Citroën e Novo C3 mantêm forte performance nas vendas

O forte crescimento do mercado no mês de julho foi cenário para números que reforçam a solidez da estratégia comercial da Citroën no Brasil.

Acompanhando o aumento das vendas do setor, a marca ampliou sua participação de mercado para 1,5%.

O crescimento da marca precede a chegada dos próximos modelos do projeto C-Cubed, com um veículo inédito e o Novo SUV C3 Aircross, além do Novo C3. 

O hatch com atitude SUV, aliás, encerrou o mês de julho com mais de 3.000 unidades vendidas.

Assim, alcançou os 1,4% de participação no concorrido segmento de B-Hatches.

Um dos motivos do sucesso do Novo C3 está em sua acessibilidade durante todo o uso do veículo, com revisões a preços fechados e valores competitivos na cesta de peças.

Todos esses atributos levaram o Novo C3 Live a vencer o prêmio Melhor Compra na categoria Carros até R$ 75.000 da Quatro Rodas. 

No segmento de veículos comerciais os modelos Citroën também não param de brilhar.

Querido em sua categoria desde seu lançamento, o Jumpy obteve 15% de participação de mercado.

Além disso, continua firme na vice-liderança entre os furgões compactos, com mais de 1.000 unidades vendidas ao longo de 2023. 

A Citroën prepara mais novidades em 2023 para ampliar ainda mais seu alcance no mercado.

Dentro dessa estratégia está o recém confirmado Ami, uma exclusiva, ousada, elétrica e inédita solução de mobilidade.

Ele já coleciona um amplo grupo de potenciais clientes interessados nas inúmeras aplicações deste simpático Citroën. 

 

 

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Disruptiva, criativa e divertida, publicidade do Citroën 2CV consolidou um legado que perdura até hoje

As campanhas publicitárias da Citroën são marcadas por ousadia, alegria e abordagens fora do padrão da indústria.

Esse conceito, mantido até hoje e presente em nossas campanhas e vídeos de divulgação, é quase tão antigo quanto a própria marca.

Uma das fases mais marcantes dessas propagandas pra lá de criativas ocorreu entre os anos 1960 e 1980, quando a Citroën divulgava da forma mais exótica possível os atributos do icônico 2CV.

 

 

 

 

 

 

 

 

Valia tudo: compará-lo com um carro de luxo, exaltar sua simplicidade ou até deixá-lo lado a lado com um… camelo!

Afinal, a ausência de alguns itens, se para outros carros era um problema, para o 2CV era um dos motivos da sua robustez que conquistou milhões de consumidores pelo planeta.

Nem seu desempenho era um revés: afinal, como uma tartaruga, ele até poderia ser mais lento que um modelo mais caro, mas ele sempre chegava a seu destino e com uma acessibilidade única.

 

 

 

 

 

 

 

 

E para quem acha que o preço do combustível é um problema da atualidade, nos anos 1960, a Citroën destacava o fato de o modelo rodar mais com menos. “O 2CV pode fazer você sorrir porque é divertido de possuir, porque é diferente e porque economiza dinheiro”.

No final dos anos 1980, quando os automóveis lançados vinham cada vez mais modernos, a Citroën, que já contava com diversos atributos tecnológicos em sua gama, preferiu destacar sua inovação no 2CV com as cores das carrocerias, em uma época em que os tons mais sóbrios sobressaíam: “Outros abrem fronteiras de tecnologia. Nós abrimos a pintura”, dizia o anúncio do 2CV 1986.

A alma do negócio – desde sempre

A ousadia e o ineditismo na publicidade fazem parte da Citroën desde o início do século passado.

Durante o Salão do Automóvel de Paris, em 1922, um avião escreveu o nome da marca no céu com fumaça, ao longo de cinco quilômetros.

Três anos depois, a Citroën inovou ao estampar o seu nome em um dos símbolos mais importantes do planeta, a Torre Eiffel. Composta por 250.000 lâmpadas, a obra de arte podia ser vista por quase toda a cidade.

Nos anos 1980, em um anúncio televisivo do Citroën Visa GTI, o veículo se lançou de um porta-aviões e, logo em seguida, surgiu em cima de um submarino.

Já em outra propaganda, um Citroën AX marca presença na Grande Muralha da China.

 

 

 

 

 

 

 

 

Já em 1995, o Xantia, sedã icônico da Citroën que completou 30 anos neste mês de março, foi a estrela de uma campanha marcante com o atleta Carl Lewis e, em 1999, uma pirâmide formada por 10 unidades do modelo mostravam toda a estabilidade do veículo em curvas.

Toda essa inovação na propaganda continua até hoje: modelos como o Ami ou o conceito oli (äll-e) possuem uma publicidade especial, repleta do DNA disruptivo que faz parte da Citroën.

 

 

 

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