Três décadas formando talentos: os 30 anos de Stock Series

Lewis Hamilton, Tony Kanaan e Cacá Bueno têm alguns pontos em comum.

Os três são grandes nomes do automobilismo e têm nas suas prateleiras uma galeria de troféus e títulos conquistados.

Outro fato que une os pilotos é que todos foram formados em categorias de acesso antes de atingirem o sucesso nas suas respectivas carreiras.

(Fernanda Freixosa/Stock Car)

Tentando chegar à F-1, Hamilton aprendeu sua arte enquanto conquistava o título da antiga GP2, atualmente chamada Fórmula 2, em 2006.

Tony Kanaan foi campeão da Indy Lights em 1997, o que o ajudou a chegar à F-Indy.

No mesmo ano, Cacá Bueno ergueu o troféu de campeão da Stock B, chamada hoje de Stock Series, o que abriu o caminho para sua carreira na Stock Car Pro Series.

Lewis Hamilton campeão do GP2 em 2006

Tony Kanaan no Indy Lights em 1997 (Foto: LAT Photographic)

 

 

 

 

 

 

 

Completando 30 anos de existência em 2023, a Stock Series já formou cerca de 400 pilotos.

A categoria disputará no próximo domingo, em Tarumã, a segunda etapa da temporada.

Em meio a um ano de comemoração, os jovens talentos têm outras boas razões para tentar o título.

Atualmente, além de formar pilotos em alto nível, a categoria também concede ao campeão o maior prêmio da história do automobilismo brasileiro: uma bolsa equivalente a R$ 2,5 milhões, equivalente ao custo de uma temporada completa na Stock Car Pro Series.

(Fernanda Freixosa/Stock Car)

Em todo o mundo, as divisões de acesso nasceram com o objetivo principal de oferecer espaço e lapidar novos talentos que visam chegar às categorias de ponta.

O último degrau antes da Stock Car é a Stock Series. Fundada em 1993, com 30 anos a Stock Series é a divisão de acesso mais longeva da história do automobilismo brasileiro.

Dos últimos 19 títulos colocados em jogo pela Stock principal, 13 foram conquistados por pilotos formados na Series.

(Fernanda Freixosa/Stock Car)

Alguns dos centenas de pilotos formados na Stock Series alcançaram enorme sucesso.

Além do pentacampeão Cacá Bueno, a categoria formou nomes como o tricampeão Daniel Serra e os campeões Felipe Fraga, Marcos Gomes e Gabriel Casagrande.

A Series forjou ainda muitos outros vencedores para a Pro: Thiago Camilo (tricampeão da Corrida do Milhão), Guilherme Salas, Gaetano Di Mauro e Felipe Baptista estão entre eles.

(Marcelo Machado de Melo/Stock Car)

Veja abaixo marcos importantes registrados pela Stock Series para o automobilismo brasileiro:

Stock Series
Fundação: 1993
Carro de estreia: Chevrolet Omega (monobloco de fábrica)
Primeiros campeões: Carlos Col / Georges “Grego” Lemonias
Carro atual: Chevrolet Cruze Stock Series (estrutura tubular)
Campeão 2022: Vitor Baptista
Custo por temporada: máximo de R$ 750 mil
Prêmio ao campeão: equivalente a R$ 2,5 milhões
Corridas em 2023:
 18
Alguns campeões na Stock principal: Cacá Bueno (2006, 2007, 2009, 2011, 2012), Daniel Serra (2017, 2018, 2019), Marcos Gomes (2015), Felipe Fraga (2016) e Gabriel Casagrande (2021)
Alguns destaques: Thiago Camilo (tricampeão da Corrida do Milhão), Felipe Baptista, Guilherme Salas, Gaetano Di Mauro – todos vencedores de corridas na Stock Pro
Pilotos formados: Mais de 400 (estimativa)

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Citroën celebra os 30 anos do Xantia, sedã icônico com mais de 1 milhão de unidades produzidas

Apresentado ao mundo em março de 1993, durante o Salão do Automóvel de Genebra, o Citroën Xantia está celebrando o seu 30º aniversário e assim passa a se tornar um modelo de coleção em diversos países, incluindo o Brasil.

Com exatas 1.326.259 unidades produzidas de 1993 a 2010, em grande parte na fábrica de Rennes–la-Janais, na França, o Xantia é, sem dúvidas, um dos modelos mais icônicos da marca.

Finalizado por Daniel Abramson no centro de estilo Citroën, a partir da proposta do centro de estilo italiano Bertone, ele foi o sucessor do famoso BX dos anos 80.

Dinâmico, fluido e robusto, este sedã retoma algumas linhas do XM e impõe uma nova silhueta na linha Citroën.

Graças ao seu estilo único, o Xantia foi eleito o melhor carro do ano em 1993, logo após o seu lançamento.

Nove anos de Inovação e Conforto

Durante nove anos de produção, o Xantia passou por várias evoluções. Inicialmente, estava disponível em duas versões (SX e VSX), com três motorizações diferentes.

As versões topo de linha eram equipadas com o sistema hidropneumático Hydractive II, sistema de suspensão controlado eletronicamente, que permite reduzir o rolamento e melhorar a dirigibilidade sem deixar o conforto de lado.

Em 1994, foi lançada a versão Activa, incorporando o sistema Hydractive II, complementado por dois cilindros que evitam que o rolamento ultrapasse 0,5°, elevando para 10 o número a bordo dos compartimentos esféricos que acumulam o fluido do sistema.

 

 

 

 

 

 

Pouco tempo depois, em parceria com a Michelin, foi criada uma tecnologia exclusiva para a produção de pneus específicos para o modelo.

Em 1997, passou por uma reestilização. E finalmente, em 1998, o Xantia estreou pelo Grupo PSA o novíssimo motor diesel 2.0 HDi, com injeção de diesel de alta pressão.

Conforto, segurança, tecnologia e prazer ao dirigir foram as palavras de ordem do lançamento do Xantia em 1993.

Um conforto sem paralelo na época, com uma tapeçaria e bancos que se tornaram uma verdadeira assinatura do sedã e dos modelos que o sucederam.

No interior, o Xantia exibia uma verdadeira harmonia entre cores e materiais em um espaço interno privilegiado e mais segurança a bordo.

 

 

 

 

 

 

Conforto Absoluto: Hydractive II

Em termos de inovação, foi a chegada do Hydractive II, uma tecnologia que combina o poder da hidráulica e a velocidade da eletrônica, o que simbolizou a diferença do Xantia.

Sua suspensão hidropneumática é equipada com uma esfera adicional por eixo, que pode ser ativada por meio de válvulas solenoides integradas ao circuito normal com uma esfera por roda.

Isso permite definir dois estados de flexibilidade e amortecimento da suspensão: uma flexível e uma esportiva.

Os sensores permitem que o computador escolha entre os dois modos, dependendo da situação de condução.

Em ambos os casos, essa tecnologia permite que motoristas e passageiros viajem com muito mais conforto.

O Xantia tem inovações e qualidades, sendo um grande destaque para a publicidade da Citroën.

Uma das campanhas mais marcantes do modelo foi o famoso anúncio de 1995, com Carl Lewis, no qual o esportista é forçado a se tornar um monge por causa de uma aposta.

Para ele, era impossível um carro fazer curvas sem se inclinar, o que se tornou realidade com o Xantia.

Em 1999, em um anúncio que reforça essas linhas, uma pirâmide formada por vários Xantia consegue se manter estática, reforçando a estabilidade do modelo em curvas.

 

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Chega ao fim Defender Expedition em comemoração ao aniversário da Land Rover e da concessionária Land Rio

A expedição em celebração ao aniversário de 75 anos da marca Land Rover e aos 30 anos da concessionária Land Rio chegou ao fim no último domingo.

Batizada de Defender Expedition Land Rio 30A, a aventura reuniu quatro New Defenders que desbravaram as estradas mais desafiadoras no sul do Brasil, na Argentina e no Chile.

Ao todo, a expedição rodou mais de 9.000 km, mostrando a verdadeira versatilidade do Defender para enfrentar todo tipo de terreno.

“Tivemos uma experiência maravilhosa a bordo do Defender, chegando a lugares onde só um verdadeiro veículo off-road com a valentia do Defender poderia nos levar. Além disso, pudemos conhecer um pouco mais da cultura local dos países da América do Sul e desbravar caminhos em homenagem aos 75 anos da Land Rover. Foi uma experiência inesquecível”, diz Francisco Magalhães, membro da expedição e titular da Land Rio.

 

 

 

 

 

 

 

A aventura começou no Rio de Janeiro e seguiu para a região de Itatiaia, onde está localizada a fábrica da Jaguar Land Rover.

Os participantes foram recebidos pela Diretoria da fábrica e puderam conhecer a Clínica de Restauração, na qual os carros clássicos ganham vida novamente nas mãos de engenheiros e especialistas. 

De lá os participantes partiram para a fronteira com a Argentina, em Foz do Iguaçu, em um trajeto de mais de 18 horas e 1.400 km.

Na Argentina, os Defenders enfrentaram as longas retas de Pampa Del Infierno até a chegada a Salta, que é conhecida como uma importante porta de entrada para a Cordilheira dos Andes.

 

 

 

 

 

 

 

A equipe seguiu fazendo a travessia dos Andes pelos Pasos de Sico e Jama, rodando em altitudes acima de 4.000 metros e chegando a 4.800 metros em alguns pontos, até San Pedro de Atacama.

Entre os pontos turísticos visitados, estão o Salar Salinas Grandes e o Parque Nacional dos Flamingos, no Chile, onde os participantes realizaram uma trilha de montain bike acompanhados pelos Defenders.

 

 

 

 

 

 

Programada para durar 20 dias, a aventura foi ambientalmente responsável e todo o CO2 gerado pelos veículos durante a viagem foi calculado e será recompensado por meio de ações ambientais em prol do planeta.

Além de adesivos personalizados com o tema da aventura, para estarem devidamente preparados os Defenders foram equipados com acessórios off-road específicos, que garantiram ainda mais conforto e aumentaram sua capacidade.

Entre os itens, destacam-se os pneus Goodyear Wrangler Duratac, indispensáveis para garantir uma boa tração em terrenos desafiadores.

 

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