Toyota Corolla e Corolla Cross são os veículos flex mais econômicos no Brasil em 2023, revela Inmetro

A Toyota atingiu um marco importante no mercado automobilístico brasileiro, com o Corolla e o Corolla Cross sendo reconhecidos como os veículos mais econômicos segundo a lista atualizada do Inmetro para 2023.

Os modelos destacaram-se pela eficiência da tecnologia híbrida flex que combina um motor elétrico com o convencional, reduzindo o consumo de combustível e as emissões de poluentes. 

“Estamos extremamente orgulhosos pela liderança dos modelos Corolla e Corolla Cross no ranking do Inmetro. O resultado é consequência direta do uso da propulsão híbrida flex, que utiliza o auxílio do motor elétrico, poupando combustível e evitando emissões de poluentes, refletindo nosso compromisso contínuo com a inovação e a sustentabilidade. Esta conquista é um testemunho do nosso esforço em promover a descarbonização e oferecer aos nossos clientes veículos eletrificados mais acessíveis, que ofereçam eficiência e praticidade, já que não precisam ser carregados em tomada”, disse Roberto Braun, Diretor de Comunicação, Presidente da Fundação Toyota, e porta-voz da área de ESG da Toyota do Brasil. 

O ranking divulgado, que inclui 975 modelos e versões de carros de passeio e comerciais leves de 35 montadoras diferentes, é parte do PBEV (Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular), que completou 15 anos em 2023 e mede o consumo energético em MJ/km (megajoules por quilômetro) e em km/l, determinando a eficiência de cada modelo.

Ou seja, quanto menor for o consumo energético a cada km rodado, mais eficiente o automóvel. Os carros são classificados de “A” (mais eficientes) a “E” (menos eficientes), com base em testes padronizados e controlados. 

A tecnologia híbrida flex da Toyota, exclusiva e acessível, se diferencia no mercado por não requerer recarga, adaptando-se com facilidade à rotina dos motoristas.

Além disso, destaca-se por sua eficiência em reduzir emissões de carbono, especialmente quando abastecida com etanol, um combustível renovável nacional.

Ela atende às crescentes demandas por soluções sustentáveis ao oferecer uma redução significativa nas emissões de poluentes, ultrapassando 30% em comparação com veículos flex fuel convencionais. 

A fabricação desses modelos no Brasil tem impacto positivo na economia local, gerando empregos diretos e indiretos (considerando a toda a cadeia produtiva), fomentando o desenvolvimento econômico e social.

É essa junção da tecnologia japonesa com a expertise brasileira que coloca a Toyota na vanguarda da inovação automotiva sustentável no país.

Os modelos híbridos flex da Toyota são soluções práticas, acessíveis e competitivas, que valorizam um recurso nacional renovável, contribuindo para a geração de negócios e riqueza no país.

“Impossível também não destacar a importância do etanol de cana-de-açúcar, biocombustível de baixo carbono, no sucesso da tecnologia híbrida flex ao ver esses resultados. Desde o lançamento dos veículos flex em 2003, o uso do etanol no Brasil tem evitado a emissão de milhões de toneladas de CO2, contribuindo significativamente para a sustentabilidade ambiental e a geração de empregos”, reforça Braun. 

Resultados dos testes

Toyota Corolla

Motor 1.8 híbrido flex e câmbio CVT

Nota B
Consumo energético – 1,21 MJ/km

Consumo cidade – 12,8 km/l (etanol)
Consumo estrada – 11,1 km/l (etanol)

Consumo cidade – 18,5 km/l (gasolina)
Consumo estrada – 15,7 km/l (gasolina)

Toyota Corolla Cross

Motor 1.8 híbrido flex e câmbio CVT

Nota B
Consumo energético – 1,31 MJ/km

Consumo cidade – 11,8 km/l (etanol)
Consumo estrada – 9,7 km/l (etanol)

Consumo cidade – 17,8 km/l (gasolina)
Consumo estrada – 14,7 km/l (gasolina)

 

 

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Volvo anuncia produção do seu último veículo a diesel no início de 2024

A Volvo tem o compromisso de, até 2030, produzir e comercializar apenas carros elétricos e, até 2040, ser uma empresa 100% neutra para o clima.

Para se aproximar desses objetivos, a empresa anunciou, durante a Semana do Clima de Nova York (entre os dias 17 e 24 de setembro), que irá produzir no início de 2024 seu último carro a diesel. 

Com esse anúncio, a Volvo se torna uma das primeiras empresas do setor automotivo a dar esse passo e comprova que os objetivos da companhia de se tornar 100% elétrica não são apenas ambiciosos, mas estão em pleno desenvolvimento.

O anúncio segue a decisão do ano passado de parar o desenvolvimento de novos motores à combustão.

“Motores elétricos são o futuro, e são superiores a motores a combustão: eles geram menos barulho, menos vibração e menos custos de manutenção e zero emissões. Nós estamos 100% focados em criar um vasto portfólio de carros premium 100% elétricos que entregam tudo o que nossos consumidores esperam de um Volvo – e são uma parte importante da nossa resposta à mudança climática”, afirmou Jim Rowan, CEO da Volvo Cars.

A Volvo optou por mergulhar de cabeça na estratégia da eletrificação para se tornar parte da solução de um problema causado pela própria indústria automotiva, onde ela se inclui.

O último relatório do Clima Global, divulgado pela Organização das Nações Unidas, ressaltou a emergência climática que a humanidade enfrenta, assim como a necessidade de ações urgentes. 

“O que o mundo precisa agora, nesse momento crítico para a humanidade e para o nosso planeta, é de liderança. Já passou da hora dos líderes da política e da indústria de serem fortes e decisivos, e entregarem políticas e ações relevantes para combater a mudança climática. Estamos comprometidos em fazer nossa parte e encorajar nossos colegas de setor e líderes políticos ao redor do mundo a fazer a parte deles”, disse Jim Rowan.

Para tentar convencer mais empresas a entrar nessa luta, o diretor de sustentabilidade global da Volvo, Anders Kärrberg, fez parte de um evento organizado pela Accelerating to Zero (A2Z) na Semana do Clima de Nova York.

Lançada durante a COP27, a A2Z reúne os principais signatários da Declaração de Glasgow para veículos de emissão zero, da qual a Volvo faz parte. 

Embora os objetivos da eletrificação da companhia sejam mais ambiciosos do que isso, a intenção de participar do evento é inspirar outras companhias a serem mais audaciosas para tomar ações contra a mudança climática. 

A decisão da Volvo de parar completamente de produzir carros a diesel no início de 2024 demonstra quão rápido a indústria e os consumidores estão mudando devido à crise climática. 

Apenas há quatro anos, o motor a diesel era o produto mais popular da empresa na Europa.

A grande maioria dos carros vendidos no continente em 2019 eram movidos a diesel, uma vez que os modelos elétricos estavam apenas começando a se inserir no mercado.

A tendência se inverteu rapidamente desde então, movida por uma demanda de mercado, leis de emissão de carbono mais rigorosas e o foco da companhia em eletrificação.

A maioria das vendas na Europa, agora, consistem de carros eletrificados, sejam eles híbridos ou 100% elétricos.

Menos carros a diesel nas ruas tem também um efeito positivo na qualidade do ar das cidades; enquanto os motores a diesel emitem menos CO2 que os motores a gasolina, eles emitem mais gases como óxidos de nitrogênio (NOx) que tem um efeito adverso na qualidade do ar, especialmente em áreas urbanizadas.

 

 

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