Campanha de 70 anos da VW destaca evolução da marca: o novo sempre vem

Como parte das celebrações de seus 70 anos de história no país, a Volkswagen do Brasil apresenta sua nova campanha institucional.

Que destaca a evolução da marca e de seu portfólio de produtos.

Afinal, ‘o novo sempre vem’.

Com ajuda de inteligência artificial, a Volkswagen proporcionou um reencontro inédito, interrompido há mais de quatro décadas.

Foi o encontro entre Elis Regina, uma das maiores cantoras da história da música brasileira, e sua filha Maria Rita, herdeira desse talento, e ícone da MPB atual.

Ao som de ‘Como nossos pais’, de Belchior, e eternizado na voz de Elis, elas protagonizam, pela primeira vez, um dueto emocionante por meio da tecnologia.

O filme traz esse momento fictício e inicia com Maria Rita ao volante do ID.Buzz, que é a versão 100% elétrica da Kombi.

Na mesma estrada, a mãe, Elis Regina, segue dirigindo a Kombi clássica.

Juntas, elas cantam ‘Como nossos pais’, mostrando que ‘o novo sempre vem’.

Enquanto isso, alguns clássicos icônicos da marca aparecem de forma saudosa, encerrando com a mensagem ‘Volkswagen, sucesso que passa de geração em geração’.

Assista ao filme clicando aqui ou no canal da Volkswagen do Brasil no YouTube.

A campanha de 70 anos da Volkswagen do Brasil também faz uma conexão com o anúncio realizado pela marca de que o ícone ressurgirá: a Kombi está de volta.

Ela retorna em sua versão eletrificada, o ID.Buzz.

E isso dez anos após o fim da produção do modelo que conquistou o coração dos brasileiros.

Sua versão 100% elétrica chegará ao Brasil em lote limitado especial com 70 unidades em homenagem aos 70 anos da marca.

Numa analogia à própria música, trazendo em seus versos que ‘o novo sempre vem’ e revelando a transição geracional.

A campanha também evidencia, sem deixar de celebrar o passado, o fortalecimento da Volkswagen do Brasil na estratégia global de eletrificação da marca.

“A Volkswagen do Brasil tem o compromisso de ser uma empresa cada vez mais humana e próxima das pessoas. E nada mais emocionante do que promover um encontro inédito entre a mãe Elis Regina e a filha Maria Rita, dois ícones da música que estão nos corações dos brasileiros, assim como a Volkswagen do Brasil, que neste ano celebra seus 70 anos de história e sucesso no País. Com a campanha, a Volkswagen destaca a evolução da marca e a renovação do seu portfólio de produtos, mostrando que ‘o novo sempre vem’. Ao unir a Kombi, um ícone do passado, com o ID.Buzz, a versão 100% elétrica do modelo, que chega ao Brasil em lote limitado de 70 unidades, fortalece a presença do País na estratégia global de eletrificação da marca”, diz o vice-presidente de Vendas & Marketing da Volkswagen do Brasil, Roger Corassa. 

Para ilustrar esse momento, a gravação do reencontro combina a transmissão de uma série de memórias dos clássicos e também populares automóveis brasileiros da Volkswagen.

Além da Kombi, o Gol, o Fusca, a Brasília e o SP2, que agora dão lugar ao novo portfólio da marca, incluindo os modelos 100% elétricos ID.Buzz e ID.4.

Também tem os SUVs com nota máxima em segurança: T‑Cross, Nivus e Taos, as picapes, o Virtus, que é o mais novo sedã do mercado, e o Polo.

A escolha de ter as duas grandes artistas, sincronizando com a lembrança de vários sucessos de diferentes épocas da Volkswagen do Brasil foi justamente para reviver e homenagear as várias gerações marcantes do país.

“A campanha de 70 anos da Volkswagen do Brasil é uma homenagem às artes de fazer música e automóveis, produtos que encantam e emocionam as pessoas. Esse encontro de mãe e filha entre Elis Regina e Maria Rita, além de emocionar, também reforça o DNA da marca em tecnologia e inovação, trazendo o uso de inteligência artificial treinada para fazer o reconhecimento facial de Elis. A junção de ferramentas com a ajuda de uma tecnologia de redes neurais artificiais possibilitou criar uma mistura perfeita entre o rosto real da dublê e a imagem recriada de Elis; a ação usa a voz original da cantora. Esse é um presente que a Volkswagen oferece em sua celebração de 70 anos: um dos maiores encontros intergeracionais da música e dos automóveis. E somente a Volks poderia proporcionar essa homenagem aos brasileiros. Somos uma marca com história com os brasileiros e essa homenagem era um sonho para todos os colaboradores e clientes que fizeram e fazem parte da família Volkswagen”, afirma Livia Kinoshita, gerente executiva de Marketing Comunicação da Volkswagen do Brasil e SAM.

Intérprete de clássicos como Águas de Março e O Bêbado e a Equilibrista, Elis Regina faleceu há 41 anos.

Na época, Maria Rita tinha apenas quatro anos.

Dessa forma, essa é a primeira vez que elas protagonizam juntas uma canção.

Foi criado pela AlmapBBDO e produzido pela Boiler Filmes, com direção de cena de Dulcidio Caldeira.

O filme contou com tecnologia de inteligência artificial treinada especificamente para reconhecimento facial de Elis Regina.

Diferentemente do que são feitos em projetos de IA que utilizam tecnologia pré-treinadas a partir de dados genéricos.

Agência e produtora se uniram a uma empresa de pós-produção americana especializada e com repertório de projetos realizados para a indústria cinematográfica de Hollywood.

Durante dias, a IA recebeu extensivos treinamentos com diferentes tecnologias, combinando a atuação da dublê com os movimentos e imagens de Elis.

Com isso, chegou ao inédito e surpreendente resultado do rosto da cantora.

“Esse trabalho representa muito para todas as partes envolvidas. Nele, está a história da Volkswagen com os brasileiros, a história interrompida de Elis Regina e Maria Rita e, para nós da AlmapBBDO, está a nossa história de mais de 60 anos juntos com a marca no Brasil. A campanha usa uma tecnologia sofisticada para um propósito muito humano: emocionar. Estamos promovendo um dueto inédito que só era possível na imaginação e que agora se torna absolutamente real durante os dois minutos do filme”, comenta Marco Giannelli (Pernil), CCO da AlmapBBDO.

Além de estreia na TV aberta, a estratégia de comunicação conta com materiais Out of Home e mídias digitais.

Além de ativações no The Town, festival de música que conta com o patrocínio da Volkswagen do Brasil.

O festival será realizado em setembro de 2023, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo (SP), e contará com Maria Rita entre as atrações.

 

 

 

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VW comemora 50 anos do Brasilia e apresenta unidade nunca emplacada

“Uma nova tendência estilística para o automóvel brasileiro”. Assim o Brasilia foi apresentado ao público em junho de 1973, há 50 anos.

Nascia também um modelo icônico para a indústria nacional e que popularizou o segmento de hatches por aqui.

Cinco décadas depois, a Volkswagen comemora o Brasilia, batizado na ocasião para homenagear a capital nacional.

Também mostra detalhes da unidade guardada cuidadosamente em sua Garagem, na Fábrica Anchieta, em São Bernardo do Campo.


Existem carros raros, de valores inestimáveis. E existe o Brasilia 1982 do acervo da Garagem VW.

Essa unidade, uma das últimas produzidas antes do fim do modelo, saiu diretamente da linha de produção para as salas da engenharia da Volkswagen do Brasil.

Nunca emplacado, o modelo mantém toda sua originalidade e tem exatos 460 quilômetros marcados em seu hodômetro.

Seu motor é um 1.6 a gasolina e carburação dupla.

Entre os destaques da unidade, pintada na cor metalizada Verde Mármore, estão o interior com revestimento vinílico nas portas e laterais de bancos.

Os detalhes em madeira no painel e até um simpático relógio do lado esquerdo do quadro de instrumentos.

A versão LS também ostenta acendedor, bancos dianteiros com encosto para a cabeça e desembaçador traseiro.

Em quase 10 anos de produção, o Brasilia atingiu a marca de 1 milhão de unidades fabricadas em seu sétimo ano de mercado.

Foi o segundo veículo a conquistar tal feito, o primeiro foi o Fusca.

Seu projeto começou ainda no início da década de 1970, com estudos e testes.

O ponto de partida foi a plataforma mecânica da linha VW-1600, mas sua diretriz era clara: o mercado precisava de um veículo totalmente novo em estilo, em desempenho e de preço competitivo.

O primeiro passo foi a definição preliminar do estilo do veículo, sendo aprovado pelo então presidente da Volkswagen, Rudolf Leiding, e fruto do traço do designer Marcio Piancastelli.

O veículo concebido tinha o seu ponto marcante no tamanho do para-brisa dianteiro, de dimensões realmente incomuns para a época.

Fato curioso é que os técnicos chegaram às primeiras medidas visando o estabelecimento das dimensões aproximadas que o veículo teria.

Eles adotaram como padrão de medida um boneco com o tamanho exato de um brasileiro médio.

Vale ressaltar também que, absolutamente todo o processo de desenvolvimento do veículo, desde o projeto de estilo da carroçaria aos protótipos, esteve a cargo de engenheiros e técnicos brasileiros.

De linhas retas e equilibradas, o Brasilia inaugurava uma nova tendência estilística para o automóvel brasileiro.

Sua concepção obedeceu ao mais atualizado e racional design da indústria automobilística europeia da época.

Ainda seduzia amantes das viagens pelo grande porta-malas dianteiro de 135 litros e pelo bagageiro interno, que possuía 273 litros com a possibilidade de alcançar até 970 litros.

O responsável por fazer mover o Brasilia era o motor 1.600 cm³ de 60 cv.

Em 1975 veio a versão com dois carburadores, elevando a potência para 65 cv.

O modelo já trazia recursos de segurança como painel acolchoado, freios a disco na dianteira, trava especial no capô dianteiro.

Além disso, tinha a estrutura já desenvolvida para absorver a energia cinética em caso de colisão, preservando o habitáculo e a segurança dos ocupantes.

Foi exportado para mais de 25 países, incluindo México, Venezuela, Portugal e Nigéria, seus principais mercados.

Saiu de cena em março de 1982, deixando uma legião de fãs até os dias de hoje.

Sim, o avô do Volkswagen Polo fez história.

 

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