

A picape Fiat Strada foi o veículo mais vendido no Brasil pelo segundo ano consecutivo, alcançando a marca de 112.463 unidades comercializadas. A marca também posicionou dois modelos entre os dez mais vendidos no ano: o Mobi, com 72.760 emplacamentos, e o Argo, com 64.022 unidades vendidas.

Jeep conquista liderança de SUVs pelo sétimo ano consecutivo. A Jeep conquistou a liderança no segmento de SUVs pelo sétimo ano seguido. A marca emplacou 137.444 veículos em 2022.

A marca representou 20% das vendas do segmento de SUVs e 7% de market share entre todos os veículos vendidos no Brasil. Os modelos Compass e o Commander foram líderes de suas categorias, ao mesmo tempo em que o Compass posicionou-se entre os dez modelos mais vendidos no país.

Peugeot tem ano histórico com recorde de vendas. Encerrou 2022 com a comercialização de 41.740 veículos, um resultado 41% maior do que o registrado no ano anterior.

Os bons números garantem à marca uma participação de mercado de 2,1%, o melhor patamar dos últimos oito anos no mercado brasileiro. O destaque da marca foi o Peugeot 208, com 29.901 unidades vendidas no ano.

Citroën avança 37% em 2022 e Novo C3 se destaca. As vendas da Citroën cresceram 37% em 2022 em relação ao ano anterior, somando 32 mil veículos emplacados. O destaque de vendas ficou por conta do Novo Citroën C3, que registrou 10.835 unidades emplacadas.

Ram cresce 83% em 2022. A Ram registrou em 2022 o terceiro ano consecutivo de vendas recordes, com 83% de crescimento em relação ao ano anterior. Foram 5.056 emplacamentos no ano, assegurando à marca a terceira posição no ranking do mercado premium.

Em relação aos modelos, o maior destaque foi para a Ram 3500. Lançada no final de março, a topo de linha da marca fechou o ano com 2.201 unidades registradas.

 

 

 

 

 

ARGENTINA

A Stellantis lidera o mercado argentino. As vendas da Stellantis na Argentina superaram as 116 mil unidades em 2022, com uma participação de mercado de 30,7%.

O Fiat Cronos foi o modelo mais vendido no país, completando 30 meses consecutivos no topo das preferências. Foram mais de 38 mil unidades emplacadas no ano.

O modelo Peugeot 208 foi o segundo mais vendido, com 25.649 unidades. E também pelo segundo ano consecutivo, a DS Automobiles alcançou a primeira e segunda colocações do mercado premium, com os modelos SUV DS 7 Crossback e DS 3 Crossback respectivamente.

A empresa também celebrou marcos históricos de produção: 250 mil unidades do Fiat Cronos produzidas na planta de Ferreyra, em Córdoba, e 100 mil unidades do Peugeot 208 fabricadas na planta de El Palomar.

CHILE

Stellantis lidera no Chile. A Stellantis liderou o mercado chileno em 2022, com participação de 10,9% nas vendas totais.

A conquista é importante, porque o Chile é, atualmente, o segundo maior mercado automotivo da América do Sul.

Entre as marcas da Stellantis, a que mais se destacou no mercado chileno foi a Peugeot, que encerrou o ano com participação de vendas de 4,9% e liderança no segmento de veículos comerciais leves. A marca Opel também se destacou por seu acelerado crescimento.

 

 

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Dakar: Lucas Moraes, piloto brasileiro considerado revelação de 2023, assume a vice-liderança

O brasileiro Lucas Moraes, atual bicampeão do Rally dos Sertões e piloto da equipe Overdrive, apoiado pela Red Bull e SpeedMax Pneus, segue realizando uma campanha inédita para um piloto brasileiro no Rally Dakar, a maior e mais difícil prova do gênero no mundo, disputada na Arábia Saudita.

Na última terça-feira (10), durante a nona etapa, o ainda estreante Moraes assumiu a vice-liderança geral da corrida, novamente atraindo os olhares de todo o mundo do off-road para um desempenho que vem surpreendendo a equipe belga Overdrive Racing.

Depois de 3.614km de especiais, Lucas está atrás apenas do atual campeão, o catariano Nasser Al-Attiyah, que também compete com um Toyota GR DKR Hilux, mas sob a bandeira da equipe oficial da fábrica japonesa.

(Magnus Torquato/Fotop)

A etapa desta terça-feira foi composta por 358km de especiais, trechos cronometrados onde acontece a competição, entre Riad e Haradh.

O brasileiro, que conta com a navegação do alemão Timo Gottschalk, terminou na 10ª posição entre os 73 carros inscritos, em dia vencido pelo multicampeão de rally, o francês Sébastien Loeb (Prodrive Hunter T1+).

Moraes disse que ficou surpreso com o nível de perigo no início do trajeto e, depois, teve que controlar o carro em um longo trecho de alta velocidade marcado por vários saltos.

“Essa foi mais uma especial dura. O Dakar continua me surpreendendo. No começo, as dunas foram bem perigosas. Tivemos acidentes importantes de competidores bem experientes e rápidos. O Carlos Sainz (Audi RS Q e-tron) “varou” uma duna e capotou. O Henk Lategan (Toyota GR DKR Hilux) fez o mesmo e destruiu a suspensão. Então foi mesmo perigoso para todo mundo. Por isso nós fomos administrando um pouco o ritmo. Tivemos um trecho longo com muitos bumps (saltos), que desequilibravam muito a traseira e isso me preocupou bastante naquele momento. Mas fizemos a nossa parte e entregamos o carro inteiro para a equipe novamente. Então a nossa estratégia está dando certo e vamos continuar na mesma pegada, disse Moraes.

(Kin Marcin/Redbull)

Moraes também falou do momento que está vivendo no Dakar. “Primeiro, só o fato de estar aqui já é a realização de um sonho. Fui criado entre praticantes de rally, tenho muitos amigos nesse meio. E eles estão me dando muito apoio com mensagens positivas e muitas dicas também. Quem me conhece sabe que eu nunca imaginei estar nessa posição em um Dakar. Isso aqui é demais”, contou.

“Mas temos ainda cinco dias pela frente. Serão cinco dias de dunas em um deserto enorme e famoso aqui no Oriente Médio, o Empty Quarter, e tudo indica que vai ser muito difícil. Como é a minha primeira vez, sigo mantendo respeito máximo pela prova. E agora ainda mais”, finalizou.

(Marcelo Machado de Melo/Fotop)

Resultados:

9ª Especial, 346km, entre Riad e Haradh
1. Sébastien Loeb/Fabian Lurquin (Prodrive Hunter T1+) 3h7min24s
2. Vaidotas Zala/Paulo Fiúza (Prodrive Hunter T1+) +57s
3. Guerlain Chicherit/Alex Winocq (Prodrive Hunter T1+) +2min8s
4. Mattias Ekström/Emil Bergkvist (Audi RS Q e-tron) +5min11s
5. Romain Dumas/Max Delfino (Toyota GR DKR Hilux T1+) +7min38s
6. Jakub Przygoński/Armand Monleón (Mini John Cooper Works Plus) +8min23s
7. Giniel de Villiers/Dennis Murphy (Toyota GR DKR Hilux) +8min55s
8. Nasser Al-Attiyah/Mathieu Baumel (Toyota GR DKR Hilux) +8min58s
9. Sebastián Halpern/Bernardo Graue (Mini John Cooper Works Plus) +10min8s
10. Lucas Moraes/Timo Gottschalk (Toyota Hilux Overdrive) +10min33s

Classificação geral após nove especiais
1. Nasser Al-Attiyah/Mathieu Baumel (Toyota GR DKR Hilux) 34h19min20s
2. Lucas Moraes/Timo Gottschalk (Toyota Hilux Overdrive) +1h21min57s
3. Sébastien Loeb/Fabian Lurquin (Prodrive Hunter T1+) +1h43min8s
4. Henk Lategan/Brett Cummings (Toyota GR DKR Hilux) +1h46min23s
5. Giniel de Villiers/Dennis Murphy (Toyota GR DKR Hilux) +2h4min17s
6. Romain Dumas/Max Delfino (Toyota GR DKR Hilux T1+) +2h25min51s
7. Martin Prokop/Viktor Chytka (Ford Raptor RS Cross Country) +2h45min36s
8. Brian Baragwanath/Leonard Cremer (Century CR6-T) +2h48min6s
9. Wei Han/Li Ma (SMG HW2021) +3h32min15s
10. Juan Cruz Yacopini/Daniel Oliveras Carreras (Toyota Hilux Overdrive) +3h52min52s

45ª Edição do Rally Dakar
8.549km de percurso total. Especiais somam 4.706km
(Data / locais / total do dia / especial)
Prólogo: 31/12 – Sea Camp – 10 km / 10 km
01/01 – Sea Camp –> Sea Camp – 603 km / 368 km
02/01 – Sea Camp –> Al-‘Ula – 590 km / 431 km
03/01 – Al-‘Ula –> Ha’il – 669 km / 447 km
04/01 – Ha’il –> Ha’il – 573 km / 425 km
05/01 – Ha’il –> Riad – 646 km / 375 km
06/01 – Riad –> Al-Dawadimi – 861 km / 333 km
07/01 – Riad –> Al-Dawadimi – 639 km / 472 km
08/01 – Al-Dawadimi –> Riad – 722.41 km / 407 km
09/01 – Descanso – Riad
10/01 – Riad –> Haradh – 710 km / 346 km
11/01 – Haradh –> Shaybah – 623 km / 114 km
12/01 – Shaybah –> Empty Quarter – 426 km / 275 km
13/01 – Empty Quarter –> Shaybah – 375 km / 185 km
14/01 – Shaybah –> Al Hofuf – 669 km / 154 km
15/01 – Al Hofuf –> Dammam – 414 km / 136 km

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Peugeot tem ano histórico com recorde de vendas no Brasil

A Peugeot alcança um feito histórico em 2022, com a comercialização de 41.740 unidades. Um resultado 41% maior do que o registrado no ano anterior, quando emplacou 29.531 veículos.

Os bons números garantem à marca francesa uma participação de mercado de 2,1%, o melhor patamar dos últimos oito anos no mercado brasileiro.

O bom desempenho ocorre em um ano negativo para a indústria automotiva, que retraiu 1%, impactada pelo cenário de insegurança na economia e pelo calendário mais enxuto de vendas no varejo, em razão da Copa do Mundo.

Para a marca esses números históricos traduzem a força da Peugeot no país e sinalizam que os consumidores brasileiros estão, cada vez mais, envolvidos pelos diferenciais dos modelos.

Essa mudança de status da marca é resultado de movimentos estratégicos, envolvendo um relevante trabalho com a rede de concessionárias e pós-venda, com foco na entrega de qualidade e excelência no atendimento.

O destaque da marca do Leão foi o Peugeot 208, que vem registrando resultados expressivos mês a mês no segmento B-Hatch. Em 2022, foram vendidas 29.901 unidades, volume 44% superior à soma de 2020 e 2019, quando entregou 16.321 e 4.403, respectivamente.

No seu nicho, o 208 encerrou o ano na 5ª posição, uma ascensão expressiva se comparada a 2020, período em que a marca ficou na 9ª colocação; ou se relacionada ao 16º lugar obtido em 2019.

A motorização 1.0, recém-lançada, também alcançou a 5ª posição no B-Hatches 1.0, com 10.536 veículos comercializados, representando 35% do mix total em 2022.

Desde que passou equipar o hatch em maio do ano passado, a versão se mostra um sucesso entre os consumidores.

O propulsor três cilindros, que se destaca pela mecânica tecnológica, otimizada e inteligente, é capaz de oferecer uma experiência de dirigibilidade bem superior aos dos concorrentes, além da notável dinâmica nas trocas de marchas e conforto de suspensão.

O Peugeot Partner Rapid também registrou um desempenho destacado em 2022, com 2.031 unidades emplacadas, atingindo 8%.

Foi a 2ª melhor marca no chamado segmento de B/C VAN, sucesso entre consumidores que optam pelo uso misto do veículo, com o transporte de passageiros e cargas no mesmo compartimento.

No balanço de 2022, os elétricos da Peugeot responderam pelo emplacamento de 289 veículos, encerrando o ano na 9ª posição do ranking.

Esse foi o segmento em que a empresa tem se destacado por ser uma oferta que combina fácil recarga a um baixo custo de manutenção, movimentando ainda mais o seu posicionamento de mercado de elétricos no Brasil.

Tem entre seus pilares estratégicos o movimento Move To Electric, um mapeamento da jornada da eletrificação, desde a compra até o pós-venda.

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Hyundai HB20 é o carro de passeio mais vendido do Brasil pelo segundo ano consecutivo

O Hyundai HB20 chega ao final do ano de 2022 como o automóvel de passeio mais vendido do Brasil, ao emplacar 96.255 unidades de janeiro a dezembro, segundo números da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores).

O modelo repete o resultado conquistado em 2021 e se torna bicampeão de vendas no país.

“O ano de 2022 ficará marcado na história da Hyundai, pois nele completamos 10 anos de operação no Brasil e tivemos nossos dois principais modelos como campeões de vendas, no geral entre veículos de passeio, no caso do HB20, e no varejo entre SUVs, para o CRETA. Isso nos dá condições de afirmar que ambos estão posicionados entre os carros mais queridos pelos brasileiros e são trazidos até o consumidor por meio da rede de concessionárias que mais vende automóveis por loja no País, a quem agradeço por todo empenho e comprometimento”, afirma Angel Martinez, vice-presidente comercial da Hyundai Motor Brasil.

No ranking de automóveis de passeio não são consideradas as pick-ups, que entram em outra classificação, como veículos comerciais leves.

Dentro do segmento de hatches compactos, o HB20 viu sua participação subir de 25,2% para 27,4% de um ano para outro, graças ao lançamento do Novo Hyundai HB20, repaginado e com novos itens de segurança e tecnologia, como o Hyundai SmartSense, e à manutenção constante de seu volume de vendas ao longo dos meses de 2022.

Nas vendas para o canal de varejo, que exclui as chamadas vendas diretas, o preferido entre os SUVs em 2022 foi outro modelo da montadora sul-coreana produzido localmente, na fábrica de Piracicaba (SP): o Hyundai CRETA, que registrou 56.493 emplacamentos no ano passado e garantiu o primeiro lugar no segmento entre as unidades comercializadas.

 

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Citroën dispara 37% em 2022 e Novo C3 fica entre os cinco mais vendidos do segmento

A Citroën se despediu do ano de 2022 celebrando excelentes marcas, quatro prêmios conquistados em pouco mais de um mês, crescimento notável em suas vendas e, claro, o lançamento mais importante do mercado, com o Novo Citroën C3.

Todos esses reconhecimentos e índices são fundamentais para reforçar o quanto a marca está conectada à inovação, à tecnologia e preparada para os desafios que virão.

Como não poderia deixar de ser, o campeão da marca em 2022 foi o Novo Citroën C3, que registrou no mês de dezembro o total de 3.271 unidades emplacadas, um crescimento de 3% em comparação com novembro.

Dentro do segmento, o Novo C3 fechou o mês como o quinto veículo mais emplacado, o que representa 7% de participação.

Além desses índices, o hatch com atitude SUV ainda conquistou algumas premiações, como o de Melhor Carro Nacional pelo Car Awards Brasil 2022, Melhor Hatch Compacto no Prêmio Mobilidade Estadão 2023 e ainda foi eleito como Melhor Carro Nacional até 1,2 litro no Prêmio Abiauto.

No comparativo com dezembro de 2021, a indústria apresentou crescimento de 4% enquanto a Citroën cresceu 35%.

Para complementar esse notável índice, a montadora também encerrou o ano de 2022 como vencedora na categoria Marca Digital do Ano do prêmio Carro do Ano da Autoesporte.  

Quando considerado todo o ano de 2022, os índices registrados pela Citroën também são de se orgulhar.

Em comparação com o período compreendido entre janeiro e dezembro de 2021, enquanto a indústria registrou uma queda de 1% no volume total, a Citroën disparou 37%.

Foram cerca de 32 mil veículos emplacados no ano passado, com um aumento na participação de vendas da marca em comparação com 2021.

O responsável por alavancar esses números foi justamente o Novo Citroën C3, que registrou 10.835 unidades emplacadas desde seu lançamento.

 

 

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