Fiat Strada: do Brasil para o mundo

Líder de mercado em três países, Brasil, Turquia e Itália, a Fiat continua a aumentar o seu alcance global ao entrar na região do Oriente Médio e África (MEA) com a picape compacta Strada, que chegará à região a partir de novembro de 2023.

O lançamento é mais um passo para o estabelecimento da presença global da Fiat.

Lançada há 25 anos, a Fiat Strada é uma picape compacta que revolucionou não só o seu segmento, mas toda a indústria automotiva nacional.

Ela não só se tornou a única picape a chegar ao topo do mercado brasileiro, como também manteve seu domínio.

Aliás, é o veículo mais vendido no país desde 2021, desempenhando um papel fundamental na condução da evolução do setor automóvel.

Vale dizer que a picape também é o veículo mais vendido da América do Sul em 2023.

Com a introdução da sua segunda geração, em 2020, atingiu um marco notável ao ultrapassar as 400.000 unidades produzidas em cerca de 3 anos.

No total, foram fabricadas mais de 2 milhões de unidades em 25 anos.

A Fiat Strada, com design inspirado na premiada Fiat Toro, apresenta audácia e modernidade incomparáveis.

Pioneira em vários momentos da sua história, como a introdução da cabine estendida em 1999, a cabine dupla em 2009 e a revolucionária terceira porta em 2013.

Em 2020, passou por uma renovação completa oferecendo quatro portas e cinco lugares.

Tornou-se ainda mais confiável, tecnológica e adquiriu um novo design.

A versatilidade da Strada a torna uma ferramenta de trabalho confiável e uma sofisticada companheira de viagem, incorporando modernidade, conforto, tecnologia e segurança.

Atualmente, a Fiat Strada é exportada para alguns países da América do Sul, como Uruguai, Paraguai e Argentina.

Também já chegou no passado com a geração anterior a países como África do Sul, Grécia, Portugal, Turquia e Alemanha.

Agora a picape passará a oferecer toda a sua excelência, inovação e confiabilidade aos seguintes mercados: Nigéria, Costa do Marfim, Camarões, Cabo Verde, Guiné-Conacri, Madagascar, Ruanda e Gana.

Mais detalhes técnicos serão compartilhados depois em cada país.

O sucesso da Fiat Strada não poderia ser mais bem comemorado do que ampliando o seu alcance.

Esta mudança está alinhada com a presença global da Fiat e com o seu compromisso em fornecer produtos que atendam às necessidades específicas dos clientes.

Graças à Strada, a Fiat expande a sua presença no Oriente Médio e na África, onde a marca já se consolidou como líder de mercado.

Por exemplo, na Turquia a Fiat lidera o mercado com a família Tipo, que é vendida sob o nome de Fiat Egea.

 

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Citroën Méhari: 55 anos de uma trajetória que segue inspirando

Foi em 16 de maio de 1968, há 55 anos, no auge dos protestos de estudantes na França, que a Citroën revelou seu novo veículo no campo de golfe de Deauville: o Méhari.

O modelo de estrutura diferenciada oferecia de 28 a 32 cv de potência, tinha carroceria de plástico ABS (acrilonitrila butadieno estireno) e foi projetado por Roland de La Poype.

Construído sobre a arquitetura do Citroën Dyane 6, a novidade foi apresentada com o nome de Dyane 6 Méhari em seu lançamento.

A produção perdurou por quase 20 anos, entre 1968 e 1987, e foram construídas 144.953 unidades (incluindo 1.213 Méhari 4×4).

Isso significou um sucesso surpreendente para um veículo um tanto quanto incomum.

O Méhari foi produzido, em sua maior parte, na fábrica da Citroën em Forest, na Bélgica, mas também em outras sete fábricas na França, Espanha e Portugal.

 

 

 

 

 

 

O nome Méhari vem do nome dado aos dromedários no norte da África e no Saara.

Esses animais são conhecidos por sua habilidade, sua resistência, sua sobriedade e sua capacidade de transportar mercadorias e passageiros por longas distâncias.

Esse nome é, portanto, muito representativo do modelo da Citroën conhecido por sua adaptação a todos os terrenos.

Externamente, o Méhari com seu teto removível não aparentava ser adequado para todas as estações.

No entanto, graças a uma cobertura específica para as épocas mais geladas, o carro é completamente vedado, tornando-o adequado para uso durante o ano todo.

O Méhari é altamente modular, podendo transformar parte de seu assoalho em um encosto, o que permite adicionar dois assentos na parte traseira e, assim, acomodar até quatro passageiros.

Ele pode ser usado em uma ampla gama de situações, transportando cargas de diferentes volumes junto com passageiros.

A carroceria do Méhari é composta de apenas 11 peças facilmente reparáveis e a higienização pode ser feita por meio de uma simples lavagem com água, tanto por dentro quanto por fora.

Isso torna o carro fácil de manter e acessível para seus clientes.

Lembrança de infância para toda uma geração, esse conceito atípico, modular e econômico, projetado com materiais modernos para a época e uma carroceria inovadora, tornou-se um verdadeiro ícone automotivo ao longo dos anos.

Embora tenha sido produzido por quase 20 anos, o Méhari teve apenas três versões diferentes, incluindo duas edições limitadas.

Em 1983, foram lançadas duas edições especiais. Primeiro, o Méhari Plage, com seu visual lúdico e um chamativo tom amarelo, que foi vendido na Espanha e em Portugal.

E, em abril de 1983, o Méhari Azur foi lançado nos mercados francês, italiano e português e limitado a apenas 700 unidades.

Em 1979, a Citroën introduziu uma nova variante com a versão 4×4, que oferecia uma liberdade quase inigualável até hoje.

O Méhari foi um veículo de interesse especial para órgãos públicos, como a polícia, alfândega, aeroportos e muitos outros, mas também para lojistas, artesãos e milhares de clientes particulares.

Ele também teve uma longa carreira no exército francês, que encomendou um total de 11.457 Méhari entre 1972 e 1987.

O Méhari 4×4 também teve sua atuação no suporte a emergências. Em 1980, dez unidades do modelo foram fretadas para prestar assistência médica ao longo do percurso do Rally Paris-Dakar em 1980.

No cinema, foi um dos destaques do filme Le Gendarme de Saint Tropez, de 1964.

 

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